As melhores coisas para dizer para uma garota

Como Dizer para uma Garota que Ela É Bonita. Ver uma garota bonita é uma ocorrência comum. Algumas vezes, você pode ver uma garota e sentir a vontade de dizer a ela que acha que ela é bonita. Isso pode ser um gesto muito legal. Todo mundo... Em uma cena, Regina intercepta uma garota no corredor para fazer um elogio um pouco desanimado à sua roupa. A garota se alegra e a agradece – mas, momentos depois de a garota seguir caminho ... Então, agora você aprendeu as melhores perguntas para gerar interesse em uma mulher para aumentar seu sucesso e deixar as coisas mais sexuais. Mas eu quero te explicar de novo algumas coisas: Não confie em perguntas; Use as perguntas acima como forma de melhorar suas conversas e ganhar tempo para pensar. Frases Bonitas pra Falar a uma Mulher. Mensagens, pensamentos e frases curtas Bonitas pra Falar a uma Mulher. A frase que procura Bonitas pra Falar a uma Mulher para ler e compartilhar. Aqui estão algumas coisas que você pode dizer para trazer o sexo para uma conversa: “A minha amiga não conseguiu dormir ontem à noite, foi acordada às 3 da manhã por vizinhos que estavam a foder.”então você acrescenta:” eles estavam fazendo tanto barulho, a garota deve ter sido fodida com força!” Portanto, antes de fazer essa pergunta, certifique-se de que é uma boa ideia. Aqui está uma lista das melhores perguntas aleatórias que você pode fazer a alguém. Coleção de 40 perguntas aleatórias que você pode perguntar a alguém. 1. O que seria mais difícil para você, dizer a alguém que você ama ou que você não o ama de volta? 2. Aqui estão as 10 melhores frases de filmes do 'All Womens Talk' que você pode incluir em seu top 10 de coisas românticas para dizer, ou colocar em um cartão para sua garota e fazer o dia dela. Cidade dos Anjos: 'Eu preferiria ter tido um sopro de seu cabelo, um beijo de seus lábios, um toque de sua mão, a passar a eternidade sem'; Qualquer um pode dizer a uma garota que ela é bonita ou bonita, mas se você realmente quer impressionar uma garota, você precisa fazer os melhores elogios para uma garota. Eles farão você se destacar porque hoje em dia é fácil se perder na multidão. Veja quais os melhores assuntos para manter uma garota interessada. A falta de habilidade para conversar com as mulheres é um dos maiores problemas enfrentados pelos homens. E sim, elas adoram homens que sabem conversar, que têm um papo legal e abordam assuntos relevantes. 4 – “Eu sempre estarei ao seu lado para o que der e vier, pode contar comigo para todas as horas.” Essa frase é uma das coisas mais lindas para dizer a namorada. Principalmente quando a sua amada estiver passando por um momento de dificuldade. Assim sendo, deixe claro para ela que você não é homem apenas para bons momentos.

Me sinto "superior" aos outros

2020.10.19 04:03 Livan_130 Me sinto "superior" aos outros

Entre aspas. Sempre fui uma pessoa sarcástica, e muitos me consideram alguém muito inteligente e com um potencial avançado, mas não me entendam errado — eu meio que não me sinto muito bem com isso.
Eu diria que mudei muito como ser humano aos 15 anos. Até os 14, eu era (e ainda sou) alguém mais reservado, não gosto da ideia de "ficar", não gosto da maioria das coisas que os adolescentes de hoje em dia gostam de fazer, e meu comportamento é sempre muito elogiado por todos. Os idosos até se surpreendem quando meus pais fofocam minhas atitudes "muito velhas pra minha idade"...
(Aliás, desculpem se a linha do tempo dos fatos ficar muito bagunçada kk eu não costumo escrever sobre mim mesmo e não sou muito bom em explicar as coisas de forma assertiva)
Eu não gostava de ir ao playground quando era criança, e meu pai insistia muito que eu fosse, mas eu achava perda de tempo. O que eu gostava de verdade era resolver problemas de lógica no computador da minha vó por horas, brincar de Lego e coisas assim. A propósito, meus pais são... Digamos que minha mãe seja 50% conservadora e meu pai o contrário. Acho que eles são simplesmente o motivo de eu ser tão "estranho" assim...
Eu nunca tive muitos amigos. Na verdade, acho que geralmente eu sempre tinha 1 ou 3, então eu não saía e nem saio muito de casa, o que eu acredito que me deu uma tendência de sempre sair apenas quando tiver um objetivo em mente (ir ao cinema, por exemplo).
Mas enfim (e finalmente), direto ao ponto do que eu queria falar: minha vida após os 15 anos. Eu sempre tive sérias crises existenciais (não do tipo que adolescentes brincam, eu realmente sentia essas coisas e pesquisava sobre), paranóia, e um sentimento de vazio dentro de mim.
Porém, certo dia, uma coisa "maravilhosa" aconteceu. Eu sempre fui fascinado por psicologia (nunca soube disso até esse dia) e pesquisava muito sobre isso, até que um dia, eu fui ler os artigos que aparecem naquela barrinha de notícias do Google e vi um assunto que me despertou interesse: "Você pode ter a personalidade mais rara do mundo".
Pra falar a verdade, eu estava meio "seco" naquele dia, então só cliquei naquilo por impulso pra ver até onde eu chegava ou coisa parecida, por mais que fosse bobo. Mas aí eu comecei a ler os fatores que a suposta "personalidade mais rara do mundo têm", e fiquei bem intrigado. Aí cliquei num link para fazer o teste, e assim, determinar minha personalidade.
Era um teste de MBTI. Enfim, direto ao ponto, descobri que eu era INFJ, e tive a maior epifania da minha vida. Até pesquisei o que epifania significava, porque eu lembro da palavra ter aparecido de repente na minha cabeça enquanto meu cérebro latejava de tanto processar o que havia acabado de acontecer. "Uau, eu tenho a personalidade mais rara do mundo!"...
E eu fiquei feliz. Muito feliz. Falei pros meus pais, pro meu melhor amigo (que ficou muito irritado (de forma amigável kkk)) e os dias foram passando, enquanto eu ficava mais e mais obcecado por isso. Até que um dia, durante esse tempo todo, comecei a ficar meio narcisista com o meu entorno. Eu não percebia isso, e foi difícil largar esse estilo de vida porque eu realmente gostava de pesquisar sobre narcisismo e ver que eu era melhor do que os outros narcisistas pois eu não me "entregava", justamente, ao narcisismo e mantia o controle das minhas atitudes.
1 ano se passou, e conheci o que o MBTI diria que é um INTJ em um aplicativo de chats públicos. Ele era um cara bem sério, e tinha muitos argumentos produtivos, tanto que até convidou pessoas para participarem de um grupo de debate, o qual eu gostei bastante. Mas... as coisas saíram do controle em certo ponto — ele queria literalmente dominar o mundo com o conhecimento que ele tinha. Ele era bem mais inteligente que eu, isso é fato. Mas eu não sei kk, achei aquilo muito bobo, e gradualmente parei de conversar com ele. E então eu me liguei como EU MESMO era bobo e como eu precisava de mudança.
Aos 16 - 17 anos, comecei a amadurecer de verdade. Geralmente eu tenho uma autoestima do tamanho de um arranha-céu, mas infelizmente, eu posso dizer que tive uma certa época de depressão. Me sentia muito, muito vazio por dentro, deixei meu cabelo crescer à vontade, andava lentamente, meus olhos sempre ficavam meio fechados, e eu não gostava de me relacionar tanto com as pessoas. Só restava o tal aplicativo de chats públicos pra me fazer uma certa ilusão de companhia.
Certo dia, uma luz se abre na minha vida. Por acaso, eu conheci uma garota muito legal por acaso em um dos chats, e então não paramos mais de conversar. Toda aquela energia negativa que eu tinha se foi, e eu sinceramente duvido que volte. Hoje, estamos comemorando 1 ano e 4 meses, e eu espero que dure para sempre, mas...
Já tenho 18 anos, e no fundo eu sei que ainda sinto esse ar de superioridade acima de todos os seres humanos, e quero largar isso. Não quero que afete minha vida e muito menos a vida dos outros. Meu planejamento é buscar um psicólogo, não importa quantos, não importa quanto custe, eu só quero me sentir realmente uma pessoa excelente, mas de forma boa.
Kkk enfim, desculpem por escrever um livro, mas foi um desabafo que não chega nem perto de tudo o que eu sinto... E senti que devia escrever...
Eu acho que todos nós humanos queremos que tudo tenha significado...
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2020.10.18 02:56 ekel-5 Dúvidas sobre sexualidade

É melhor começar contextualizando as coisas. Eu tenho 16 anos, sou homem, nunca beijei ou transei e também nunca me apaixonei por alguém. Com isso bem claro, acho que posso ir para o que de fato é meu "problema". Eu não sei qual é a minha sexualidade. Quando vou ver algo relacionado a sexo e tal, sempre são com homens, em geral são homens que eu penso que gostaria de ser igual no futuro (fisicamente falando), mas isso não me impede de consumir algum conteúdo que uma mulher participe, apenas não olho com tanta atenção para ela. Então eu acho que poderia dizer que sinto muita mais atração por caras. Ao contrário dos vídeos, na vida real eu me sinto muito mais propenso a ter relações com mulheres, já tive momentos que achei que estava me apaixonando, e estes eram sempre com garotas, nunca tive algum pensamento amoroso em relação à um homem. Geralmente não penso muito no sexo, mas sim nos momentos gerais de uma vida a dois. Essas coisas me fizeram pensar sobre qual seria a "rotulação correta para mim", já que eu sempre me entendi como bissexual, mas não tenho mais tanta certeza. É uma dúvida que perdura faz algum tempo, não sei se terei uma resposta antes de fazer as coisas de fato, mas sei lá, é um desabafo kkkk.
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2020.10.16 21:12 Scalira Escritor frustrado pede opinião

Alguém poderia ler e me dar um feedback?
CITTÀ — di — C A R T A
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prologue
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Era eu, então, um garoto e já era ela uma mulher num corpo de menina.
Creio eu que as garotas amadureçam mais cedo: despertam para o amor e para os caprichos da sensualidade enquanto somos ainda só meninos apavorados, acossados às saias das mães e desejosos de videogames e jogos de bola. Seus olhos afloram antes para a ternura das paixões e seus lábios florescem antes a receber os beijos de um amante, enquanto os nossos são turvos, velados pelos constrangedores beijos lamechas das tias. Selina era uma mulher; eu, um menino. E era ela o meu fascínio.
Sentávamos na mesma fila, na mesma sala. Eu atrás dela. Via, dia após dia, aquele seu cabelo louro que era tal qual aço escovado. A curvatura perfeita de sua nuca; a pele de um bronze-praia que se perdia na gola da camisa para esconder sabe deus quais mistérios, sabe deus quais prazeres. Havia ali, entre o pescoço e a orelha, uma marca de nascença que era a marca de um pirata; o sinal de um tesouro enterrado que eu desvendaria se pudesse estirar os dedos e tocá-la, deslizar a ponta dos dedos pela arredia penugem dourada de sua orelha. Haveria um arrepio, então. Haveria eletricidade no ar, como o assobio da tempestade no vento. Ela voltaria os olhos para trás e eu veria o assombro de surpresa naqueles olhos verde-mar com os quais eu sonhava sem saber por quê. E o que eu faria, então?
Meus desvarios mais inventivos envolviam segurar-lhe a mão, eu acho. Examinar-lhe os dedos. Andar com ela pelos corredores, de mãos dadas. Sentar-me com ela no recreio.
Mas era eu um garoto e era ela uma menina. Uma menina crescida. Seus olhos eram velhos quando os meus eram novos. Ela vira o mundo. Havia visto as estrelas e já eram elas puras banalidades para as quais os meus olhos ainda não haviam ascendido. Eu ainda deslumbrava-me com a beleza do mundo, das coisas vivas, da simplicidade; ela trazia um cansaço naqueles ombros escondidos que eu jamais conheceria.
Mas eu a amava. Sei que amava. O amor puro de uma criança por outra criança. O amor puro de um menino que sonha em segurar a mão de uma menina e olhar fundo em seus olhos e dizer que a ama. Sonhava, talvez, com a esperança — oh, a mais irreverente loucura! — de que ela me beijasse a bochecha. Haveria, então, combustão. Seria eu fogo, seria ela paixão.
Eu a amava, mas Selina não amava ninguém.
Não fomos amigos naqueles dias de infância.

Fui-me embora naquele ano com meus pais a tentar a sorte na grande São Paulo, quando pensávamos haver por lá melhores oportunidades do que na pequena Buri. Meu pai, trabalhador do campo, sobreviveu a duras penas na selva de pedra e, quando o dinheiro encurtou e as contas do mês apertaram, fizemos o caminho de volta para o interior e para os roçados arrendados nas grandes plantações. Os grandes laranjais iam até perder de vista naquela terra escura queimada a café e, quando voltamos àquele rincão, houve uma choça para nós, a que chamamos de lar, e nos juntamos aos trabalhadores pobres a lavrar a terra e colher as frutas rotundas, rebentando de doces, trazidas a baixo por nossas mãos calosas e feridas.
À nossa chegada o sítio era um pedaço de terreno pantanoso, no qual o barro formava poças lodosas onde corriam cães e trotavam mulas e o pouco de verde que havia de grama penava a vingar sob o pisoteio dos animais. Pela manhã, duas vacas careciam de ordenha. Os porcos chafurdavam irrequietos no chiqueiro e um velho galo, cujas esporas saltavam para fora dos pés tais quais duas baionetas, esgoelava-se ao nascer do sol e ao findar do dia. Era seu canto agudo bramido do topo dos telhados que marcava o passo do dia de trabalho. O sol inda nem nascera e estávamos, então, em pé: era eu moço feito no estirão da idade quando voltara à vida do roçado em Buri.
Eram corridos dez anos desde que vira Selina.
Ela era um casual sonho que visitava-me tal qual o lampejo de uma luz que faiscasse na mais completa escuridão. Lembrava-me, então, da garotinha do cabelo dourado; o anjo de bronze que caminhava entre nós e cujos olhos distantes falavam do mar e de traiçoeiras águas. Ela, que jamais fora minha amiga. Ela, que jamais voltara o rosto para trás. Não havíamos trocado palavras naqueles longínquos dias de escola e, inda assim, eu a amara. Uma criança, verdade, mas puro era o amor que eu havia lhe entregado. Nem antes, nem depois pude experimentar a mesma pureza de sentimento que havia sentido por aquela luzinha que brilhava no escuro dos dias, nas primeiras horas da manhã; aquele sorridente solzinho de caninos acavalados a quem eu daria o mundo para que sorrisse para mim. Mas então, tantos anos depois, moço beirando a maioridade dos dias, sua lembrança era só um faiscar de nostalgia, um borrão lançado a uma página; uma figura fugidia que brincava entre meus dedos e que desaparecia toda vez que eu tentava olhá-la mais de perto.
Àquela feita eu já havia conhecido os mistérios que guardam as mulheres. Havia trocado beijos com as moças da cidade e deitara-me em seus braços desejosos de paixão. Havia perdido a crença em amores que duram para perder-me no vale dos prazeres que aqueles corpos delgados ofereciam sem muito compromisso. No fulgor da adolescência garotos são só garotos: há competição por quantas bocas beijamos, por quantas frases feitas nos conseguirão o calor do corpo de uma jovem guria. Assim, um rosto era só mais um rosto. Um beijo, só mais um beijo. Um corpo, só mais um corpo. E eu me perdia na imensidão das mentiras contadas, dos casos escondidos, das escapadas noturnas e o fastio daquelas perambulações só me fizeram descrer do que quer que eu tenha acreditado, um dia, que o amor pudesse ter sido. Via-me num interlúdio de paixão e prazer que era inócuo de sentido.
Mas de vez em quando eu pensava na luz.
Pensava naquela figura fugidia que já não me permitia vê-la, como fosse eu um garoto crescido que deixara de crer em fadas.
Já não me lembrava de como era a sensação de amá-la. Algo em mim doía por esse amor perdido, jamais realizado. Mas era essa a vida. Cremos eternas certas coisas — a dor, o medo, o amor —, mas tudo passa. Ficam-se as lembranças, mas mesmo estas são incertas; cremo-nos muito certos de que as coisas foram tais quais foram, mas, assim, por que não podia mais lembrar-me do exato verde-mar dos olhos dela? Não lembrava-me mais se a marca — a marca do tesouro, a marca dos mistérios — ficava à esquerda ou à direita e quanto mais tentava vê-la com clareza, mais sua imagem desfazia-se no luscofusco da névoa; ora surgindo, ora desaparecendo. Sabia que havia amado, mas não sabia mais que queria dizer isso, tal como sabia que um dia tivera, eu, oito anos, mas já não podia reproduzir a velha alegria da infância ao bel-sabor da adolescência.

Não a reconheci quando a vi outra vez. E quando a reconheci, não houve, tal qual nos livros, o reavivar do amor esquecido.
Ela era outra, e eu também. Não tínhamos mais oito anos e jamais teríamos outra vez. O passado era melhor intocado, diriam. Uma memória perfeita, cristalizada no tempo; um reino próprio em que não se pode mexer nem alterar. E mesmo lá, talvez, eu não a houvesse compreendido; mesmo lá, talvez, eu não a houvesse amado — a Selina-menina, a Selina-verdade —, mas amara um sonho. O sonho que tinha dela, o sonho de tocar-lhe as mãos e de sentar-me com ela no recreio. O sonho do seu sorriso amado. Mas havia fechado os olhos para os dela; aqueles verdes-mares antigos, antigos como a terra, aos quais nunca me dei o luxo de entender. Não sabia disso, então, mas agora, já velho, ao escrever estas memórias, vejo que a Selina amada só existira, então, em minha mente, onde ela era toda a certeza de uma vida de sonho e felicidade. Não pude entendê-la, então. Duvido que possa entendê-la agora. Viemos a nos conhecer, como ficará claro adiante, mas Selina era então, como o é agora, um mistério para mim.
Estávamos matriculados no mesmo liceu e, quando as aulas retornaram, esbarramo-nos pelos corredores. Não estávamos na mesma classe - havia eu reprovado um ano do ginásio a procurar emprego em São Paulo e, uma vez arranjado, trabalhara no carregamento de caminhões por todo o dia. Não era boa a paga que roubava-me de meus estudos, mas eram aqueles dias difíceis e qualquer vintém a mais pesava na comida da mesa. Estava no penúltimo ano do colegial e ela já findaria os estudos naquele ano em que a reencontrei.
Selina estava mudada. Não era algo em seu porte ou seu semblante, pois ainda havia muito da menina da carteira em frente naquela moça que nascera ali, e, embora houvesse crescido um palmo e ganho a sinuosidade em que se perdem os olhos masculinos, pouco mais mudara. O que não me permitiu reconhecê-la, porém, não foram suas ancas ou seios, nem o crescer de seu palmo e meio, mas a ausência da luz que antes alumiara as infindáveis manhãs de nosso antigo colégio.
Era tal qual um vagalume moribundo e, naqueles seus olhos fundos, podia ler eu estórias de privações e de castigos que a haviam esmorecido e, vez a vez, acossaram o brilho de estrela da menina amada até não ser mais que o último suspiro de uma vela que morresse na noite mais escura.
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2020.10.06 07:16 Snoo_3351 Sinto muito...

Eu estou seriamente pensando em acabar com minha vida, tenho 12 anos, sei que muitos vão achar que sou muito nova pra isso, mas queria dizer que depressão não tem idade. Enfim, vamos ao ponto neh, eu estou com alguns sinais de pscicopata, e eu não tô feliz com isso, eu não sei se estou mesmo, ou se é uma dúvida, ou paranóia da minha cabeça, a questão é que não quero fazer nenhum mal à ninguém, no momento em que estou escrevendo este post estou na minha cama chorando demais, acabei de refletir em quantos aspectos eu mudei, eu era doce, alegre, gentil, e bondosa até demais, mais agora eu sou grossa, rude, depressiva, não sou má pois toda vez que faço algo que possa prejudicar algo ou alguém eu fico com peso na consciência, o que é bom, eu sempre fui muito próxima da minha mãe, sempre desabafei sem medo, mas dessa vez é diferente, tô com medo que ela fique com medo de mim, ou sei la, eu tbm não quero falar isso em voz alta com alguém, me faz sentir mal sabe?
Eu só queria ser normal, ser uma garota alegre, queria poder ter um psicológico bom, pra vocês terem noção, a primeira depressão que tive foi com 7 anos, não que isso seja anormal, mas acho que nessa época eu deveria ser mais inocente e otimista sabe?
Também refleti o tempo em que fiquei preocupada com coisas que ainda vão acontecer, mas não aproveitei as que estão acontecendo, sinceramente o tempo passa voando, eu quero muito aproveitar o máximo de tempo possível com a minha família, quero deixar meu nome de lembrança como boa pessoa, mas é difícil, geralmente são séries ou filmes que têm personagens do mal porém retratados como boas pessoas que nos deixam assim, enfim, eu não quero deixar minha mãe cedo, mas não quero fazer nenhum mal, já tentei falar que quero conversar com uma piscicologa, mas o medo não me deixa, eu tô passando mal de chorar, minha mãe já tá percebendo que meus olhos estão enchados.
Isso tá corroendo por dentro, uma coisa que me faz esquecer isso e rir um pouco é a assistir Luba (meu youtuber favorito) ele me faz rir, além de fazer eu me sentir mais humana ele também dá conselhos de vez em quando, pena que ele não reage à esse subreddit, hoje vi um vídeo dele sobre depressão, e ele disse muitas palavras lindas, uma frase que me marcou foi "Não vou dizer que se você levantar você não vai cair de novo, você pode cair mais umas 200 vezes se duvidar, mas você levantará sempre mais forte, e vai ter uma hora que você vai estar tão forte que o chão será uma cama elástica, e quando você cair você não vai mais se machucar" acho que foi mais ou menos isso a frase, eu não quero depender de celular, mas eu acho que todos nós temos um porto seguro, para uns são orações, para outros são meditações, e para mim é ver Luba ;-;.
Tô me sentindo muito melhor escrevendo isso, vocês acham que eu devo far com minha mãe sobre o lance da piscicologa? Se vocês acharem que é o certo eu falo, e depois da consulta posso fazer uma segunda parte, espero que eu crie coragem.
Bom foi isso, agora eu vou ver algum vídeo, dorme bem! Até...
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2020.09.29 02:06 Shyvver Palavras Sinceras de um Jovem com Mentalidade de Velho

Olá pessoal do Reddit, tudo bem com vocês? Já faz um belo tempo que sigo está página, mas nunca tomei uma atitude para vir até aqui postar algo meu, talvez por que nunca enfrentei nenhuma situação de uma gravidade extrema ou coisa parecida, ou por que eu não saiba como organizar meus desabafos direitos.
Porém hoje, agora de noite, foi diferente, eu senti que poderia ter algumas coisas a dizer, e resolvi vir bater um papo com vocês, a propósito, tiveram um dia bom? Aprenderam algo novo hoje, ou compartilharam algum conhecimento valioso com alguém?
Eu acho que seria ótimo começar meu primeiro post de uma forma mais "Overall", vamos lá. Eu nunca fui um rapaz popular de escola alguma, na verdade, eu me acostumei bastante com o termo "Fantasma da Sala" por um bom tempo xD. Já teve um tempo em que eu me importava com coisas assim, popularidade, reconhecimento, aparência, dinheiro, enfim, coisas que quando jovens, sobem a nossa cabeça a ponto de acabar nos seguindo até a vida adulta, e por consequência, apodrecer um pouco o nosso interior.
Até o 9° ano do ensino médio, eu nunca tive amigas de verdade, eu nem acreditava que era capaz de ser bom no papo com garotas, e eu sempre fui muito seletivo com amizades também, aprendi rápido a diferenciar colegas de amigos, e amigos de melhores amigos. Sofri bastante com certas pessoas tóxicas que se infiltraram na minha vida e fizeram cada dia da minha vida, um verdadeiro inferno sem fim na terra, mas quem nunca não é? Eu aprendi com tudo isso, e passaria por cada um desses problemas denovo e denovo se fosse garantido todo o aprendizado que tive no final das contas.
Sofri no amor também, chorei, dei tudo de mim, me culpei, e quase me matei de tanta surra de xingamentos que eu mesmo me fazia escutar com a cara na parede. Mas isso não é uma história triste, eu também aprendi a tempo, o milagre do amor próprio, que eu era melhor companhia, e tudo o que eu teria em toda a minha vida, garantido, para todos os momentos. Sabe, eu costumava me envergonhar do meu antigo Eu, minha aparência, personalidade... Eu não era um dos melhores, mas tenho orgulho de mim mesmo, e daquele gordinho de cara emburrada que sofria bullying a beça do pessoal, mas nunca pensou em tirar sua própria vida, sempre aguentou tudo com punho de ferro, e uma danação de olho roxo ;)
Eu errei, prometi nunca mais fazê-lo, errei novamente, e continuei nesse ciclo até entender que eu nunca conseguiria deixar de falhar, isso claro, se não mudasse meus conceitos sobre algumas coisas o mais breve possível. Eu renasci diversas vezes, em silêncio, sem espalhar por status, ou stories em redes sociais, apenas eu ali, acompanhando todo o desenvolvimento do meu "personagem" ao longo dos meses. A inocência se foi, o garoto ingênuo amadureceu, meu senso de empatia e carinho só se elevou, acompanhado de um sentimento de justiça enorme por pessoas que já sofreram, ou sofrem atualmente.
Odeio comentar bem sobre mim mesmo, por que sinto que estou me gabando e parecendo arrogante, então peço perdão se passei essa impressão em algum momento. Minha autoestima aumentou demais nas últimas semanas, isso não me tornou um ser robotizado, eu ainda choro, e me sinto feliz por isso, eu sou humano, e acredito que enquanto eu continuar respirando, sempre vou ter uma segunda chance de acertar naquilo que não tive sucesso de primeira.
Eu aprendi muito, e sei que vou continuar aprendendo mais e mais, espero que vocês que estão passando por vários esgotamentos emocionais, consiga achar alguma fonte de força nesses parágrafos, eu sei o que é sofrer, ser usado, e até ser humilhado pelos idiotas do colégio publicamente kk, embora atualmente, as chances de alguém tirar sarro comigo sejam nulas, eu aprendi a me defender, e me virar em situações onde estou sozinho, portanto, não precisa se preocupar você aí que simpatizou com a história, tamo junto!
E para vocês que chegaram até aqui após cada palavra, linha, e parágrafo, obrigado pelo seu tempo! Continue forte amigo(a), o mundo é um lugar difícil, frio, e pesado, mas você é o protagonista da sua própria história, enquanto estiver de pé, vai poder mudar qualquer coisa, se souber como entrar nesse percurso, estarei torcendo por todos sempre, boa sorte!
Ps: atualmente eu tenho meu grupo de melhores amigos que não troco por nada, uma vida incrível, e uma personalidade da qual me orgulho, uma que sempre está disposta a ajudar e apoiar as pessoas a sobreviverem aqui na terra, um abraço de urso <3
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2020.09.25 15:27 Kasvai As amizades enganam,por mais de anos

Apesar de já ter superado a situação,achei que seria legal compartilhar.
Em 2014 (Tinha 9 anos),uma menina veio pra nossa escola,como eramos crianças,todos os meninos achavam ela estranha e tinham medo dela,incluindo eu. Conversava de vez em quando com ela e continuava achando ela estranha. Vou chamar ela de Amanda aqui.
Em 2016,ainda na mesma sala,eu acabo por sentar no assento na frente dela e,por isso,começamos a conversar com frequência,descobri então que ela era alguém super legal,conversamos por muito tempo sobre animes,um hobby que eu estava começando a desenvolver,que ela já tinha desde criança. Conheci vários animes incríveis por conta dela.
Em 2017 nós formamos um grupo de amigos em comum,composto por 7 pessoas,e tivemos 1 ano e meio muito legal juntos,brincavamos,papeavamos sobre como seriamos quando crescer,morar na mesma casa e tals,conversas bobas que,pra mim,tinha muito significado.
Em 2018,o grupo entrou em conflito total,não vou revelar o motivo das discussões,porém envolveu todos,o que acabou nos separando,3 pessoas foram para outras escolas e 1 pessoa foi para outro grupo,sobrando eu,Amanda e uma outra amiga em comum.
Em 2019,nós três eramos o que restava do grupo,mas não se importamos muito,conhecemos uma outra garota que se juntou ao grupo,e selecionou a amiga em comum como a melhor amiga dela,nada demais até aí.
Este ano,os trabalhos eram complicados e exigiam algumas reuniões presenciais dos alunos nas casas ou na escola no contraturno,foi aí que eu conheci a família da Amanda,e percebi que o motivo dela ser tão estranha pra quem não conhece,era ela ser a sombra da irmã dela,tudo que ela fazia,a irmã era melhor,a irmã tinha influenciado ela a assistir animes,percebi que ela sofria por causa disso,e então tentei ajudar. Fizemos prova de admissão em outris colégios juntos,estudavamos juntos,conversavamos quase todo dia,e tudo isso me deu esperanças de que eu estava ajudando.
Amanda,do nada,começou a ficar um pouco possessiva pela nossa amiga em comum,não aceitava que do nada alguém tinha roubado ela,eu pensei que era por conta dos problemas com a irmãe comentei isso com a menina que havia entrado no grupo aquele ano,e ela disse que também percebeu que a Amanda estava ficando possessiva demais,a Amanda começou a me ignorar no colégio e eu não estava entendendo nada daquilo,isso durou umas duas semanas,até que tomei coragem pra confrontar ela e dizer sobre aquilo,então mandei uma mensagem,algo como:
"Você está ficando um pouco paranóica com a amizade das duas,dá um pouco mais de espaço pra elas,você tem outros amigos também,tipo eu ou a *******".
A resposta que eu recebi foi a coisa mais horrível que me aconteceu,foi algo tipo:
"Desde o começo eu odeio sua personalidade,não sei como você pensou que seríamos amigos".
E ficou por isso mesmo,a minha melhor amiga por mais de 3 anos,do nada me manda uma dessa,eu fiquei totalmente sem chão,desolado,lutei tanto por ela simplesmente pra nada,todos aqueles rolês,o cinema,as besteiras,as risadas,ter que ouvir que tudo aquilo era falso e que eu tinha sido feito de bobo foi horrível.
A história acaba no ano novo,quando alguns amigos no qual eu estava passando as férias na praia pegam meu celular e ligam para o número dela,no qual eu fico bastante irritado e desligo a ligação,ela me manda uma mensagem:
"Oi,por que ligou?"
A partir daí nós tivemos nossa última conversa,na qual não quero dar detalhes,e decidimos cortar nossas relações.
Foi alguns meses depois para superar isso,mudei de colégio e conheci novas pessoas,hoje a frase "Não chore por ter acabado,sorria por ter acontecido" é uma das minhas frases favoritas,por mais que,talvez,as risadas delas foram falsas,as minhas foram reais,e eu me diverti muito enquanto durou.
Edit: comi palavras
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2020.09.18 02:40 iamassuregi Segunda chance ok, agora terceira, quarta e quinta ...

Preciso tirar isso do peito kkkkk então isso é longo
Eu conheço uma garota desde a sétima série, hoje tenho 24 anos. Essa garota por muito tempo foi minha amiga, mas sempre meio com vergonha. Kkkk eu não tinha uma boa aparência na época (e em minha defesa todo adolescente é feio) e hoje, olhando para trás, sinto que ela tinha vergonha de mim.
Em 2017 ela me apresentou a um amigo dela. Muito estranho, o cara tinha uns 40 anos e era amigo de uma moça de 21... Um dia fui dormir na casa dela, na época levei o PlayStation e ficamos jogando. Uma das irmãs, que tinha 15 anos aparece, totalmente bêbada. E esse coroa trazendo essa menina. Eu fiquei indignada, pois ela estava muito bêbada mesmo, até vomitou e desmaiou. Eu fechei a cara quando vi isso tudo e só pensava em chamar uma ambulância ou a polícia. Lembro que ele falou algo como: "Ela estava na minha casa com a minha filha, tomou só um pouco" e eu retruquei: "Ela tem quinze anos. Não devia ter tomado nada".
Esse foi o meu primeiro erro. O cara pegou raiva de mim aí.
Enfim, noutro dia fui pra minha casa e segui a minha vida.
Na época da escola éramos um trio: eu, essa garota e outro amigo. Esse moleque não era amigo dela há um tempo.
Outra visita a casa dela e ela me pergunta dele. Eu falo a verdade, que disse que nunca mais queria falar com ela. Tinha morrido pra ele. Volto pra minha casa e quanto estou deitada já, vejo uma ligação. Era o coroa me ligando.
Ele gritou comigo, disse que se fosse para eu falar desse amigo que eu não pisasse mais o pé na casa dela. Queria saber o que ela tinha feito pra ele, e eu apenas respondia: pergunta pra ela!
No dia fiquei morrendo de medo. Depois chorei de raiva. Mandei uma mensagem pra ela, dizendo que precisávamos conversar. No outro dia ela me respondeu, dizendo que iria falar com ele. Depois veio com uma conversa que não podia escolher lado pois não tinha ouvido a ligação para dizer o que cada um disse.
Depois disso me afastei, me ocupei com trabalho. Respondia ela pouco. Meu erro também, devia ter bloqueado nessa época. Também comecei a me arrumar bastante, me cuidar mesmo e a ter encontros kkk (e sim, agora sou bonita)
Ela me chamava para ir na casa dela sempre e dizia: leva o videogame, não tem nada aqui para fazer. Ela mora noutro bairro, muito contramão pra ônibus, então eu andava meia hora com um PS4 mochila, chegava lá morrendo. Eu acabava dormindo lá pois sempre ficava tarde pra voltar. Um dia eu falei pra ela que tava muito zoado para ir, pois estava tendo assalto direto e eu não poderia dormir pois tinha compromisso. Ela disse: então deixa o vídeo game aqui. Depois você busca.
Aí sim eu descobri, ela só queria jogar.
Então fui me afastando, até que ela surgiu meses depois fazendo perguntas sobre esse maldito videogame. Eu não entendo muito, tinha comprado ele no fim de 2016 pois foi uma baita promoção e eu usaria para ver vídeos do YouTube e alguns jogos que eu tinha visto gameplay. Mas por causa do trabalho quem usava mais era a minha família, para assistir. Então eu realmente não sabia responder nada. Foi uma semana de questionamentos até ela me pedir a minha conta da PSN. O coroa tinha dado um videogame para ela. Meu sangue ferveu, e eu disse que não. Ela veio com uma conversinha do tipo: "você não confia em mim?" Eu apenas disse: "sei que você não vai pegar nenhuma informação minha, mas não empresto pra você. Meses sem falar comigo e quando volta quer favores?".
Ela sumiu por três dias e quando voltou disse que não poderíamos mais ser amigas. E começou a escrever um textão. Eu simplesmente dei block e deletei o número. Isso foi no fim de 2018.
Nessa época eu estava meio mal, mudei para um emprego de meio período e fui passando sem comprar muita coisa. Vendi o videogame e resolvi estudar para entrar numa universidade. A situação financeira aqui em casa apertou tanto que eu praticamente sustentei a casa por uns meses com um salário de meio período. Deixei muito currículo mas nem chamavam... Enfim.
No fim de fevereiro desse ano entrei no meu Facebook e tinha várias mensagens dela, das irmãs, pedido para eu mandar mensagem pra ela. Eu sou muito curiosa, então não aguentei. Passei o meu número para a irmã e disse que entrar em contato comigo. Ela falou comigo e pediu desculpas.
E eu aceitei, pois estava numa paz e estava tentando mudar, ver o melhor nas pessoas. Estava muito de boas mesmo.
Ela veio perguntar da minha vida, eu disse que estava estudando e trabalhava algumas horinhas por semana.
Aí ela me pediu uma dicas para estudar pra FUVEST/Enem e acabamos combinando que eu poderia ajudar ela a estudar.
Desde 2019 eu estava muito calma, não me irritava com ninguém e também toda semana tirava um momento pra refletir os pontos da minha personalidade que tinha que melhorar. Mas eu fiz um grande erro: ser gentil não é ser otária. E eu estava sendo uma otária.
Acabou que o corona apareceu e bagunçou a vida de todo mundo, mas continuamos nos falando. Ela comentava lugares que queria ir e eu dizia "ah, depois do corona a gente vai". Acabou que a primeira oportunidade foi esses dias, quando sp começou a permitir que cursos extracurriculares voltassem. Decidi que iria fazer um curso de japonês, pois estava meio deprimida e queria algo para ocupar a cabeça. Chamei ela para dar uma olhada comigo na unidade da escola.
Eu já tinha comentado com ela que estava ficando bem ocupada recentemente, então podia ser que eu esquecesse de ver as mensagens. Falei pra ela que sábado ficaria fazendo um trabalho. Então sábado de manhã fomos ao curso de japonês e quando voltamos ela se convidou para ir na minha casa. Eu, por causa de estar ocupada e cansada, não queria ninguém aqui, então só disse que outro dia a gente marcava.
Depois disso ela nunca mais de respondeu. Ela tinha parado de falar com o coroa quando voltou a falar comigo, mas deve ter voltado.
Essa novela é tão grande e ruim que vou acrescentar uns detalhes aqui:
O que eu aprendi de tudo isso? Não fique perto de quem faz mal pra você. Seja gentil, mas não seja besta.
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2020.09.05 04:27 frdnt Despindo o Homem Encapuzado

A teoria abaixo é parte de uma serie de textos escritos por Cantuse em seu blog. Link: https://cantuse.wordpress.com/2014/09/30/the-hooded-man-uncloaked/
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O MANIFESTO : VOLUME II, CAPÍTULO III

Provavelmente, um dos maiores mistérios de A Dança dos Dragões é a identidade do homem encapuzado. Muitas pessoas foram propostas, de Robett Glover a Harwin e ao próprio Theon em algum estado dissociativo.
No entanto, acredito que posso fazer uma conclusão mais convincente de que o homem encapuzado não é nenhuma dessas opções mais conhecidas. Este ensaio explica minha teoria sobre o homem encapuzado e seu propósito em Winterfell.
Colocando minhas cartas na mesa, aqui estão as principais afirmações que faço:
NOTA: Este ensaio pode ser controverso em sua construção e conclusões. Deve-se notar que a identidade do homem encapuzado não é verdadeiramente crítica para que o restante do Manifesto valha a pena. Este ensaio é bastante independente, não afetando mais nada no Manifesto.
Em outras palavras, se você não gosta deste ensaio, pode simplesmente ignorá-lo e continuar.
[...]

PRIMEIROS SINAIS DO GIGANTE

Eu gostaria de um breve momento para destacar algo importante.
– Para lutar com Lorde Stannis, temos que encontrá-lo primeiro – Roose Ryswell observou. – Nossos batedores saíram pelo Portão do Caçador, mas até agora nenhum deles retornou.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
Batedores estão desaparecendo do lado de fora do Portão do Caçador. Este é o mesmo portão onde Mors Crowfood parece chegar um ou dois dias depois:
O rufar parecia estar vindo da Matadelobos, além do Portão do Caçador. Estão do lado de fora das muralhas.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
O desaparecimento dos batedores parece algo pelo qual Mors seria responsável. É consistente com o que encontramos no capítulo liberado de Theon de Os Ventos do Inverno: construir obstáculos e impedir ou matar aqueles que saem dos portões. No mínimo, Mors não quer que nenhum batedor encontre seu bando de garotos e informe a Roose Bolton.
Mais importante, os batedores ausentes indicam que Mors estava realmente fora de Winterfell há pelo menos um dia (talvez mais) antes de tocar seus berrantes de guerra.
Mas por que ele ficaria lá aguardando em segredo?
Para responder a essa pergunta, temos que mergulhar no mistério do homem encapuzado.

O IDIOTA DOS RYSWELL

É difícil imaginar o tipo de mente obtusa que é necessária para ser Roger Ryswell. Há algo de suspeito sobre a magnitude e a natureza de sua idiotice.
O Idiota dos Ryswell
Eu gostaria de um momento para mostrar algumas passagens:
– Um bêbado – Ryswell declarou. – Mijando da muralha, aposto. Escorregou e caiu.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
:::
– Esses mortos eram todos homens fortes – disse Roger Ryswell –, e nenhum deles foi apunhalado. O Vira-Casaca não é nosso assassino.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
:::
Roger Ryswell grunhiu.
– Se não é ele, quem é? Stannis tem algum homem dentro do castelo, isso está claro.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
:::
Ryswell não estava convencido.
– Ele, no entanto, ama seus bifes, costelas e tortas de carne. Rondar o castelo na escuridão exigiria que deixasse a mesa. O único momento em que faz isso é quando procura a latrina para uma de suas longas horas agachado.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
Vejam, pode ser apenas eu, mas não parece que ele está quase deliberadamente negando qualquer explicação possível para os assassinatos?
Da perspectiva de um leitor, não é também uma estranha coincidência que Roger faz afirmações que contradizem vários truques que nós realmente vimos em A Dança dos Dragões:
Roger nega que as três diferentes conspirações que descobrimos sejam verdadeiras ou se tornarão verdadeiras posteriormente no livro e rapidamente descarta o restante.
Como uma pessoa consegue ser tão boa em acidentalmente impedir uma investigação de assassinato?
Falta de contato visual
Quando você pensa no Homem Encapuzado e na descrição que temos dele, existem apenas dois detalhes que vêm à mente: sua capa e seus olhos.
Mais adiante, cruzou com um homem que vinha na direção oposta, uma capa com capuz agitando-se atrás dele. Quando se encontraram frente a frente, seus olhos se encontraram brevemente. O homem colocou a mão na adaga.
– Theon Vira-Casaca. Theon assassino de parentes.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
Assim, vemos que Theon dá uma rápida olhada na capa do homem. Vemos também que Theon evita contato visual com o homem.
Essa falta de contato visual pode ser importante para determinar a identidade do homem encapuzado. Não há dúvida de que Theon evita o contato visual em geral, podemos supor que isso aconteça de vez em quando.
No entanto, gostaria de apontar outro exemplo muito interessante que mostra Theon evitando deliberadamente o contato visual ou olhar para o rosto de uma pessoa:
Pernas de Aço o levou pelo Grande Salão, até o solar que certa vez fora de Eddard Stark. Lorde Bolton não estava sozinho. A Senhora Dustin estava sentada com ele, o rosto pálido e severo; um broche de ferro com o formato de uma cabeça de cavalo prendia a capa de Roger Ryswell; Aenys Frey estava em pé perto do fogo, as bochechas vermelhas com o frio.
– Me contaram que você anda vagando pelo castelo – Lorde Bolton começou. – Homens reportaram terem visto você nos estábulos, nas cozinhas, nos barracões, nas ameias. Foi observado perto das ruínas das torres caídas, do lado de fora do velho septo da Senhora Catelyn, indo e vindo do bosque sagrado. Nega isso?
– Não, ‘nhor. – Theon fez questão de falar mal a palavra. Sabia que aquilo agradava Lorde Bolton. – Não consigo dormir, ‘nhor. Eu caminho. – Manteve a cabeça baixa, olhos fixos nas velhas tábuas corridas no chão. Não seria sábio olhar sua senhoria no rosto.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
Você notou o rosto que Theon não conseguiu explicar?
A Senhora Dustin estava sentada com ele, o rosto pálido e severo; um broche de ferro com o formato de uma cabeça de cavalo prendia a capa de Roger Ryswell; Aenys Frey estava em pé perto do fogo, as bochechas vermelhas com o frio.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
Por que obtemos descrições dos rostos de Barbrey Dustin e Aenys Frey, mas apenas a capa e o broche de Roger Ryswell? Ora, mesmo que Theon não olhe para Roose Bolton, ele pelo menos explica a razão para não fazer isso.
Tenha em mente que este interrogatório acontece logo após o encontro de Theon com o homem encapuzado, então o contato visual furtivo pode ser um indicativo de um comportamento continuado daquele encontro anterior.
Além disso, um detalhe extremamente pequeno é que Theon se detém na capa de Roger, o único outro detalhe que temos sobre o homem encapuzado.
Existem outros elementos interessantes do interrogatório de Theon:
Dedos perdidos
Quando a Senhora Dustin exige que Theon remova suas luvas: Roger Ryswell não mostra nenhum interesse nos dedos perdidos de Theon. Os outros participantes (Barbrey Dustin e Aenys Frey) comentam especificamente sobre suas mãos. Ryswell não o faz, em vez disso, descarta imediatamente Theon como um suspeito, não com base nos dedos, mas na falta de força de Theon. Ele também o chama de vira-casaca aqui. Talvez sua falta de interesse nas mãos de Theon seja porque ele acabou de vê-los.
Vassalos rivais
A outra coisa interessante sobre Ryswell aqui é sua aversão particular por Wyman Manderly. Embora insultar o personagem de Manderly seja muito comum, Manderly e Ryswell não têm grandes motivos para animosidade e, portanto, as observações de Ryswell sobre Wyman parecem bastante enfáticas:
– Ele, no entanto, ama seus bifes, costelas e tortas de carne. Rondar o castelo na escuridão exigiria que deixasse a mesa. O único momento em que faz isso é quando procura a latrina para uma de suas longas horas agachado.
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
Este é um insulto particularmente venenoso.
Há um homem no norte que fez comentários grosseiros deste tipo sobre Wyman. Mors Papa-Corvos Umber:
– Manderly? – Mors Umber fungou. – Esse grande saco bamboleante de banha? Seu próprio povo caçoa dele, chamando-o de Lorde Lampreia, segundo ouvi dizer. O homem quase não consegue andar. Se espetasse uma espada na sua barriga, dez mil enguias torceriam-se para fora.
(ACOK, Bran II)
Os Umbers e Manderlys são conhecidos por entrarem em conflito por várias questões, como a herança das propriedades da Senhora Hornwood. Independentemente de qualquer trégua atual que possam ter, Mors continua sendo uma pessoa improvável de conter tais comentários depreciativos.
Agora você pode ver que estou começando a afirmar os dois pontos a seguir:
Devo admitir que, até agora, apresentei evidências interessantes, porém circunstanciais.
Não tenho dúvidas de que esses pontos parecem apenas parcialmente sólidos até agora. Mas tenha fé. O resto virá em alguns instantes.

O GRILHÃO DE RUBI

Então, onde está o “grilhão de rubi” - a braçadeira que Melisandre colocou em Mance Rayder em A Dança dos Dragões?
Sabemos que esse grilhão parecia criar e sustentar um glamour (ou ilusão), que Mance Rayder era na verdade Camisa de Chocalho.
Esta parece ser uma ferramenta incrivelmente valiosa, especialmente quando se fala sobre os tipos de atividade furtiva em que Mance e Mors estão envolvidos.
Então onde está? O que pode ser feito com isso?
Mance Revelado
Em primeiro lugar, sabemos que Mance não está usando a braçadeira de rubi, ou que ela pelo menos está desativada. Sua aparência como Abel é muito parecida com sua aparência original em A Tormenta de Espadas:
Uma mulher grávida estava em pé junto a um braseiro, cozinhando algumas galinhas, enquanto um homem grisalho com um esfarrapado manto preto e vermelho estava sentado numa almofada, de pernas cruzadas, tocando uma alaúde e cantando.
(ASOS, Jon I)
O Rei-para-lá-da-Muralha não se parecia em nada com um rei, e tampouco se parecia com um selvagem. Era de média estatura, magro, com feições bem definidas, astutos olhos castanhos e longos cabelos castanhos já quase totalmente grisalhos.
(ASOS, Jon I)
Os dedos de Abel dançavam pelas cordas de seu alaúde. A barba do cantor era castanha, embora seu longo cabelo já estivesse em grande parte cinza.
(ADWD, Theon)
Então, como ele removeu o grilhão de rubi?
O texto deixa claro que o grilhão de rubi não interfere de forma alguma com o livre arbítrio de Mance, conforme implícito no conforto de Melisandre de que suas visões diriam se Mance era uma ameaça para ela, e em ela sentir que ter o filho de Mance é o que obriga a sua lealdade.
Com isso em mente, não há razão para deixar a algema em Mance.
Um fator adicional é o fato de que a Camisa de Chocalho é absolutamente horrível. Ninguém acreditaria que ele é um cantor e artista, e mesmo que acreditasse, sua aparência mereceria mais escárnio do que qualquer outra coisa.
Além disso, Melisandre tem interesse em ver Mance bem-sucedido. Se o grilhão de rubi pode ajudar nessa tarefa, parece não haver razão para que ela interfira. Afinal, a missão de Mance é vital para a campanha de Stannis, quão importantes são os segredos dela em comparação a isso?
As regras do jogo
Melisandre revela alguns dos mecanismos internos de seus glamours:
– Os ossos ajudam – disse Melisandre. – Os ossos se lembram. As seduções mais fortes são construídas com tais coisas. Uma bota de um homem morto, um tufo de cabelo, um saco de dedos da mão. Com palavras suspiradas e orações, a sombra de um homem pode ser tirada de um e vestida em outro como um manto. A essência de quem veste não muda, apenas sua aparência.
(ADWD, Melisandre)
Isso é interessante porque é incoerente com as preferências de Martin sobre a implementação de magia em romances de fantasia:
Eu simpatizo mais com a maneira como Tolkien lidou com a magia. Eu acho que se você vai fazer magia, ela perde suas qualidades mágicas caso se torne nada mais do que um outro tipo de ciência. É mais eficaz se for algo profundamente desconhecido e maravilhoso, e algo que pode tirar o fôlego.
(George RR Martin sobre magia vs ciência: Weird Tales)
Isso sinalizar imediatamente para os leitores de que algo importante está acontecendo aqui: Martin decidiu que revelar o mecanismo interno dos feitiços era mais importante para a história do que preservar o encanto da magia.
Embora isso não seja evidência de nada em particular, certamente deixa aberta a possibilidade de que Martin não apresentou desordenadamente os mecanismos subjacentes do glamour sem um bom motivo. O trecho sobre glamours é notável precisamente porque não é característico de sua representação da magia em As crônicas de gelo e fogo .
Deixando de lado as opiniões de Martin sobre magia na ficção, também é notável que Melisandre forneça essas explicações naquele momento. Afinal, supostamente nunca mais veremos o glamour ou o grilhão de rubi novamente. Por que se preocupar em explicar tudo, se é irrelevante para Mance ou Jon Snow?
Juntas, essas ideias soam como se Martin pensava que os glamours eram importantes o suficiente para explicar aos leitores, sugerindo importância futura.
Quem está com o grilhão?
Se Mance não está usando a algema, onde está?
A melhor maneira de lidar com essa questão é considerar a origem primeira... quem terá autoridade final sobre quem fica com o grilhão?
Melisandre.
Agora reflita:
Faz todo sentido do mundo que ela o deixe usá-lo. Não há absolutamente nenhuma evidência de que Jon o tivesse, e é altamente duvidoso que ela o daria a outra pessoa ou privaria Mance de sua utilidade.
Isso significa que Melisandre deu o grilhão a Mance, colocando-o em posição de dá-la a qualquer pessoa que encontrar. Portanto, a ideia de que Mors Papa-Corvos estava com o grilhão é, no mínimo, plausível.
A ideia de que Mors está com o grilhão faz muito sentido: fornece a ele uma maneira de acessar Winterfell e garantir que tudo esteja pronto para a missão de resgate. Afinal, Mors deve ter considerado a possibilidade de que Mance falhou em sua missão, Mors não poderia simplesmente tocar sua bateria e soprar suas buzinas indefinidamente.
No entanto, fazer 'muito sentido' e ser a resposta definitiva são duas coisas muito diferentes. Será necessário investigarmos mais para tornar esta afirmação convincente.
* * *
Não, não expliquei nem articulei que Mance sabe usar a braçadeira. Mas acredito que o convencimento de que o grilhão será usado pode ser feito sem que este fato seja revelado.

MORTE DE UM RYSWELL

Se eu acredito que Ryswell é um antagonista secreto?
Não. Roger Ryswell está morto .
Deixe-me explicar.
Um broche de cabeça de cavalo
Roger Ryswell usa um broche ímpar para prender sua capa:
um broche de ferro com o formato de uma cabeça de cavalo prendia a capa de Roger Ryswell
(ADWD, Um Fantasma em Winterfell)
Lembre-se do que Melisandre disse:
– Os ossos ajudam – disse Melisandre. – Os ossos se lembram. As seduções mais fortes são construídas com tais coisas. Uma bota de um homem morto, um tufo de cabelo, um saco de dedos da mão. Com palavras suspiradas e orações, a sombra de um homem pode ser tirada de um e vestida em outro como um manto. A essência de quem veste não muda, apenas sua aparência.
(ADWD, Melisandre)
Parece ser uma observação justa que o broche (e talvez a capa) seria uma fonte ideal para um glamour.
A confusão de Theon
Havia uma passagem no início de A Dança dos Dragões que sempre me intrigara:
Uma coluna de cavaleiros veio logo atrás, liderada por um fidalgote com uma cabeça de cavalo em seu escudo. Um dos filhos de Lorde Ryswell, Fedor soube. Roger, ou talvez Rickard. Ele não sabia quem era quem quando estavam separados.
– Estes são todos? – o cavaleiro perguntou, do alto de um garanhão castanho.
(ADWD, Theon)
Portanto, vemos que Theon tem problemas para diferenciar Roger de Rickard. É possível então que ele pudesse confundir os dois, dentro de determinadas circunstâncias.
Tenho certeza de que a confusão não está presente em situações de grupo, em que seria capaz deduzir qual deles era com base nas ações dos demais. Essa confusão seria mais proeminente em situações em que ele não tivesse outras pessoas para ajudar: em situações silenciosas e solitárias.
A utilização mais proeminente dessa dificuldade ocorre na noite anterior ao início dos assassinatos:
Sob a Torre Queimada, passou por Rickard Ryswell com o nariz enfiado no pescoço de outra das lavadeiras de Abel, a gordinha com bochechas de maçã e nariz achatado. A garota estava descalça na neve, embrulhada em um manto de pele. Ele imaginou que estivesse nua por baixo. Quando ela o viu, disse algo para Ryswell que o fez gargalhar.
(ADWD, O vira-casaca)
É interessante considerar que este aí pode ter sido Roger Ryswell.
A oportunidade
Com base na descrição, a esposa de lança nesta cena é Frenya, uma mulher corpulenta que é bastante habilidosa no combate: na tentativa de fuga, ela conseguiu lutar com uma lança de um dos guardas de Bolton e ferí-lo.
Quando você reflete sobre Frenya estar realmente se atirando sobre Roger (e não Rickard), as hipóteses de repente ganham vida!
Roger está sozinho em uma área isolada de Winterfell, com a esposa de lanças Frenya. A oportunidade de matar Roger para pegar seu broche e sua capa surgiu.
Lembre-se de que os assassinatos começam a acontecer na manhã seguinte a Theon ver Ryswell com Frenya.
A teoria
Usando as ideias que apresentei até agora, gostaria de montar uma teoria sobre Roger Ryswell.
  1. Frenya atraiu Roger Ryswell para o topo da muralha interna de Winterfell. Ela pegou a capa dele e então o empurrou para a morte.
  2. Esta capa foi então atirada ou enviada para Mors Papa-Corvos.
  3. Mors, em posse do grilhão de rubi, usou a capa para parecer Roger e entrar em Winterfell.
  4. Ele então fica por perto, talvez debatendo coisas ou reunindo conhecimentos. Ele participa das investigações dos assassinato, sabotando-as.
  5. Ele encontra Theon na famosa cena do “Homem Encapuzado” e novamente no interrogatório.
  6. Sua presença no interrogatório é o que dá a Mors a confiança de que a missão pode começar.
    Essa teoria faz sentido por alguns motivos:
Vernáculo compartilhado
Sempre houve uma notável semelhança entre duas afirmações, uma feita por Mors Umber e a outra pelo encapuzado:
– Theon Vira-Casaca. Theon assassino de parentes.
– Não sou. Eu nunca... eu era um homem de ferro.
– Falso é tudo o que você era. Como é que ainda está respirando?
(ADWD, Um fantasma em Winterfell)
:::
Em vez disso, ele choramingou através de dentes quebrados e disse:
– Sou...
– ... um vira-casaca e assassino de parentes, – Papa-corvos completou. – Segurará essa língua mentirosa ou a perderá.
(TWOW, Theon – tradução minha)
É notável que pouquíssimas pessoas se refiram a Theon como um assassino de parentes: Mors, Rowan e o Homem Encapuzado.
Mas isso nada se compara ao fato de que o homem encapuzado e Mors chamam Theon de vira-casaca, assassino de parentes e mentiroso / falso ... exatamente na mesma ordem.
Por algum tempo, isso sugeria a possibilidade de Mors ser o homem encapuzado, mas seu olho a menos [de Mors] me impedia de explicar essa possibilidade.
No entanto, a braçadeira de rubi subverte esse problema perfeitamente.
Ocultando o corpo
Vamos revisitar o primeiro assassinato, usando essa teoria como um guia.
Para refrescar sua memória:
Com esta teoria como guia, de repente fica claro: a primeira vítima de assassinato, o corpo enterrado na neve, era na verdade Roger Ryswell.
Em primeiro lugar, há algo muito singular neste assassinato em comparação com todos os outros: o corpo estava escondido.
Os outros assassinatos estavam todos à vista e tiveram um claro componente psicológico. Este corpo não era para ser descoberto:
Se as cadelas de Ramsay não o tivessem desenterrado, ele poderia ter ficado lá até a primavera. Quando Ben Ossos o puxou, Jeyne Cinza havia comido tanto do rosto do morto que meio dia se passou antes que soubessem com certeza quem era: um homem em armas de quatro e quarenta anos que marchara para o Norte com Roger Ryswell.
(ADWD, Um fantasma em Winterfell)
Além disso, é interessante que o rosto tenha sido comido porque tornou a identificação impossível. Caberia quase inteiramente a “Roger Ryswell” apurar a identidade do homem. Talvez seja por isso que Roger foi tão rápido em descartar o corpo como sendo apenas um bêbado.
Mais uma coisa a notar é que “Roger” declara que a vítima provavelmente estava mijando à beira da muralha:
– Um bêbado – Ryswell declarou. – Mijando da muralha, aposto. Escorregou e caiu. – Ninguém discordou. Mas Theon Greyjoy se perguntou por que um homem subiria por degraus escorregadios de neve até as ameias, na escuridão da noite, apenas para mijar.
(ADWD, Um fantasma em Winterfell)
Isso poderia de alguma forma implicar que as calças do homem morto estavam abertas ou abaixadas?
Fosse esse o caso, não poderia ser mais provável que o homem estivesse envolvido em um ato sexual quando caiu e morreu? No mínimo, certamente parece mais plausível que um homem procurasse um canto recluso para fazer sexo no alto das muralhas do que que ele tenha escalado uma muralha para mijar.
Resumidamente, se o morto estivesse no meio de algo que envolvesse seu pênis ficar fora das calças enquanto estava em cima das muralhas, provavelmente seria para sexo e não para urinar.
Se for esse o caso, temos que reconhecer que no dia anterior à descoberta do corpo, Theon viu um Ryswell com Frenya. Naquele momento, Theon observa que Frenya provavelmente “estivesse nua por baixo” da capa de pele de urso. Isso parece implicar que eles estavam fazendo (ou iam) fazer sexo. Minha opinião pessoal é que Frenya atraiu Roger Ryswell para o topo das muralhas, prometendo sexo oral. Durante o ato, ela agiu e o matou.

Preparado o palco

Voltando aos pontos iniciais deste ensaio, há questões que precisam de respostas:
  1. Dado que Mors e Mance colaboraram na missão de resgate, como Mors saberia que Mance estava pronto para levar a missão a cabo?
  2. Como Mance saberia que Mors estava fora de Winterfell, pronto para receber Arya?
  3. Por que Mors permaneceria em segredo fora de Winterfell por um dia ou mais antes de tocar seus berrantes?
Mors poderia facilmente indicar a Mance que ele estava no a postos: os berrantes de guerra fazem isso muito bem.
O verdadeiro problema é informar Mors de que a missão de resgate está pronta para acontecer. Para isso, os selvagens precisam ter algum tipo de sinal ou outra forma de se comunicar com Mors. Também pode haver detalhes específicos que modificam quaisquer planos que Mors e Mance possam ter inicialmente traçado.
Em última análise, Mance e Mors iria precisar de alguma forma de se comunicar. Eu acredito que foi por isso que Mors permanece por vários dias fora Winterfell antes de anunciar sua presença com os berrantes de guerra. Ele usa sua presença icógnita para acessar Winterfell e verificar se tudo está pronto para a tentativa de resgate. Talvez seja por isso que os batedores tenham desaparecido, para garantir o disfarce ou algo semelhante.

IMPLICAÇÕES

Existem algumas idéias (e questões) interessantes que surgem a partir deste ensaio:
O que aconteceu com o grilhão de rubi?
Eu acredito que é entregue a Mance antes da partida final de Papa-Corvos do castelo. Isso ocorre porque há evidências de que isso é fundamental para a “estratégia de saída” de Mance.
Senhora Dustin ou o outro Ryswell não notariam?
Os Ryswells se odeiam abertamente. Eles não prestam muita atenção às nuances do comportamento de seus irmãos.
Os Ryswells eventualmente não perceberiam que Roger estava desaparecido (depois que Mors saiu)?
Eventualmente. Não acho que Mors ou Mance realmente se importariam, e ninguém teria ideia do que realmente aconteceu.
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2020.09.04 18:33 DanteStonecross Senta que la vem história

Eu to a algum tempo lendo e comentando coisas nesse /, e eu sempre quis dizer varias coisas aqui, porque de algum jeito eu me sinto confortável de ver essas coisas e todos vocês, mesmo discordando com algumas pessoas aqui e ali ta tudo bem, discordar é normal, faz a gente mais humano.
Mas eu queria muito contar uma história aqui hoje, é uma jornada importante pra mim, e eu espero que vocês gostem de me ver aprendendo uma coisa muito complicada. Nessa história, todos os nomes serão fictícios, e será um resumo muito resumido, então a grande maioria dos fatos não está aqui, mas o que isso tudo me ensinou, você vai poder ver com certeza.
Eu sempre fui um Romântico, e quando eu digo Romântico, eu falo da escola literária, eu não uso aquele português difícil, mas eu enxergo o mundo de uma maneira similar, eu vivo os momentos com as pessoas com intensidade, com muito sentimento, e os momentos seguintes a esses vem a melancolia.
A primeira vez que eu me apaixonei quando tinha 11 anos, o mundo se tornou diferente pra mim, era como se de repente todo o resto fosse preto e branco, e apenas aquela garota fosse colorida(eu tenho essa história contada em um texto, que é o ponto inicial da minha depressão, escrito exatamente como aquela criança enxergava o mundo, se ao final alguém se interessar eu mando sem problemas).
E, perto se fazer 14, em 2013, eu conheci uma garota muito mais do que bonita, ela era simplesmente divina aos meus olhos, ela era tão incrível, ela tinha absolutamente tudo que eu gostava. Eu conheci a Ágata dando aulas de matemática(o que mais um nerd faz?) e algo me chamou muita atenção: mesmo com 13 anos eu já tinha dado muitas aulas pra muitas pessoas e todo mundo tem um limite, todo mundo desiste(pede uma pausa) depois de X questões, mas ela não, mesmo sem entender muitas coisas ela persistia até o fim tentando entender tudo, até o horario dela ir embora ela continuou la, com o caderno e a caneta fazendo de tudo pra conseguir entender.
Bons meses depois Ágata se tornou minha melhor amiga(embora no início ela respondia minhas mensagens a cada 3 semanas, sem exagero!), e mais um tempo depois e muitos conflitos com a família dela, a gente começo a namorar.
Eu ainda não posso explicar o que era a sensação de namorar com ela, ela era literalmente o que todo garoto sempre sonhou: baixinha, cabelo cacheado, um rosto muito agradável, um sorriso lindíssimo, peitos e bunda enormes(ENORMES), cantava feito um anjo, era popular, divertida, extrovertida, dedicada, esforçada... É uma lista de qualidades que, na época, transbordava.
De 2014 até 2019, nós tivemos 3 anos de relacionamento e 5 anos de amizade, e eu aprendi muito mesmo em todos esses anos. O motivo do término do relacionamento(numa versão em resumo do resumo do resumo) foi, principalmente, possessão. Eu tenho um pai que é extremamente possessivo e eu levei 14 anos pra sair das garras deles(ou seja, ainda era recente quando eu conheci ela), e 1 ano depois do namoro ela começou a querer cada vez mais a minha atenção, onde eu não sentia mais liberdade pra fazer coisas que eu queria, porque eu tinha que ficar 3 horas falando no telefone com ela(e eu nem gosto de falar no telefone).
Não me entendam mal, eu não estou dizendo que fui perfeito, que não tive defeitos ou que só eu que estava passando por problemas, acabou porque precisava acabar. Inclusive se você, Ágata, por algum motivo descobriu o reddit e se reconhecer nesse post, saiba que mesmo não mais falando com você e não conseguindo mais olhar na sua cara(história pra outro dia), você pra sempre terá minha gratidão e meu respeito, nós vivemos muitas coisas juntos e, se hoje eu sou um homem, foi você que o moldou, muito obrigado.
Quando isso terminou, eu comecei a conversar mais com uma outra garota que eu conhecia, estudava na mesma escola que a gente, e conforme eu a conheci, ela começou a conquistar cada vez mais espaço no meu coração.
Carol era uma mulher interessante de várias maneiras, ela era extremamente extrovertida, cantava muito bem, tinha muitas histórias pra contar, era uma das pessoas que mais tinham ficado com gente na escola, e principalmente, ela tinha acabado de ganhar uma filinha. O jeito que a Carol olhava pra filha dela me fazia querer estar por perto, não porque ela parecia uma mãe incrível, mas porque havia uma dualidade dentro dela: aquela criança foi concebida de um estupro, onde foi muito difícil aceitar conceber a criança, quando ela nasceu era completamente visível que ela não sabia o que fazer, ela amava mais do que tudo aquela criança, ao mesmo tempo que ela via o homem que fez isso quando olhava pra ela(graças a deus, isso mudou bem rápido).
O tempo passou e eu e Carol começamos a nos dar muito bem, e em meados de 2019 a gente se beijou pela primeira vez, essa foi oficialmente a segunda pessoa que eu beijei na vida e cara, que coisa mais estranha, eu não sabia nem como descrever o que tinha sido aquilo de tão estranho... Até que ela me beijou uma segunda vez, e ai oficialmente, aquele era o melhor beijo do mundo.
Eu e Carol ficamos mais algumas vezes, e a gente se dava muito bem em tudo, até na cama era muuuuito diferente do que era com a minha ex, e a gente fazia tantas coisas juntos, viamos animes, conversavamos sobre varias pessoas, saíamos pra comprar roupas...
Cada dia que passava o meu sentimento só aumentava, e quanto mais ele aumentava, mais coisas que eu achava incríveis aconteciam, como a gente ver as coisas abraçadinhos, ficar de mãos dadas, varias dessas coisas de casal.
O meu erro? Carol desde o inicio falou "Não se apaixona por mim, eu não me apaixono por ninguém". Eu segui essas instruções o quanto foi possível, mas cara, talvez fosse loucura minha, mas parecia muito que ela também estava apaixonada, não com palavras porque toda vez que eu mencionava ela mudava a expressão e o jeito por um tempinho, mas as atitudes dela, os nossos momentos...
Depois de um tempo, no inicio desse ano, eu tentei cortar a Carol da minha vida torcendo pra que resolvesse meu problema, e deu certo por 1 mês até que ela me mandou mensagem perguntando quanto tempo isso levaria. Eu dei o meu melhor e coloquei todos os meus sentimentos em um texto, cada palavra continha tudo que eu sentia por ela, e ela também fez um texto de volta pra mim, e eu pude sentir o que ela sentia também, ela queria ser só minha amiga, e nada mais.
Nós ficamos mais 3 ou 4 meses sem nos falar até que, por intermédio de uma amiga em comum, a gente voltou a se falar e, desde então eu vi Carol mais umas 3 ou 4 vezes, mas é tudo muito estranho, a gente troca mensagens uma vez por semana e olhe la, eu nem acredito que um dia a nossa amizade volte, quanto mais a gente ficar ou coisas do tipo.
Mesmo com tudo isso, ela sempre viveu no meu coração.
Porem aqui vem a lição, meus amigos.
Há semanas atrás, eu consegui contato com uma garota que a gente não se via a muitos, muitos anos. Sabe aquela história de primeiro amor a gente nunca esquece? Esse foi meu segundo, e o que eu verdadeiramente nunca esqueci, eu sempre vou me lembrar do meu primeiro dia de aula numa escola completamente nova, e no fim do dia eu ainda todo perdido uma garota me puxa, me olha nos olhos e a primeira coisa que ela diz pra mim é: "Você namoraria comigo?". A resposta pra essa pergunta era não, obviamente, foi muito aleatório, mas eu estava tão nervoso que saiu "sim", ela deu um sorrisinho e voltou ao que tava fazendo. Desde aquele dia, Livia se aproximou cada vez mais de mim, e ela tentou me conquistar todos os dias, e acreditem em 2012/13 eu não era naada fácil.
E quando eu consegui falar com ela novamente, alguma coisa dentro de mim estalou, a gente voltou a conversar e era como se nada tivesse mudado, a gente conseguia desenvolver do mesmo jeito que a gente sempre fez, nem parecia que tinham 7 anos sem contato. A gente se viu algumas vezes(sim, eu sei que a gente ta de quarentena, todas as medidas de seguranças foram tomadas pra gente conseguir) e, cara, eu tinha me esquecido o que é olhar pra alguém que te olha como se você fosse uma obra prima, aquele olhar de quando éramos crianças não mudou nem um pouquinho, ela ainda olha pra mim como se eu fosse a pessoa mais legal do mundo.
Eu, com todos os meus defeitos, com todas as minha chatisses e meu jeito ""inteligente"" de ser, onde a lista de qualidades é exatamente igual a lista de defeitos, ela me vê como se fosse alguém muito mais do que incrível.
E eu olho pra ela assim também, e quando eu a olho, eu quero que ela sinta a pessoa incrível que eu vejo, uma pessoa que passou por inúmeros problemas pelo mundo afora e ainda passa, alguém que realmente foi a raiz do meu gosto pelas mulheres, que me ensinou que atitude é a melhor caracteristica possível em alguém, e que eu quero alguém com isso na minha vida, alguém que tenha coragem de me puxar pelo braço e dizer que me quer, alguém que queira os meus toques, alguém que querias os meus carinhos, as minhas massagens, os meus abraços, as minhas implicações, assistir animes ou séries comigo, beber comigo, aprender e viver todo tipo de experiências e situações. É isso que eu quero com ela também!
Esse é um pedacinho da minha odisseia, eu pedi a Deus, ao universo, a seja la o que for que estiver ai fora por nós, pra que 2020 seja um ano de apredizados e conquistas, 2020 foi o ano mais difícil da minha vida, onde por conta de um treinamento pra competição, da pandemia(home office) e tambem por causa de ter a Carol na minha cabeça, eu passei pela pior fase da minha vida, mas eu consegui correr atrás de ajuda a tempo(onde eu devo a minha vida a minha hipnoterapeuta, que mulher excepcional) e, no final dessa jornada, eu cresci muito e me tornei bem mais forte.
Muito obrigado, eu deixo aqui os meus agradecimentos a todas essas garotas, que me mostraram quem eu quero junto a mim e quem eu quero ser, a minha mãe que é a melhor mãe do mundo e, mesmo a gente se desentendendo as vezes, eu não resistiria sem ela, a minha hipnoterapeuta que consegue a façanha de me colocar em transe(hipnose ericsoniana é a melhor, sem dúvidas!) e que me ensinou muuuito mais lições do que eu teria aprendido em 20 anos da minha vida.
E principalmente, muito obrigado a mim mesmo, por ter aguentado até aqui, por nunca ter parado de ir pra frente mesmo pensando todos os dias em desistir, em jogar tudo pro ar, pensando até em coisas muuito, mas muuuuito mais escuras nos dias mais dificeis, mesmo assim nós estamos aqui, prontos para a proxima jornada, onde a gente vai sofrer, mas a gente vai aprender algo a respeito disso no final.
Se você chegou até aqui, meu caro amigo, eu só queria te contar a história de como eu descobrir o que, pra mim, é o amor. Amor é o que eu sinto quando olho pra alguém que também me devora com o olhar e as atitudes, amor não é toda a intensidade, todo o fogo, toda a loucura, não! Pode ser um pouco disso, mas principalmente, amor é reciprocidade, é você não ter que se esforçar em mudar 1001 coisas só pra agradar a pessoa, quem você ama e quem te ama de verdade gosta de você por ser quem você é, e é isso que eu quero pra minha vida, amar e ser amado!
Eu não sei se eu e Livia vamos ficar juntos, a gente deve descobrir mais a frente, mas eu sei que eu quero isso, e se o destino(ou o universo, ou deus...) não permitir que a gente fique junto, tudo bem, eu sei agora o que procurar, e que vai existir mais alguém que olhe pra mim do jeito que eu olho pra ela.
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2020.08.31 05:07 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 7)

O objetivo inicial de Stannis era sentar no Trono de Ferro. Minha impressão é que esse era o plano desde que ele abandonou Porto Real. Outros leitores alegam que esta intenção surgiu apenas depois da morte de Robert. Qualquer que seja o caso, todos devemos concordar que este era o objetivo ao menos desde o Prólogo de A Fúria dos Reis.
Por sua vez, Melisandre já alegava que o rei era a reencarnação de Azor Ahai. Talvez já pensasse assim antes. Mas não sabemos. Tudo que sabemos é que a mulher vermelha promoveu Stannis a herói renascido e nunca o tirou do altar.
Até Tormenta de Espadas, Stannis nunca havia se identificado com o papel de Azor Ahai. Só seguia os conselhos da feiticeira de Asshai para tentar reverter a desvantagem que Renly havia lhe imposto. Depois que conseguiu precisava para combater seus inimigos, até a colocou na geladeira. Atacou Porto Real apenas como Stannis Baratheon, não Azor Ahai, algo que Melisandre não tardou em usar isso contra ele, depois que retornou derrotado à Pedra do Dragão.
Ela voltou a afirmar que ele era um herói renascido e, derrotado e desmoralizado, Stannis começou a lhe dar ouvidos. Ela lhe mostrou uma visão no fogo, falou de uma guerra contra a escuridão, disse que poderia acordar um dragão da pedra, requisitou sangue de um rei e temperou a fábula de Azor Ahai de modo que o herói também era um rei legítimo.
O truque de Martin foi deixar Stannis e Melisandre muito tempo a sós, pensado que Davos havia falecido. Depois o truque foi Davos retornar com um plano para matar a sacerdotisa, o que o tornava mais um traidor. O rei só chama Davos porque Melisandre requisita, mas nem a feiticeira nem Baratheon poderiam prever que o cavaleiro das cebolas atiraria verdades duras a seu suserano.
Stannis fica impressionado, e provavelmente abandona a noção de que Davos era um traidor, pois pergunta por que o cavaleiro queria matar a mulher vermelha. Depois que percebe que as razões eram pessoais (e não para traí-lo), o rei de Pedra do Dragão começa a abrir o jogo, mas de modo confuso e atrapalhado. Provavelmente porque não ele não sabe do que está falando. Só está repetindo o que ouviu de Melisandre.
O objetivo de Baratheon agora é lutar na “grande batalha” e unir toda Westeros contra o Grande Outro. É um plano parecido com o anterior, mas agora Stannis precisa abandonar a ideia de simplesmente ‘tomar o trono’ para abraçar o ideal de ‘unir o reino’. À semelhança de Aegon, o papel agora é acabar com as disputas internas e consolidar a figura de um único governante. Mas tal como Aegon, precisa-se de um dragão. Para conseguir o dragão Edric Storm deve ser sacrificado.
A areia corre agora mais depressa pela ampulheta, e o tempo do homem sobre a terra está quase no fim. Temos de agir com ousadia, senão toda a esperança estará perdida. Westeros tem de se unir sob seu único rei verdadeiro, o príncipe que foi prometido, Senhor de Pedra do Dragão e escolhido de R’hllor. […] – Dê-me o garoto, Vossa Graça. É a maneira mais segura. A melhor maneira. Dê-me o garoto e acordarei o dragão de pedra.
(ASOS, Davos IV)
Mas como é possível unir o reino sem antes tomar o trono? Não são ideias que redundam no mesmo ponto? Segundo o discurso legalista de Stannis, não. Tendo Stannis a convicção de que o reino e trono já são seus, diminui-se a urgência de tomá-los.
Não é questão de desejo. O trono é meu, como herdeiro de Robert. Essa é a lei. Depois de mim, deve passar para a minha filha, a menos que Selyse finalmente me dê um filho. – Passou três dedos levemente pela mesa, sobre as camadas de verniz liso e duro, escurecido pela idade. – Eu sou rei. Os quereres não entram nisso.
(ASOS, Davos IV)
Este discurso convenientemente repetido por Baratheon é a brecha para que permite a Stannis aceitar outros rumos que não atacar Porto Real novamente. Não fosse assim, por que ele sequer daria ouvidos a um plano de Axell Florent e Salladhor Saan para atacar a Ilha da Garra? Ou então por que Stannis esperaria tanto tempo para que Melisandre comprovasse a eficácia de suas promessas?
De todo modo, o discurso de que o título lhe pertence, aconteça o que acontecer cai como uma luva em sua nova mentalidade de herói mítico. Mais tarde será este discurso que autorizará que Stannis deixe Pedra do Dragão para responder ao pedido de ajuda da Patrulha descoberto por Davos. O rei viu a visão no fogo e aquilo o fez relativizar a buscar pelo trono.
Com meus próprios olhos. Depois da batalha, quando estava perdido em desespero, a Senhora Melisandre pediu-me para fitar o fogo da lareira. […] o que vi foi real, apostaria nisso o meu reino.
E foi o que fez – disse Melisandre.
(ASOS, Davos IV)
Mas os discursos dos personagens não veem sempre em seu auxílio. As vezes, ele são uma arma para ser usada contra ele. Esta é a razão pela qual Stannis fez de Davos sua Mão. Mas também é a razão pela qual Davos não será punido pela flagrante traição em traficar Edric Storm para Lys.
Ao condenar um eventual ataque a Ilha da Garra, Davos fez Stannis perceber que puniria homens como ele mesmo: que estavam obedecendo ordens de seu senhor contra o rei. Quando leu o pedido de ajuda da Patrulha da Noite, Davos usou a visão que Stannis e Melisandre lhe haviam contado e as profecias da grande guerra contra eles mesmos. Se Baratheon agisse diferentemente naqueles momentos, estaria virtualmente demonstrando que não era rei, herói ou sequer o Stannis que ele conhecia.
Não quero dizer com isso que Stannis não sofre transformações ao longo de A Tormenta de Espadas. Pelo contrário. O rei muda muito o seu discurso de um capítulo para o outro neste livro. O final do Davos IV e o começo de Davos V são espelhos um do outro. A situação modifica-se rapidamente quando as circunstâncias forçam o rei derrotado a admitir que Melisandre pode ter razão sobre o sangue de rei. Porém, nem todas as mudanças vieram em favor da tese de Melisandre. Ao dar alguma razão à feiticeira na mesma medida em que lhe retirava, Martin objetiva criar mais conflito interno no personagem, forçando Stannis a tomar uma decisão que refletisse sua personalidade da forma mais autêntica possível.
Primeiro, falemos das suspeitas que surgem de um capítulo para o outro.
Stannis antes achava que R’hllor deveria escolher alguém melhor, se achando inadequado para o destino que lhe era imposto. Entretanto, ao reparar que R’hllor escolhe como seus instrumentos os homens mais pífios e desonrosos, Baratheon passa a duvidar da lisura de seu deus.
O Senhor da Luz devia ter feito de Robert o seu campeão. Por que eu?
Porque é um homem reto – disse Melisandre.
(ASOS, Davos IV)

Será que a mão de R’hllor é manchada e entrevada? – perguntou Stannis. – Isso parece mais obra de Walder Frey do que de qualquer deus.
R’hllor escolhe os instrumentos de que necessita. – O rubi na garganta de Melisandre brilhava, rubro. – Seus caminhos são misteriosos, mas nenhum homem pode resistir à sua vontade ardente.
(ASOS, Davos V)
Por outro lado, após ser persuadido por Davos a não atacar a Ilha da Garra, Stannis falava em trazer justiça para cada pessoa nos sete reinos, independente da classe. No capítulo seguinte, porém, vislumbrando a chance de angariar apoio político fácil, fala que oferecerá indultos totais aos traidores que perderam seus reis para as sanguessugas de Melisandre. Mais do que qualquer coisa, essa passagem demonstra o quanto Stannis estava ávido para se livrar do dilema moral envolvendo o sacrifício de Edric.
Eu trarei justiça a Westeros. Algo que Sor Axell compreende tão mal quanto compreende a guerra. A Ilha da Garra não me traria nada... e seria uma coisa maligna, como você disse. Celtigar tem de pagar o preço da traição pessoalmente. E quando eu subir ao trono, pagará. Cada homem colherá o que semeou, do mais alto dos senhores ao mais baixo rato de sarjeta. E alguns perderão mais do que as pontas dos dedos, garanto. Fizeram o meu reino sangrar, e não me esqueço disso.
(ADWD, Davos IV)
...
O lobo não deixa herdeiros, a lula gigante deixa muitos. Os leões vão devorá-los, a menos que... Saan, vou precisar de seus navios mais rápidos para levar enviados às Ilhas de Ferro e a Porto Branco. Oferecerei indultos. – O modo como cerrou os dentes mostrou o pouco que gostava da palavra. – Indultos totais, para todos aqueles que se arrependerem da traição e jurarem lealdade ao seu legítimo rei. Têm de compreender…
(ASOS, Davos V)
Outra dúvida que acomete Stannis tem relação com a própria credibilidade das visões no fogo. Na primeira conversa, Stannis tem uma convicção profunda sobre o significado do que viu nas chamas. A seguir, mostra-se cético. Eu diria que, aqui, o rei está desdenhando do sucesso das sanguessugas com base nas previsões ambíguas que Melisandre fez no passado. Outra tentativa de se esquivar do sacrifício do bastardo de Robert.
A convicção na voz do rei assustou Davos profundamente.
(ASOS, Davos IV)
...
Há mentiras e mentiras, mulher. Mesmo quando essas chamas falam a verdade, estão cheias de truques, parece-me.
(ASOS, Davos V)
Porém, Melisandre conseguiu incutir algumas ideias em Baratheon. Quando libertou o Cavaleiro das Cebolas, Baratheon elogiava Edric Storm e se mostrava enfurecido por pensarem que ele o faria mal. Na segunda conversa, contudo, depois que Melisandre tanto destaca quanto o bastardo era a encarnação de uma afronta (e até mesmo de uma maldição) contra o rei, ele passa a expressar uma opinião negativa sobre o garoto.
O garoto encantou-o? Tem esse dom […]. Penrose preferiu morrer a entregá-lo. – O rei rangeu os dentes. – Isso ainda me enfurece. Como ele pôde pensar que eu iria fazer mal ao garoto?
(ASOS, Davos IV)
...
Já estava farto desse maldito garoto antes mesmo de ele nascer – protestou o rei. –Até o nome dele é um rugido aos meus ouvidos e uma nuvem negra que paira sobre a minha alma.
(ASOS, Davos V)
Por fim, enquanto que primeiramente o rei insistia a Melisandre que pensar em dragões era alimentar uma esperança tola, mais tarde ele mesmo passa a fantasiar com as possibilidades.
Não quero ouvir mais nada sobre isso. Os dragões acabaram-se. Os Targaryen tentaram trazê-los de volta meia dúzia de vezes. E fizeram papel de bobos, ou de cadáveres.
(ADWD, Davos IV)
...
Seria uma coisa maravilhosa vera pedra ganhar vida – admitiu de má vontade. – E montar um dragão... [...] Robert tirou os crânios das paredes quando colocou a coroa, mas não suportou a ideia de mandar destruí-los. Asas de dragão sobre Westeros... isso seria uma...
(ASOS, Davos V)
Neste momento Davos interrompe Stannis para combater os argumentos de Melisandre. Tal qual havia feito antes ao criticar o plano de Sor Axell, o cavaleiro das cebolas desempenha o papel do advogado de defesa. Tal qual havia feito anteriormente, Stannis deixa seus conselheiros debaterem livremente, como se a altercação acontecendo na corte fosse um reflexo de seu próprio conflito interno.
Os argumentos da nova Mão do Rei não são novos. São os mesmos que Stannis já havia apresentado à feiticeira e, por isso, Melisandre tem resposta para todos. No fim, porém, Davos inova argumentando que nem todos as sanguessugas haviam causado o efeito prometido.
Duvida do poder de R’hllor? [...]
Até um contrabandista de cebolas sabe distinguir duas cebolas de três. Falta-lhe um rei, senhora.
Stannis resfolegou uma risada.
Ele pegou-a, senhora. Dois não é igual a três.
(ASOS, Davos V)
Stannis mal conseguiu conter sua alegria. Davos apontou uma brecha que o livrava de ter que reconhecer que Melisandre tinha razão, algo que ele estava resistindo a fazer até aquele momento. A alegria, contudo, dura pouco. A feiticeira mostrasse confiante de que Joffrey morrerá em circunstâncias que evidenciarão o poder do sangue de Edric. Stannis fica contrariado e termina a discussão ainda insistindo no argumento de Davos.
Com certeza, Vossa Graça. Um rei pode morrer por acaso, até dois... mas três? Se Joffrey morrer, no meio de todo o seu poder, rodeado por seus exércitos e sua Guarda Real, isso não mostraria o poder do Senhor em ação?
Talvez mostre. – O rei falou como se se ressentisse de cada palavra.
Ou talvez não. – Davos fez o melhor que pôde para esconder o medo.
[…] Dois é diferente de três. Os reis sabem contar tão bem quanto os contrabandistas. Podem ir. – Stannis virou as costas a eles.
(ASOS, Davos V)
A discussão é encerrada, mas Davos sabe que o conflito interno de Stannis está longe de terminado, por isto ele fica para trás para repisar os pontos em que a opinião de Stannis não mudou:
  1. Edric é de seu sangue
  2. Edric é inocente
  3. Edric e Shireen se afeiçoaram.
Davos ainda quis repetir o nome do garoto a fim de humanizá-lo, pois Stannis teimava em não pronunciar seu nome.
Como era esperado, nada disso tem efeito. Até porque todos estes argumentos foram trazidos pelo próprio Stannis contra Melisandre. Ao voltar a eles, Martin apenas nos demonstra que Baratheon não descartava sacrificar Edric apesar daquilo tudo. O rei até pronuncia o nome de Edric, demonstrando que humanizá-lo não o faria temer mandá-lo para morte.
Martin fecha este pequeno arco de mudança de opinião com um último espelhamento. Em um capítulo, Stannis manda tirar Davos de sua cela. No seguinte, ameaça justamente jogá-lo de novo nas masmorras. Esse é o sinal de que Stannis não admite mais contestação, pois a possibilidade de entregar Edric a Melisandre já é quase uma realidade.
Vá – disse o rei por fim– antes que consiga se levar de volta à masmorra.
(ASOS, Davos V)
Entretanto, se o sacrifício não acontece depois, o que Martin quis com todo esse arco? E por que vimos Stannis se humanizar e não atacar a Ilha da Garra (um ato “maligno”, segundo ele mesmo), para que logo depois ele esteja em conflito sobre sacrificar uma criança inocente? Tanto o ataque a Ilha da Garra quanto o sacrifício de Edric não aconteceram. O que Martin quis mostrar com isso tudo?
Toda essa volta serviu para estabelecer as diferenças, dentro de um espectro de moralidade, entre os personagens em Pedra do Dragão.
Desde que fomos apresentados a Stannis em A Fúria dos Reis nos tornamos cientes que suas famosas honra e moralidade não são tão rígidas como se fala. Elas se curvam ao cumprimento dos deveres associados aos papéis sociais que ele assume e ao utilitarismo de desempenhá-los à risca. Em outras palavras, Stannis está sempre atento a desempenhar o papel que esperam dele.
Em A Tormenta de Espadas, Stannis admite isso com todas as letras. Quando lhe foi apresentado o dilema da Rebelião de Robert, entre seguir seu irmão e lorde e se tornar um rebelde ou seguir seu rei e manter-se um legalista, Stannis pensou que os laços de sangue eram mais importantes.
Escolhi Robert, não escolhi? Quando esse duro dia chegou. Escolhi o sangue em detrimento da honra.
(ASOS, Davos IV)
No dilema envolvendo Edric, entretanto, Stannis está sendo forçado a abandonar até mesmo seu sangue em prol de uma profecia que tanto salvará o mundo quanto lhe dará o reino. Diferentemente da Rebelião, Stannis agora é o rei e não o rebelde (na cabeça dele ,claro). Não é mais uma questão de lealdades ou legalidade, mas a escolha entre vidas a salvar e um reino para pacificar.
É claro que, como a única fonte de informações é Melisandre, Stannis exige evidências de que ambas as coisas realmente acontecerão, caso ele decida sacrificar o bastardo do irmão. Stannis é um homem desconfiado e orientado por evidências. Não quer fazer um movimento baseado em simples wishful thinking. Entretanto, Melisandre concede as garantias. Lhe fornece uma visão no fogo que o impressiona muito e realiza o ritual com as sanguessugas que “resulta” na morte dos outros três reis ainda vivos na Guerra dos Cinco Reis. Porém, vale mencionar, ainda assim Stannis pedia por garantias.
Jura que não há outra maneira? Jure por sua vida, porque juro que morrerá devagarinho se mentir para mim.
(ASOS, Davos VI)
Sendo assim, a conclusão óbvia é que o rei pode até ser alguém disposto a atos grotescos, mas ele somente os leva a cabo quando têm utilidade verdadeira. Inclusive, esta é a razão pela qual ele concorda com Davos de que atacar a ilha da Garra seria um expediente maligno. Ele não só iria punir as famílias inocentes de homens que lhe serviram com lealdade como não tiraria nada de realmente útil deste ataque, apenas saque.
Já com Edric Storm, o dilema que Martin impõe ao personagem se encaixa no padrão de “O que é a vida de um em comparação” e “As necessidades de muitos”, tropes normalmente associadas à busca pelo bem maior – o que não necessariamente coloca Baratheon na condição de herói, mas tampouco necessariamente o rebaixam à condição de vilão ou de antagonista.
Em verdade, mesmo depois da repentina mudança de opinião sobre Edric, o rei nunca deixou de considerar sua inocência e as consequências nefastas que viriam do ato, especialmente no que se referia a possíveis acusações de fratricídio. Stannis associa este tipo de postura a uma necessidade de cumprimento de seu dever como Azor Ahai e rei.
Quantos garotos vivem em Westeros? Quantas garotas? Quantos homens, quantas mulheres? A escuridão vai devorá-los todos, diz ela. A noite que não tem fim. Fala de profecias... um herói renascido no mar, dragões vivos chocados a partir de pedra morta... fala de sinais e jura que apontam para mim. Nunca pedi isso, assim como não pedi ser rei. Mas vou me atrever a não lhe dar ouvidos? – rangeu os dentes. – Não escolhemos o nosso destino. Mas temos... temos de cumprir o nosso dever, não é? Grande ou pequeno, temos de cumprir o nosso dever. Melisandre jura que me viu em suas chamas, enfrentando a escuridão com a Luminífera erguida bem alto. Luminífera!
(ASOS, Davos V)
Alegar que ‘não pediu’ para estar naquela situação é um gesto clássico de Stannis quando é colocado em uma situação que exige que ele tome escolhas difíceis. Stannis é um homem que dá muita importância ao preenchimento de papéis sociais, seja como irmão mais novo, conselheiro, marido, rei ou herói mítico renascido. Por essa razão conclui não ter controle sobre o próprio destino, que apenas lhe resta agir conforme seu papel.
Afinal, a lição que tirou na infância do caso do falcão Asaltiva foi que tentar agir em desconformidade com sua condição é algo ineficaz, que somente o coloca no papel de bobo. Isso condicionou a vida do Baratheon do meio à busca de desempenhar seu papel da forma mais eficiente e em conformidade com as suas condições. Assim, sua vida foi moldada na obediência aos seus deveres.
Quando era rapaz, encontrei um açor ferido e tratei dele até que recuperasse a saúde. Chamei-o Asaltiva. Costumava se empoleirar no meu ombro, esvoaçar de sala em sala atrás de mim e comer na minha mão, mas não voava alto. Uma vez ou outra levei-o à caça, mas nunca subiu mais alto do que as copas das árvores. Robert chamou-o Asafraca. Ele tinha um falcão-gerifalte chamado Trovão que nunca errava um ataque. Um dia, nosso tio-avô, Sor Harbert, disse-me para experimentar outra ave. Disse que estava fazendo papel de idiota com Asaltiva, e tinha razão.
Assim, todo o dilema enfrentado pelo rei de Pedra do Dragão centrava-se em comprovar a eficácia do método proposto por Melisandre, a fim de não fazer papel de bobo caso fosse uma furada. Stannis estava disposto a sacrificar alguém de seu sangue se conseguisse acordar um dragão e unir o reino sob seu comando para liderar a batalha contra as trevas. O que ele não estava disposto era a ser mais um idiota nas páginas da história, que pensava ter achado a fórmula para obter um dragão, mas no fim acabava morto ou humilhado.
– Não quero ouvir mais nada sobre isso. Os dragões acabaram-se. Os Targaryen tentaram trazê-los de volta meia dúzia de vezes. E fizeram papel de bobos, ou de cadáveres. Cara-Malhada é o único bobo de que precisamos neste rochedo esquecido por deus. Você temas sanguessugas. Faça o seu trabalho.
(ASOS, Davos IV)
Esta visão utilitarista é a postura de Stannis.
A postura adotada por Melisandre, Selyse e Axell é algo inteiramente distinto.
A diferença crucial entre Stannis, Selyse e Axell é que apenas o rei sente-se moralmente impedido de realizar o sacrifício, muito embora Edric também seja do sangue de todos eles. A rainha e o castelão não somente descartam completamente a humanidade e a inocência de Edric Storm, como eles fecham aos olhos ao fato de que “o bastardo de Robert” também é “o bastardo de Delena Florent”.
Edric é filho da prima de Selyse e, por força do casamento com Stannis, seu sobrinho. Já Axell é tio-avô do garoto. Figurativamente falando, o sangue Florent corre tão intenso nas veias de Edric quanto o sangue Baratheon. Este é um detalhe grandemente esquecido tanto pelo leitor quanto pelos personagens, mas que estabelece uma grande diferença de caráter entre Stannis e os Florent.
O rei não ignora o valor da vida que está tirando. A inocência e o fratricídio constituem obstáculos morais sérios para ele. Stannis tampouco deseja patrocinar um fiasco com sangue e desonra. Já Selyse acredita piamente no papo de Melisandre de que Edric conspurcou seu casamento e impôs uma maldição em seu ventre, impedindo-a de gerar filhos homens.
Robert e Delena profanaram a nossa cama e fizeram cair uma maldição sobre a nossa união. Esse garoto é o sujo fruto de sua fornicação. Levante esta sombra de meu ventre, e eu lhe darei muitos filhos legítimos, eu sei que sim.
(ASOS, Davos V)
Axell Florent é um homem ambicioso que vê traidores em todo lado, que está mais do que disposto a lançar à fogueira aqueles de seu sangue (no caso, seu irmão Alester).
Porém, é preciso ressaltar que a miopia de Axell não é condicionada apenas a sua ambição. Ele não apenas estava apoiando o sacrifício de Edric enquanto tinha chances de ser nomeado Mão. Mesmo depois que Davos passa a ocupar o cargo, Axell continua a fazer eco aos gritos de Selyse.
Assim, fica claro que a rainha e o castelão não hesitariam de entregar às chamas alguém inocente de seu próprio sangue caso Melisandre assim requisitasse.
Quanto à própria sacerdotisa de Asshai, pouco podemos inferir sobre sua moralidade. Entretanto, os argumentos que ela apresenta a Stannis parecem indicar que Edric não seria o primeiro inocente que ela sacrificaria na vida.
O Senhor da Luz aprecia os inocentes. Não há sacrifício mais precioso.
(ASOS, Davos V)
Portanto, o ponto de Martin com a “ameaça de sacrifício” era permitir que os leitores contemplassem o caráter de cada personagem envolvido para que soubéssemos “quem eles eram quando estava escuro” e, em contraste, notássemos que, por mais ambicioso, orgulhoso e estrito que Stannis fosse, não seria facilmente convencido a sacrificar o bastardo de seu irmão, mesmo quando as pessoas a seu redor estavam convencidas.
Ele está com eles, mas não é um deles, pensou Davos.
(ASOS, Davos VI)
No fim, entretanto, Edric Storm apenas sobreviveu por intervenção de Davos. A pergunta que fica com o leitor é: O que aconteceria em uma situação parecida se Davos não estivesse por perto?.
Mas isso é tema para outro texto.
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2020.08.24 23:00 _Pedro_72 N sei me relacionar com as pessoas

Sempre fui muito fechado, introvertido e tímido e foram coisas q tentei melhorar com a terapia para me abrir mais e me relacionar melhor.
So q uns dias atras eu percebi umas coisas q me acabaram. Apenas uma vez eu conversei com uma garota pra ficar com ela e conhecer ela melhor (experiência desgraçada deu muita merda) e nunca mais fiz isso apesar de querer, mas é muito dificil conversar com alguém, pra n dizer impossível.
Segundo: n melhorei nada ou quase nada em 2 anos de terapia, estava no cursinho antes da pandemia e ficava boa parte do tempo so. Mesmo tendo conhecido um grupo de amigos e ficar perto deles durante as aulas eu n me aproximei de ngm nem consegui falar nada.
Sabe quando vc pensa em um milhao de coisas pra falar e desisti pq n faz sentido dizer aquilo? Ou entao quando vc escuta as conversas e n diz nada por medo de se meter? Ja to perdendo as esperanças de mudar.
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2020.08.19 17:00 fabioassuncao Uma tragédia de três cavaleiros

O texto abaixo é uma tradução da teoria bem conhecida, de mesmo nome, elaborada por u/M_J_Crakehall.
………………………………………………...
Os Ventos do Inverno tem muitos fios de enredo soltos, muitos dos quais são difíceis de adivinhar o resultado. Mas um com muito potencial, mas poucas previsões, é o enredo de Coração de Pedra, que está ligado à história de Brienne, Jaime, Irmandade, Freys de Correrrio e das Gêmeas, Terras Ocidentais e Terras Fluviais. Há tanta coisa acontecendo nesta pequena porção de terra que é difícil apontar o que exatamente acontecerá. Muitos personagens afetam uns aos outros de tantas maneiras que é difícil dizer o que poderia acontecer com todos eles. Hoje, vamos nos concentrar apenas em três, no entanto, e um único evento. Vamos conversar com Senhora Brienne, Sor Jaime e Sor Hyle Hunt.
Em primeiro lugar, um lembrete de onde esses personagens estão atualmente na história. Senhora Coração de Pedra capturou Brienne de Tarth, Podrick Payne e Hyle Hunt. Sob a ameaça da morte dos dois últimos, Senhora Coração de Pedra envia Brienne para encontrar Jaime e trazê-lo para ela. No capítulo de Jaime I em A Dana dos Dragões, Brienne encontrou Jaime e disse a ele que o Cão de Caça está com Sansa e eles devem ir procurá-los. Parece bastante óbvio que Brienne está atraindo Jaime para uma armadilha.
– A garota. Você a encontrou?
– Encontrei – disse Brienne, a Donzela de Tarth.
– Onde ela está?
– A um dia daqui. Posso levá-lo até ela, sor... mas você precisa vir sozinho. Caso contrário, o Cão de Caça a matará.
Agora, podemos debater se Brienne contaria a Jaime sobre o que está por vir. Eu consigo ver que ela contaria a ele e eles se preparariam durante a viagem, mas também pude vê-la mentindo para proteger Podrick e Hyle Hunt. No entanto, acredito que Jaime Lannister ficaria desconfiado e cauteloso no caminho. Claro, quando eles enotrarem Coração de Pedra, haverá algumas discussões entre todos os personagens e um grande diálogo, mas isso seria material para outro tópico. Vamos ao Julgamento de Jaime Lannister. O trunfo de Jaime seria colocar tudo em um julgamento por combate, como é normla entre os seguidores dos Sete e os próprios rebentos de Lannister. Eu considero altamente provável que Thoros de Myr concordasse em fazer um julgamento por combate, pois é o tipo de julgamento praticado pela Irmandade, e assim Coração de Pedra pode não ter opção a não ser concordar, talvez esperando que a justiça divina finamente recaia sobre os Lannisters.
Mas Lady Coração de Pedra não vai deixar isso seguir tão facilmente. Ela tem Jaime Lannister em suas mãos. A traição dele está olhando diretamente para ela. Então ela vai querer um campeão que sabidamente ganhará. E ela se lembra de Brienne e de seu juramento. Senhora Coração de Pedra poderia nomear Brienne como sua campeã, tanto para matar Jaime quanto punir Brienne por sua traição a Senhora Catelyn Stark.
– Não compreendo. O que foi que ela disse?
– Perguntou como se chama essa sua lâmina – respondeu o jovem nortenho com o justilho de pele de ovelha.
– Cumpridora de Promessas – Brienne respondeu.
A mulher de cinza silvou por entre os dedos. Seus olhos eram dois poços rubros ardendo nas sombras. Voltou a falar.
– Não, ela disse. Chame-a de Quebradora de Promessas. Foi feita para a traição e o assassínio. Ela a batiza como Falsa Amiga. Como você.
– Para quem fui falsa?
– Para ela – disse o nortenho. – Poderá a senhora ter se esquecido de que um dia jurou se pôr ao seu serviço?
E agora ... podemos finalmente falar sobre a estrela deste show: Sor Hyle Hunt. Sor Hyle está (ou melhor, estava) a serviço de Lorde Randyll Tarly e era o capitão do portão. Ele deixa Lorde Randyll Tarl. Em parte porque está cansado de Tarly, mas provavelmente para ficar com Brienne e tentar cortejá-la. Diga o que quiser de Hyle Hunt, mas há duas coisas verdadeiras sobre ele: ele é um cuzão e se preocupa com Brienne até certo ponto. Ele é bem aberto sobre querer a mão dela em casamento ou mesmo sobre ir para a cama dela à noite para provar seu valor.
– Deixe a porta do seu quarto destrancada esta noite, e eu me esgueirarei para sua cama para lhe demonstrar a verdade do que digo.
– Se o fizer, será um eunuco quando for embora – Brienne levantou-se e se afastou dele.
Um fato interessante é que quando Brienne lhe diz não, ele escuta e respeita que ela não queira que ele faça isso. Então, ele claramente a respeita. Até certo ponto. Já que fica ambíguo se ele apenas a quer por conta de suas terras. Ele até menciona isso, como uma possível forma de se provar digno dela.
– O que quero ganhar é você, a única descendente viva de Lorde Selwyn. Sei de homens que se casaram com desmioladas e bebês de peito por propriedades com um décimo do tamanho de Tarth. Não sou Renly Baratheon, confesso, mas tenho a virtude de ainda estar entre os vivos. Há quem diga que esta é a minha única virtude. O casamento seria útil para ambos. Terras para mim, e um castelo cheio disto para você – indicou as crianças com um movimento de mão. – Eu sou capaz, asseguro-lhe. Gerei pelo menos uma bastarda, que eu saiba. Não tenha medo, não a obrigarei a acolhê-la. Da última vez que fui vê-la, a mãe me deu um banho com uma panela de sopa.
Veja, eu estou dando bastante destaque ao lado mais leve desse personagem, mas isso é ASOIAF, portanto deve haver um equilíbrio. Hyle Hunt não é um exemplo perfeito de consorte. Longe disso. A primeira vez que ouvimos falar dele é quando Brienne nos conta do jogo que ele inventou para que algum cavaleiro a seduzisse.
Tinham feito uma aposta.
Dissera-lhe que tinha nascido entre três dos cavaleiros mais novos: Ambrose, Bushy e Hyle Hunt, de seu próprio pessoal. Mas à medida que a notícia se espalhava pelo acampamento, outros tinham se juntado ao jogo. Cada homem tinha de comprar a entrada na competição com um dragão de ouro, e a soma total iria para aquele que conseguisse desvirginá-la.
Não era o mais legal dos caras, mas parece que está melhorando. Se não completamente, pelo menos um pouco. Mas o jogo teve um grande impacto em Brienne, como era de se esperar. Então é claro que ela proibiu seus avanços, como deveria. Porém, Hyle Hunt é persistente, como mostrado pelas outras citações acima.
Sabendo que Sor Hyle Hunt é um homem persistente e inteligente, acho que seria provável que se Senhora Coração de Pedra nomeasse Brienne de Tarth como sua campeã, ele se ofereceria para lutar pela Donzela de Tarth. Porém, se ele lutasse contra Sor Jaime Lannister, acredito que perderia e morreria dizendo algo sincero para Brienne ou algumas palavras duras para Jaime.
Em primeiro lugar, acredito que existem algumas razões pelas quais acho que Hyle tentaria lutar contra Jaime Lannister e, no fim, perderia. Uma delas é que ele poderia fazer isso para provar a Brienne que ele se importa com ela e mostrar sua perícia. É algo que ela pode ter visto em sua luta com Rorge, mas Brienne estava um pouco ocupada naquele momento. Outra razão é que quando Jaime e Brienne retornam e interagem com Coração de Pedra, Hyle pode ver o relacionamento deles através de como eles falam e agem e presume o pior. A pior parte de Hyle pode aparecer aqui, enquanto ele desafia Jaime para um duelo não pela liberdade, mas pela mão de Brienne e para irritar o regicida.
Hyle parece ser um bom lutador, se mantendo firme na luta contra Rorge e Dentadas, embora não tenhamos detalhes de suas próprias proezas. Ele tem inteligência e muita autoconfiança, como Bronn.
Sabemos que Hyle pode sentir um certo ciúme de Jaime Lannister e ele não é o tipo de pessoa que desiste de pedir a mão de uma certa mulher em casamento. Como afirmado acima, ele pede diversas vezes, de muitas maneiras diferentes. Também sabemos sobre seu estilo de luta e como ele é observador, podendo até a desafiar Jaime Lannister agora que ele perdeu sua mão em espada. Então, como ele perderia para Jaime? Como Sor Hyle Hunt cairia depois de fazer uma reinvidicação tão grande e ter mostrado alguma destreza na luta contra Rorge e Dentadas?
Bem, temos algumas coisas em jogo aqui. A primeira é que ninguém sabe que Jaime tem treinado sua mão esquerda com Sor Ilyn Payne em segredo. É possível que Jaime tenha aprendido um pouco, e poderíamos ver em uma luta como essa alguma recompensa narrativa para este seu treinamento. Mas isso não quer dizer que Jaime esteja de volta ao que era. Longe disso, ele provavelmente está, no máximo, no nível de esgrima de Balon Swann. Mas só isso não o coloca em pé de igualdade contra Hyle Hunt. Não, Hyle Hunt tem complicadores que ele pode subestimar ou superestimar.
Hyle Hunt tinha sido espancado com tanta violência, que seu rosto estava inchado quase até deixar de ser reconhecível. Tropeçou quando o empurraram, e quase caiu. Podrick o agarrou pelo braço.
– Sor – disse o garoto com ar infeliz quando viu Brienne. – Quero dizer, senhora. Lamento.
Como mostrado acima, Hyle foi espancado até ficar quase irreconhecível. No tempo do duelo, ele poderia ter se curado um pouco, mas quem sabe como isso poderia alterar sua visão, audição ou capacidade de pensamento. Ele ainda poderia estar cansado, sem treinar por algum tempo. Coração de Pedra parece tê-lo mantido acorrentado esperando o retorno de Brienne. Ele estaria fora de forma e exausto, e todos nós sabemos como George joga com o realismo de seu mundo. Isso, combinado com a probabilidade de seu desafio ser feito apenas por despeito, poderia diminuir suas chances contra Jaime imensamente. Ficar fisicamente e emocionalmente exausto depois de muitas surras e esperar que Brienne traga de volta o homem que ela realmente ama pode ter um grande impacto sobre ele em tal luta. Então eu acredito que ele perderia e acabaria morto na lama ou morrendo lentamente,
Mas por que Lady Coração de Pedra deixaria Hyle Hunt lutar no lugar de Brienne? Vamos deixar o motivo óbvio fora do caminho e apontar que ninguém sabe que Jaime conseguiu progredir de volta a uma habilidade mediana com a espada, e sua vitória seria um choque para todos. Assim como a vitória de Sandor contra Beric chocou Arya Stark, a vitória de Jaime chocaria Catelyn morta-viva. Mas há mais do que isso. Alguns membros da Irmandade podem ver algo de poético em Hyle lutando em nome de Brienne e apoiar a decisão. Acho que isso é menos provável, mas pode pesar na escolha de Hyle. Lady Coração de Pedra também pode deixar Hyle participar porque ela não se importa necessariamente com quem mata Jaime, só quer que isso seja feito, e pode pensar que Brienne poderia poupar Jaime, já que ela se importa com ele.
Senhora Coração de Pedra podia até vislumbrar a truculência implícita na oferta de Hyle Hunt e presumir que ele venceria. Afinal, ele trabalhava para Randyll Tarly e uma das poucas qualidades de Tarly é que ele é um bom comandante de batalha. Ela pode assumir que Hyle é um lutador talentoso ou ao menos bom o suficiente para vencer Jaime.
Portanto, analisamos Hyle Hunt e suas motivações, o resultado provável e as razões para Senhora Coração de Pedra concordar com isso. Mas há um motivo pelo qual chamo isso de “Uma Tragédia de Três Cavaleiros”. Seria muito temático e adequado para a história como um todo. O título, é claro, está relacionado à Senhora Brienne, Sor Jaime, Sor Hyle e seus respectivos arcos de cavalaria. Acredito que este capítulo seria da perspectiva de Brienne, para torná-lo ambíguo quanto à verdadeira natureza de Hyle e romantizar parcialmente o momento enquanto ainda se aprofunda naquele realismo que George R. R. Martin ama. Afinal, ele não joga apenas com o lado áspero das coisas. Ele tem uma mão em ambos os mundos. E os outros dois personagens se pareceriam com as diferentes da mesma moeda.
Jaime Lannister veria o lado romântico, o lado do homem lutando pela mulher que ama. Ele pode até ser grato a Hyle por se oferecer no lugar de Brienne. Duvido muito que Jaime queira matar Brienne, e é muito provável que a história de Jaime não termine aqui. Não, ele derrotaria Hyle com prazer aqui se isso significar que ele está seguro e Brienne também. Salvar Podrick também é bom, mas não sabemos bem os sentimentos de Jaime por ele.
Hyle Hunt, no entanto, permaneceria rancoroso da mesma forma que Petyr Baelish. Ele se pareceria com aquele realismo áspero de que fazer algo motivado por malevolência e ciúme se voltaria contra ele. Eu diria que vimos Hyle Hunt como suas melhores intenções durante as viagens com Brienne. Idiota como fosse, ele nunca a forçou ou foi longe demais. E sabemos que George R. R. Martin adora nos mostrar os dois lados de cada personagem. E a última vez que Hyle Hunt esteve em sua pior fase foi no passado.
Acredito que neste momento, em uma explosão de peso emocional, ele viraria a pior versão de si mesmo. Tendo esperado por Brienne sabe-se lá por quanto tempo, apenas para perceber que ela nunca ficaria com ele. Em vez disso, seria trocado por este homem que não apenas quebrou seus juramentos, mas não podia nem mesmo lutar ou proteger sua mulher. Parte de Hyle acreditaria que suas virtudes de cavaleiro implorariam a ele para lutar por ela como qualquer cavaleiro faria. E o que seria mais cavalheiresco do que dois homens adultos lutando na lama por sua liberdade e por uma mulher que ambos amam?
TL; DR - Eu acredito que Jaime exigirá um julgamento por combate, e quando o fizer, Senhora Coração de Pedra irá nomear Brienne de Tarth, mas Hyle Hunt toma seu lugar como campeão por sentir rancor pelo afeto entre Jaime e Brienne. Hyle Hunt luta contra Jaime, mas perde devido ao seu estado de exaustão e ao novo treinamento de Jaime, e morre lá na lama. Uma batalha pela liberdade de muitos e pelo amor de uma mulher, embelezando ainda mais os temas da cavalaria que abrange cada um dos três personagens.
………………………………………….
E vocês, acham que acontecerá assim? Acham que quem será o POV do julgamento de Jaime?
Comentem =)
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2020.08.17 05:18 DemonFranco Vivi por 20 anos preso em minha própria melancolia.

Olá, comunidade do Reddit! Esse é meu primeiro post aqui :) Meu intuito neste, especificamente, é conseguir pelo menos um pouco de calor humano (metaforicamente, claro) pois sinto que minhas feridas nunca foram cicatrizadas, desde a primeira delas.
Bom, pra começar minha história: minha infância foi marcada por conturbações no casamento de meus pais. A diferença de personalidade dos dois gerou brigas cada vez mais pesadas e incontroláveis. Chegaram ao ponto que já não existia mais companheirismo e meu pai começou a beber e trair minha mãe. Me recordo vividamente de cenas terríveis, como ele estar horas no banho a horas e quando entro pra ver se está bem, na verdade ainda estava de roupa e dormindo no chão molhado. Ou até momentos de alteração violenta onde, por medo, eu me trancava no quarto e ficava debaixo da coberta até o dia seguinte depois que ele saía pra trabalhar. Nunca fui violentado fisicamente (minha mãe, infelizmente, sim), mas acho que meu pai estava tão perdido dentro de si que esqueceu que tinha um filho, então eram raras as vezes que sequer trocávamos olhares ou palavras, e quando acontecia era frio e passageiro. Pra tornar tudo ainda mais tenso, nossa situação financeira nunca foi boa: vivíamos peregrinando entre aluguéis mais baratos, acumulando prestações não pagas e até mesmo alimento chegava a ser escasso. Minha válvula de escape eram meus avós, que moravam na mesma cidade e sempre me acolhiam com mimos. Meu avô, entretanto, morreu quando eu tinha 9 anos e isso foi um impacto enorme que passou despercebido: minha avó entrou em uma depressão que foi negligenciada até o ano passado (2019), quando finalmente tomou a atitude de visitar um psiquiatra e foi diagnosticada. As brigas entre meus pais cessaram, mas isso foi ainda pior pois os problemas que já existiam continuaram a crescer em silêncio. Eu não recebi diagnóstico algum, até porque sempre fugi dos psicólogos em que me jogavam, mas o efeito também foi claro em mim: emagreci quilos em semanas, já não tinha mais vontade de fazer a mais simples das tarefas como cortar cabelo ou sair na rua, me tornei cada dia mais introvertido. Alguns anos depois, meus pais enfim se separaram, mas antes me deram duas irmãs e um irmão (as únicas pessoas a quem posso dizer com sinceridade sentir amor incondicional). A esse ponto, eu me vidrava em videogames e mentia pra mim mesmo sobre a realidade que eu vivia e não queria aceitar.
Essa foi, digamos, a "primeira temporada" da minha história. A segunda foi marcada pela péssima e mal executada decisão de me declarar a uma garota por quem, desde moleque, fui apaixonado, mesmo sendo que não tínhamos nem amizade. Tudo o que eu tinha era um sentimento inexplicavelmente forte, e nenhum tipo de habilidade social pra sequer chegar nela com um simples papo agradável. Porém, ela aceitou meu pedido de namoro. E isso me destruiu, porque na verdade ela queria dizer não, só não disse por """"medo de me magoar"""" e revelou isso depois de 2 anos me iludindo com histórias do tipo "meus pais não me deixam namorar, tenho que focar na escola", etc. Enfim segui minha vida tentando, sem sucesso, superá-la. Felizmente, apesar de introvertido, dois de meus primos viraram meus amigos próximos e isso me ajudou a segurar todo aquele peso de sentimentos que eu não compreendia e mal sabia que tinha. Vivemos anos sendo os nerdolas da escola, sempre juntos e com mais ninguém, até que um desses primos se incomodou com esse estilo de vida (e com razão) e começou a fazer novas amizades; eu e meu outro primo resistimos a isso, o que o separou da gente. Continuamos sendo introvertidos até o penúltimo ano da escola, quando ele também se afastou de mim aos poucos sem razão aparente (hoje, depois de conversarmos, eu sei que era porque não tínhamos mais muito a ver como antes). Meu outro primo, agora extrovertido, se adequou à grande turma da escola facilmente e não demorou pra ficar popular - felizmente pra mim, isso não subiu à cabeça dele e continuamos ótimos amigos até hoje. Ainda nessa época, conheci na internet uma garota de São Paulo que, com uns bons meses de conversa, acabou desenvolvendo sentimentos por mim; eu, carente e introvertido, abracei isso com todas minhas forças e namoramos virtualmente, com vários vai e volta, durante 3 anos. Apesar de que eu me sentia melhor em ser desejado por alguém, essa garota também tinha sérios problemas com depressão e no final só puxamos o pior um do outro. Minha única conquista nessa época foi meu primeiro emprego, da onde tirei dinheiro para ir visitá-la.
E é aqui que eu considero ser a "terceira temporada". Viajei pra SP e passei quatro dias junto com a garota que por 3 anos desejei somente por fotos e vídeos. Mas quando voltei pra casa as coisas já não eram as mesmas: ela só me dava respostas evasivas e ríspidas, parecia até mesmo ter raiva de mim, sendo que, em minha visão, tínhamos conquistado outro nível em nosso relacionamento. Mas ela obviamente não pensava assim e terminou tudo com a seguinte frase: "Estou tirando as pessoas tóxicas da minha vida". Foi esse o estopim pra eu decidir ser extrovertido e começar a viver fora de meu quarto, e eu tive resultados rápidos: fiz novas amizades e até comecei um novo namoro, agora presencial com uma garota que realmente me admirava. Porém, fui perceber tardiamente que pouquíssimas dessas amizades me faziam bem - a mais danosa delas foi a de um feiticeiro três vezes mais problemático do que eu. Como sempre fui uma pessoa muito compreensiva e aberta, relevei seus defeitos gritantes e mantive a ''amizade'' pelo conhecimento esotérico que ele passava (por mais que grande parte deste conhecimento fossem delírios de grandeza de um feiticeiro egomaníaco). Depois de dois anos meu próprio corpo começou a recusar a presença desse sujeito, que insistia sempre em me acompanhar mesmo quando não era conveniente: comecei a ter constantes dores de cabeça quando estava em sua presença, meio que como um aviso do que já era óbvio: aquele cara não prestava. Aos poucos comecei a me aproximar mais da minha namorada e outros amigos como método de me afastar do sujeito, e curiosamente (ou não...), essas pessoas foram abruptamente saindo da minha vida, incluindo minha namorada (agora ex), que era a pessoa em quem eu mais confiava e me dedicava. Ainda inocente e o chamando de amigo, nunca imaginaria que ele poderia ter relação com tudo aquilo, mas não parou por aí: depois que a poeira abaixou e eu consegui superar toda aquela maré estranha de azar, ele ainda usou o nome de minha deusa pra me iludir e usar meu corpo (sendo essa deusa relacionada ao luxo e ao sexo, era um contexto perfeito pra ele). Eventualmente descobri que não fui sua primeira vítima, e toda a imagem de sacerdote sábio que ele outrora passou, do dia pra noite, virou nada mais que um charlatão desesperado. Essa foi a separação mais problemática de todas que eu já tive, pois enquanto eu me afastava cada vez mais, o ego ferido do sujeito nunca deixaria tal afronta passar em branco, e recebi cargas de energia pesada nos meses seguintes. 2019/2020 caprichou muito bem no quesito de desgraças, pois minha mãe, extremamente cabeça dura e ignorante, agora se recusa a trabalhar fichada mesmo sendo que tem três crianças pra sustentar, meu pai passa por cirurgias seríssimas pois contraiu câncer maligno no fígado e isso não deixou de atingir minha vó ainda viva, que tem problemas de coração e toma mais de 300 remédios por mês (palavras dela).
E agora aqui estou eu, solteiro, enganado pela maioria daqueles que chamei de amigos, com uma provável depressão mal resolvida e uma família abalada desde os primórdios de meu nascimento. Felizmente não tenho problemas com autoestima, o que já ajuda muito, mas ao mesmo tempo não tenho motivação em fazer nada que não seja sonhar com uma vida simples, leve e longe de tudo daqui. Hoje, especificamente, está sendo um dia difícil pois minha ficha caiu e tomei consciência da minha situação - chorei muito, escondido. Mas decidi fazer algo a respeito por mais simples que seja: criei uma conta na Twitch.tv pra criar conexões com outras pessoas enquanto jogo, e também este post como o maior desabafo que já fiz na vida. Na verdade, só de ter escrito tudo isso e lido logo após já estou melhor. Mas ainda me sinto sozinho e desamparado, não consigo buscar ajuda com meus familiares pois nunca fui de me abrir pra eles, nem ajuda profissional por falta de dinheiro, e depois de todas essas quebras de confiança fiquei extremamente seletivo a quem eu quero do meu lado, sobrando dois/três amigos com quem posso conversar (e mesmo assim somente meu primo que convive comigo desde criança sabe de toda minha história).
Quem estiver disposto a trocar experiencias e conversar, simplesmente por conversar, ficaria muito grato!
Gratidão a todos que, mesmo não enviando uma mensagem, leram até o final com atenção.
Blessed be. :)
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2020.08.14 03:05 Nonsense_09 A nova Funcionária - Sexo com colega de trabalho (conto)

Obs inciais: é a primeira vez que escrevo um conto aqui, espero que gostem e estou aberto a críticas de como melhorar, eu sou um leitor que gosta de detalhes e coloquei uns bons detalhes na história novamente espero que gostem! A história é baseada em eventos que já passei misturados com um pouco de fantasias minhas
Era manhã e eu estava no trabalho, apenas mais um dia normal para em estagiário solteiro, fazia um certo tempo desde a última vez que havia transado e já sentia os efeitos da abstinência forçada, desde o último mês eu havia percebido que a nova funcionária do meu trabalho me olhava mais que o normal, ela era meu tipo de garota, negra, magra, cabelos cacheados, gostava no nome dela Marcela.. tinha seios pequenos e uma bunda normal mas só em pensar nela nua meu pau ficava duro, tinha vergonha de me aproximar com essas intenções até porquê é meu ambiente de trabalho, não sei se seria coerente fazer isso e...
-- Oi, Bom dia!
disse ela quando passou pela minha mesa com uma pilha de papéis nas mãos.
-- Está quase na hora do intervalo... quer ir comigo lanchar?
nesse momento meu coração deu um leve pulo em meu peito, o sorriso dela era tão doce quanto o seu perfume, não sei exatamente por qual motivo mas senti meu pau ficar duro e me inclinei para frente em uma tentativa de esconder a ereção.
-- É... claro... sim! eu vou! estou com fome também.
-- Que bom bb, em 10 min venho te chamar!
Ela deu uma piscada com seu olho esquerdo, seus olhos eram um verde vivo, davam a ela um ar de mistério e inocência, 10 min mais tarde novamente na minha sala ela apareceu, me olhava fixamente, eu as vezes achava estranho e ficava meio desconfortável mas aquilo tudo me envolvia, e pra ser sincero no fundo eu gostava, pedi permissão ao meu chefe e fui com ela.
Ao sair do prédio onde trabalhamos, o sol estava quente mas não estava desconfortável, ela começou a puxar conversa enquanto nós íamos até a lanchonete do outro lado da rua.
-- então, como tá o trabalho?...
-- bom está a mesma coisa de sempre sabe? as vezes tenho muito o que fazer, outras não tenho nada, as vezes me dar raiva estar lá já outras... bom.. você sabe, aquele tédio de sempre
ela deu um sorriso com o olhar e um leve sorriso com a boca, após um breve silêncio devido estarmos comendo pastel ela me lança um olhar ousado e um pouco atrevido
-- Sei que não faz tanto tempo que nos conhecemos mas quero te perguntar uma coisa, promete que não fica com vergonha?
-- Claro, por que eu ficaria com vergonha?
-- Bom, eu noto como você fica vermelho quando eu falo com você, sua cara branca tá rosada até agora
dizendo isso ela solta uns risinhos e eu fico um pouco sem jeito, e foi aí que reparei na blusa branca com calça jeans e o belo colar fino e dourado que ela usava em volta ao pescoço, ela tinha seios pequenos mas aquela blusa conseguia fazer eles se destacarem, e a calça valorizada a bunda dela.
-- Bom, o que eu quero saber é... você tem namorada?
na mesma hora meu coração deu um novo pulo e bateu muito forte eu mal conseguia esconder que tinha ficado nervoso
-- Bom... Não... é.. por que a pergunta? haha
-- Bom, eu tava pensando... se você quiser claro, que tal dar uma passada lá em casa, eu to morando sozinha, e quero te conhecer mais, o que acha? cê topa?
-- Claro! Sim! eu vou
eu ainda tremia um pouco percebi que minhas suspeitas na verdade não eram paranoias, por que ela me chamaria pra casa dela? a idéia disso me deixava um pouco mais nervoso, mas na minha calça... simplesmente não consegui esconder minha ereção, tomara que ela não perceba
-- Moro descendo a rua na casa de número 36, da uma passada lá hoje a noite, pra gente bater um papo e tals, não gosto de conversar por whats
e era verdade por mais que nos falássemos pelo whats ela não era de puxar muita conserva apesar de me mandar diversos memes
-- Tudo bem, eu vou!
logo após voltarmos ao trabalho e ao passar do dia trocávamos uns flertes, alguns sorrisos, as pessoas do trabalho pareciam perceber apesar de ninguém falar nada (pelo menos na nossa frente não) com o final do expediente ela se despediu de mim com um abraço forte e disse que ia me esperar, combinamos melhor o horário e de 19h estava ótimo, ao final da tarde tomei um bom banho, levei o pênis bem, apesar de eu ser branco meu pau é mais escuro que o resto do corpo, com veias e uma cabeça levemente arosada e de tamanho normal, aproveitei pra me depilar bem, assim que sai do banho me olhei nu no espelho, não se se todos são assim mas ao me ver pelado fiquei excitada, sou magro, apesar de comer muito hahaha, comi um pouco antes de sair de casa e ir para a dela, passei um perfume e fui, no meio do caminho diversos pensamentos me veio a cabeça, assim que cheguei na porta da casa 36 me dei conta que havia me esquecido da camisinha, mas será mesmo que vou precisar, talvez eu esteja me iludindo não sei, antes mesmo que eu batesse na porta e chamasse por seu nome "Marc.." ela abriu a porta, esteva com seus cabelos escuros presos e vestia uma camisa muito muito maior que ela, era como se fosse camisa e saia ao mesmo tempo já que chegava até metade da coxa dela
-- Poxa, chegou bem na hora, gosto de caras pontuais hein rsrs
-- É, eu tava sem fazer nada em casa e pensei que fosse demorar um pouco pra vir pra cá e...
-- Tudo bem bb, entra! eu tenho uns filmes pra gente ver.
entrei pela porta de madeira e dentro da casa era tudo muito comum e normal uma sala grande que dava para um quarto a direita aonde ela dormia e ao final da sala tinha uma espécie de cozinha, ou seja lá o que isso é, me sentei no sofá e foi ai que reparei nas coxas dela, negras como ébano, lisas, até reluzia a luz, não consegui meu pau foi ficando duro, ela sentou do meu lado e ligou a TV, olhou pra mim com aqueles olhos verdes e disse
-- a Tv alta é um bom fundo sonoro não acha?
-- Como assim?
-- Bobinho rsrs, te deixo nervosa não é?
-- Bom... um pouco
-- Eu gosto disso, percebi seus olhares pras minhas coxas, sente isso!
ela pega minha mão e coloca na coxa dela, passei alisando e senti ela arrepiar, meu pau ficou mais duro do que já estava, dava pra sentir a cueca ficando molhada, ela se deita no meu ombro e diz..
-- eu adoro e seu jeito, meio inocente, gosto disso, é virgem?
-- Não! não sou
-- poxa... tenho um fetiche de tirar a virgindade de alguém rsrs
dizendo isso ela passa a mão na minha calça e sente o meu volume..
-- bom a essa altura acho que nem preciso dizer que tenho vontade de te dar né bb?
-- Rsrsrs bom, não vou mentir que tenho vontade de fuder você... em um bom sentido claro
ela rir alto e me beija, que beijo doce, tinha um hálito suave, e seus lábios grandes e cheios sabiam beijar como nenhuma outra, não sei se é minha tara por negras ou se era ela mas meu coração estava a ponto de explodir em meu peito, após um beijo molhado e demorado com alguns intervalos para selinhos e risos, eu decido tomar a iniciativa mais ousada, empurrei ela no outro lado do sofá e tirei o camisão dela, ela estava sem sutiã nem calsinha, tinha os peitos um pouco maiores do que eu pensava, com bicos grandes e pretos, estavam pontudos, ela tinha um piercing no umbigo e entre as coxas uma buceta com pelos pequenos e bem aparados.
-- Nossa bb gostei rsrs espero que goste da minha larrisinha! rsrs
beijei-a mais e fui descendo, primeiro pelo pescoço e logo em seguida para o seios dela, ficaram ainda mais duras com minhas lambidas, não fazia idéia de quanto tempo havia passando só estava ali naquele momento, e que momento! quando desci para a buceta fui beijando-a na barriga, ela se contraia parecia sentir cocegas, gostava daquilo, quando cheguei na buceta estava tão molhada que senti um gosto de gozo, não era comum, me lembrava de relações anteriores que não achei o liquido vaginal com gosto não muito bom mas ela era diferente, era um gosto bom que me instigou a cada vez mais chupar, a cada chupada ela um gemido abafado de tesão e prazer que eu sentia que apenas me motivava cada vez mais 'ai.. ai... ah... isso... mais devagazinho...", introduzir dois dedos e dentro da vagina diz uma forma de gancho pra estimular o ponto G dela, pelo visto consegui fazer direito, não demorou muito ela estava gemendo alto e gozou ali mesmo 'AH,ah... isso... não para pvf.. iss.. a.. ahh..", ela se contorceu e gozou na minha boca, aquilo me deu um prazer imenso pois satisfez dois fetiches meus, um de transar com uma negra outro de uma gostosa gozar na minha boca, fui subindo e beijei ela, com a boca gozada e tudo, ela estava ainda trêmula e com uma cara de prazer imenso enquanto me olhava com seus olhos verdes.
-- Adorei sua oral, nunca pensei que alguém tão tímido fosse me fazer gozar desse jeito
-- obrigado.. bom, gosto de dar prazer e também de receber rsrs
-- prometo que será uma oral que fosse não vai esquecer gatão!
sentei no sofá, nem me lembrava que a televisão estava ligada e sinceramente nem me importei, tirei o tenis, a camisa e quando fui tirar a calça ela me impediu e pediu pra ela tirar, assim que ela mesma terminou de me deixar nu, e olhou meu pau mesmo na frente dela, babando de um jeito que eu mesmo nunca tinha visto, ela olhou pra mim e foi aproximando a boca da cabeça da minha rola, e bem devagarinho foi colocando boca a dentro sempre me olhando com aqueles olhos verdes, aquela pele tom de ébano que me deixava cada vez mais louco de prazer, e foi assim pelos próximos minutos, sempre me olhando com um olhar de prazer enquanto fazia a lingua dançar sobre minha rola, a sensação que senti foi intensa e ela parecia sentir o que eu sentia, toda vez que eu pensava que estava próximo de gozar ela diminiu a intensidade e depois voltava, parecia que queria me torturar mas eu estava amando meu coração mal se continha no peito, a sensação de prazer, uma coceira boa não sei como dizer ela tinha um dom na lingua e nos lábios com a cabeça da minha rola que nenhuma ex teve, alterava entre beijos e gargantas profundas até que eu estava prestes a gozar
-- ah.. ahh... não.. isso.. vai... vou gozar tira a boca
-- Não! quero que você goze na minha boca! vai safado goza!
tentei segurar, mas não consegui, nunca tinha gozado tão intenso senti até o coração parar e depois voltar quando voltei a abrir os olhos ela sorria, com o rosto melado e a boca babada, pulou rápido em mim e nos beijamos prolongadamente, não me importei de ter provado meu prórprio gozo pela boca dela, mas só em ter-la nos meus braços sobre mim, aquilo sim, conseguio me alcamar bem, apos alguns minutos abraçados e nos beijando ela disse bem baixinho ao meu ouvido
-- agora quero que fosse foda minha buceta
aquilo me vez arrepiar e já me sentia pronto pra mais uma rodada, me deitei no sofá e ela montou em mim, passei um bom tempo, gemendo assim como ela, sentindo o quão gostoso é a buceta dela, e pensando no quão sortudo eu sou de tá ali, depois me perdi de mim mesmo, gozei várias vezes e ela também, trocavamos de possição e depois começava tudo denovo, naquela noite me entreguei ao prazer que ela me deu entre as pernas e tudo aquilo que consegui dos seus lábios, não me lembro como mas quando nos demos conta tinhamos perdido a conta de quantas vezes tinhamos transado e já eram 3 da manhã e nós dois ainda tinhamos que trabalhar, dormi com ela, de conchinha, transamos mais algumas vezes até as pernas doerem mais do que já doiam não aguentarmos mais, não sei como consegui me levantar da cama assim que acordei, não sabia se realmente tinha transado tanto com ela ou se alguma parte daquilo foi só um sonho, mas ao vê-la do meu lado com aquele nariz pequeno e fino com um biquinho na boca enquanto dormia cabeos meio bagunçados e nuas com a bunda pra mim... ah aquilo vez meu coração até errar as batidas, era como um anjo no corpo de mulher, eu estava cansado e ela também assim que acordamos nos arrumamos nas pressas e mesmo assim chegamos atrasados ao trabalho mas que importa? a noite foi incrível, naquele mesmo dia assim que acabou nosso horário e fomos nos despedir...
-- gostei muito do que tivemos ontem a noite... minha buceta tá com saudade da sua língua rsrsrs
-- quando quiser uma nova visita é só avisar
-- bom... que tal hoje de noite novamente, no mesmo horário, no mesmo sofá, tudo como um belo replay bb??
-- Já estou lá! rsrsrs
Bom aos que leram até aqui eu agradeço, é um conto inspirados em algumas fantasias minhas misturadas com experiência sexuais que tive! aceito dicas e críticas sobre minha escrita e o que acharam dessa história da Marcela? kkk
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2020.08.11 05:24 vic_d_d Como essa pandemia destruiu tudo que eu mais amava

Iae pessoa desse sub, tudo em riba ?
Esse é meu primeiro post aqui, então... sla, parece tudo mais estranho pela primeira vez. Acho que como a maioria das pessoas, eu esperava muito desse ano. Formatura, novas amizades, novos lugares, e tudo parecia muito bem no começo do ano. Minha vida escolar estava indo bem, estava em contato com minha família e amigos, minha fé estava forte e tudo me parecia um mar de rosas... é, eu estava feliz. Aí... começou tudo a desmoronar pouco a pouco.
No começo da pandemia, uma familiar minha se envolveu com um cara, infelizmente ele tinha sérios problemas, chegou a nos roubar e ameaçar. Eles terminaram e tudo voltou a se acalmar. Então, minha irmã foi demitida do seu serviço no terceiro mês de experiência, e tenho certeza que aquele foi o trabalho que ela mais gostou. Logo veio a crise, passamos a depender do auxílio, não pagamos algumas contas, o aluguel mal conseguimos pagar metade. Como resultado, minha irmã formou um dívida grande, a dona da casa simplesmente nos mandou embora num prazo de duas semanas para encontrar outro lugar. Mudamos duas vezes, e quase mudamos uma terceira vez, que não deu certo. Agora estamos em uma casa pouco melhor, e parece estar tudo bem.
Retrocedendo um pouco... Bom, no começo do ano eu me aproximei muito de um amigo, ele literalmente era a pessoa que eu mais confiava e gostava de conversar em toda minha vida.
Eu comecei a gostar de uma pessoa, e ele acabou conversando com ela sobre mim. Para minha alegria momentânea, ela disse para ele que gostava de mim. Na mesma hora ele me contou, e eu, no outro dia falei com ela. Ela me disse que não, que não sentia nada por mim, e que tudo foi apenas um blefe. Me senti muito magoado, e isso só aumentou minha dor e baixa auto estima.
Meu amigo, mais a frente, se envolveu com uma garota, ela acabou se envolvendo comigo, e tudo desandou. Ele se afastou de todos nós, e mesmo na hora eu não entendendo, eu me sinto muito culpado por tudo que aconteceu. Nem sei se tenho coragem de lhe pedir desculpas.
Passou certo tempo. Eu e ela ficamos mais íntimos que nunca. Eu mudei minha personalidade, tentei mudar meu jeito de ser para ela, sacrifiquei tudo que eu podia, fiz o máximo para agradar e mostrar o quanto eu a amava. Por certo tempo, eu achei que era suficiente. Até um dia, ela me dizer que não sentia nada verdadeiro por mim, que eu não passava de seu "melhor amigo", e que só disse que me amava porque estava confusa, e pra não me magoar. Ali eu me destruí, eu me senti como um mero brinquedo, algo que vale menos que lixo. Agora, eu sinto que eu estou muito pior, me sinto o próprio lixo. Comecei a errar na minha fé, com meus amigos e familiares. Não gosto mais de sair na rua, não tenho mais forças para continuar na minha fé.
Mesmo tendo pessoas que sei que me amam, eu sinto que a qualquer momento eu vou afastar eles de mim. Me sinto fraco, incapaz e um completo idiota. Ja me machucaram tanto, e eu já fui tão forte para suportar isso. Mas agora, agora eu sinto que vou quebrar a qualquer momento. As aulas voltaram, eu apenas faço as com data de pendência. Mal consigo pensar em escola ou estudo, mesmo querendo aprender, já imagino que não vou passar de ano.
Eu não consigo terminar as coisas que começo, e isso me dói muito. Eu só queria dizer isso para alguém, e queria muito ter alguém do meu lado. As vezes só queria abraçar alguém e chorar, chorar até meu olhos doerem, chorar até toda essa dor passar. Desculpe o texto longo, imagino que poucas pessoas vão ler toda essa porcaria de desabafo idiota. Perdão qualquer coisa, boa noite.
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2020.08.10 02:17 YatoToshiro Fate/Gensokyo #53.5 Jeanne d'Arc Alter (Fate/Grand Order) Parte 2


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Orleans: The Wicked Dragon Hundred Years 'War
Jeanne Alter é criada por Gilles de Rais (Caster) através do poder do Santo Graal, como uma versão de Jeanne d'Arc distorcida por seu ódio pela França e por Deus. Após sua criação, ela convoca o Chevalier d'Eon, Vlad III, Atalanta, Santa Martha e Carmilla enquanto adiciona o Melhoramento Louco para transformá-los em Servos Furiosos. Ela ordena que destruam a França, declarando que Deus perdoará todas as suas transgressões. Ela também diz que está tudo bem se Deus os punir, pois sua campanha destrutiva é um meio de provar a existência e o amor de Deus. Gilles então traz Pierre Cauchon antes dela. Jeanne Alter furiosamente o lembra do ridículo que ela suportou durante a vida. Ela também zombeteiramente diz a ele para dizer a todos que a malvada Jeanne d'Arc está aqui e rugir como um leão valente. Ela diz que sua fé é frágil e o acusa de ser um herege por implorar a uma bruxa que o poupe, quando ele implora a ela que poupe sua vida. Ela então começa a queimá-lo vivo até que nada mais reste. Ela então ordena que seus servos destruam a França novamente, começando com Orleans. Depois de explicar a seus Servos que agora são Servos Furiosos, Jeanne Alter declara que a humanidade não tem valor, pois falhou em provar seu amor a Deus. Ela decide que a bandeira deles será dragão quando Gilles diz que eles precisam de um símbolo para se reunir, citando sua conexão com dragões. Posteriormente, as forças de Jeanne Alter conquistaram Orleans, matando Carlos VII no processo. Durante o curso de sua campanha, Jeanne Alter e suas forças destroem muitas cidades e matam muitas pessoas. Um dos mais proeminentes é Lyon, onde Jeanne Alter derrotou e amaldiçoou seu protetor, Siegfried.
Jeanne Alter e seus servos eventualmente encontram Ritsuka, Mash Kyrielight e Jeanne quando chegam no recentemente destruído La Charite. Ela zomba de Jeanne e se declara a outra "ela". Ela chama a resposta para a pergunta de Jeanne sobre por que ela destruiu a cidade óbvia, já que ela está destruindo a França. Ela então pergunta que queria salvar a França e seu povo, apesar de saber que eles iriam ridicularizá-la e traí-la. Enquanto Jeanne hesita em responder, Jeanne Alter declara que não será mais enganada ou traída. Ela confessa que não consegue mais ouvir a voz de Deus, e interpreta isso como um sinal de que a França não é mais abençoada por ele. Assim, ela destruirá o país de acordo com Sua dor. Ela declara que salvará a França transformando-a na terra dos mortos. Ela diz a Jeanne que não conseguia entender, acusando-a de ser uma virgem sagrada que finge não ver ódio e alegria e é incapaz de crescimento humano. Ela começa a atear fogo no console do Archaman Romani quando ele diz que o crescimento humano dos Servos seria classificado como Espíritos Heróicos. Jeanne pergunta se ela realmente é "ela", mas Jeanne Alter apenas zomba de suas dúvidas. Ela chama Jeanne de nada mais do que o resíduo que ela jogou fora. Ela então ordena que Vlad e Carmilla a matem. Quando Maria Antonieta intervém, Jeanne Alter pede a D'Eon que confirme sua identidade. Ela diz a Marie que ela é inadequada para participar da batalha porque ela viveu uma vida de luxo, e morre sem saber o que aconteceu. Ela se pergunta se Marie pode entender seu ódio. Depois que o grupo escapa quando Mozart repele Vlad e Carmilla com Requiem for Death, Jeanne Alter ordena que Martha os siga e observe. Ela diz a Vlad que Martha ficará bem sozinha, já que seu Nobre Fantasma pode ser destruído. Mas ela concorda que precisa ser cuidadosa e decide retornar a Orleans para convocar servos adicionais. Ela então ordena que Vlad, Carmilla e D'Eon continuem destruindo a França, e sai dizendo a eles que até mesmo os anti-heróis têm dignidade.
Mais tarde, Jeanne Alter convoca Charles-Henri Sanson e Lancelot quando ela retorna a Orleans. Ela fica sabendo da morte de Martha, perguntando-se se ela cometeu suicídio, e irritada por manter sua sanidade, apesar de seu Melhoramento Maluco. Ela acha mais provável que tenha lutado com todas as suas forças, então eles não podem baixar a guarda. Ela afirma que partirá com "ele" na próxima vez. Ela diz que vai deixar os Servos recentemente convocados, então ordena que Gilles contate Carmilla. Ela então pergunta a ele quem ele pensa ser a verdadeira Jeanne, ela ou Jeanne, ao que ele responde. Depois que Gilles a lembra da traição e do ridículo que ela sofreu na vida, Jeanne Alter declara que tudo foi um erro que deve ser corrigido. Ela concorda com Gilles que sua vingança é justa, dizendo que suas palavras lhe dão força. Ela então ordena que Sanson e Lancelot montem em seus wyverns e partam com ela. Mais tarde, ela confronta o grupo nas ruínas de Lyon, após resgatar Siegfried. Ela então ordena que seu dragão pessoal, Fafnir, os incinere, mas ele bloqueia a Luminosité Eternelle de Jeanne e o Lorde Chaldeas de Mash. Ela é forçada a recuar quando Fafnir é atingido por Balmung. Depois de se retirar para o céu, ela ordena que Sanson e Lancelot matem o grupo, dizendo que Carmilla se juntará mais tarde.
Jeanne Alter posteriormente ataca a cidade protegida por Georgios com Sanson enquanto seus cidadãos ainda estão sendo evacuados. Depois que Marie derrotou Sanson, Jeanne Alter achou engraçado que aqueles com maior potencial foram os primeiros a cair. Ela está irritada por Jeanne já ter escapado com Georgios e acha ridículo que ganhar um Servo deu esperança a Jeanne. Ela então pergunta a Marie por que ela está tentando salvar os cidadãos, embora ela tenha sido decapitada por seus próprios cidadãos. Marie responde que sua morte foi inevitável porque ela não era mais necessária para o povo. Ela então pergunta a Jeanne Alter quem ela é, mas Jeanne Alter também diz a ela para calar a boca. Ela então ativa o Palácio de Cristal e luta contra Jeanne Alter, que ela acaba perdendo.
Voltando para Orleans, Jeanne Alter confirma que Marie morreu e pergunta a Gilles sobre a condição de Sanson. Ele responde que a mente de Sanson pereceu com Marie, dizendo que ele só está apto para ser um soldado de infantaria agora. Jeanne Alter está aborrecida porque Georgios escapou graças ao fato de Marie a estar segurando. Ela começa a pedir para encontrar o grupo quando D'Eon interrompe para relatar que o grupo está indo para Orleans. Jeanne Alter ordena que eles se preparem para a batalha e Gilles para reunir os dragões e servos. Ela declara que o mundo será destruído se eles vencerem, e mesmo se eles perderem, o mundo já se foi. Ela também diz que, mesmo que Caldéia corrija a era, uma jornada sem fim pela frente. Apesar disso, eles e Jeanne ainda têm fé no mundo, para grande aborrecimento de Jeanne Alter. Ela decide destruir o grupo por esse motivo, não querendo que eles restaurem o mundo, dizendo que é o desejo dela e de Gilles.
Jeanne Alter e suas forças confrontam o grupo enquanto eles marcham em direção a Orleans. Ela diz a Jeanne que eles são iguais, mas Jeanne rejeita firmemente essa ideia. Ela então exibe a horda de dragões com ela, declarando que eles devorarão tudo na França. Depois, os dragões lutarão e se devorarão em uma guerra sem fim. Ela fica chocada quando o General Gilles de Rais chega com seu exército e começa a bombardear os dragões com artilharia. Depois que seus servos e Fafnir são mortos na batalha, Jeanne Alter é convencida por Gilles a retornar ao castelo.
Dentro do castelo, Jeanne Alter ordena que Gilles a defenda enquanto convoca um novo Servo. Ela concorda com sua sugestão de convocar o Rei Arthur, embora duvide que um cavaleiro inglês responda a sua convocação. Quando Ritsuka, Mash e Jeanne chegam na sala do trono, ela fica surpresa que eles chegaram mais rápido do que o esperado, então ela não precisa modificar a convocação. Jeanne pergunta se ela se lembra de sua família, mas Jeanne Alter não consegue se lembrar. Descobrindo que não importa se ela se lembra ou não, ela invoca Servos das Sombras e ordena matar o grupo. Depois de destruídos, ela luta contra o grupo pessoalmente. Ela é derrotada, mas se recusa a acreditar que perdeu porque tem o Graal. Quando ela começa a morrer, ela diz a Gilles que ela ainda não destruiu a França. Ela fica consolada quando Gilles diz que destruirá a França em seu lugar. Ela então desaparece, revelando que o Graal era seu centro.
Da Vinci and The Seven Counterfeit Heroic Spirits
Como seu conceito já existia, Jeanne Alter nunca foi verdadeiramente destruída na Singularidade de Orleans. Já que Gilles de Rais, que a desejou, e o Santo Graal, que fez isso acontecer, foram mortos e capturados, as chances de ela ser convocada novamente eram infinitesimais. No entanto, ela foi capaz de invocar-se invertendo o desejo de Jeanne d'Arc de não ter uma versão alterada de si mesma. É uma técnica de quebra de regras que só foi possível graças à popularidade de Jeanne como Espírito Heroico. Insatisfeita por ser uma falsificação, Jeanne Alter procurou superar seu eu original. Usando o Louvre como base e querendo vingança por Orleans, ela cria versões falsificadas de Alexandre, Hector, Siegfried, Arash, Arjuna, Gilles de Rais, Brynhild com o propósito de superar seus originais. Ela também deu a cada um deles histórias de fundo específicas centradas em torno dela por um desejo inerente de ser o protagonista. Continuando com seu plano que começou desde a Singularidade de Orleans, ela além disso melhorou seus valores de Saint Graph por meio do Counterfeits ’Riot, tornando-se publicamente uma Serva. Com relação à convocação dos Espíritos Heróicos Falsificados, em algum momento durante o período do Motim das Falsificações, parece que Jeanne Alter queria esquecer todas as suas existências exceto a dela.
Eventualmente, Jeanne Alter localizou Ritsuka, Mash, Leonardo da Vinci e EMIYA, que procurava impedir sua falsificação. Eles a encontram sendo desconfortavelmente abraçada pela falsificada Brynhild. Ela os elogia por localizá-la, presumindo que eles seguiram os rastros deixados pelas falsificações. Ela chuta Brynhild para longe, apenas para ela rastejar de volta. Ela explica que o comportamento de Brynhild inadvertidamente resultou de seu desejo de que um de seus sete seguidores fosse mulher. Pedindo ao grupo para ignorar Brynhild, ela revela as circunstâncias de seu retorno. Ela aceita que é uma falsificação da Jeanne original, mas ainda quer superá-la, pois Da Vinci especulou com razão. Ela continua que, embora seja uma falsificação, não há regras dizendo que ela não pode fazer nome para si mesma no mundo. Ela continua ainda que as pessoas imaginam que a morte de Jeanne justificaria sua vingança, declarando-se um aspecto de Jeanne. Portanto, como ela nasceu do ódio e da intenção assassina, Jeanne Alter é uma Anti-Herói e uma Serva da classe Vingador. Ela então ordena que Brynhild ataque o grupo. Ela nega a dedução da EMIYA de que a maioria de seus Servos falsificados eram homens pelo desejo inconsciente de ser o protagonista, apontando Brynhild. Mash suspeita que ela queria uma amiga, mas Jeanne Alter nega. Ela afirma que os Servos falsificados eram meramente peões dispensáveis, então luta contra o grupo com Brynhild. Depois que Brynhild é derrotada, Jeanne Alter se culpa por ser incapaz de convocar Brynhild da forma adequada. Ela presume que Brynhild vai culpá-la antes que ela morra, como ela presume que os outros morreram. No entanto, Brynhild diz que ela e as outras falsificações desfrutaram de seu tempo com ela antes de desaparecer. Jeanne Alter afirma que as falsificações foram um peão criado para sua diversão, mas Da Vinci a repreende por não perceber seus verdadeiros sentimentos. Ela explica que as falsificações já ultrapassavam os originais e estavam sinceramente se divertindo, apesar de serem falsas. Ela continua que eles tiveram cuidado e preocupação genuínos por Jeanne Alter. Isso confunde Jeanne Alter, pois ela não consegue entender por que alguém se importaria com uma garota vingativa como ela. Da Vinci diz a ela para abraçar seu desejo de vingança e seu papel como Anti-Herói para se tornar uma Serva completa. Jeanne Alter hesita com a ideia de ser convocada quando Ritsuka diz que eles a aceitariam. Depois de um longo período de reflexão, ela aceita seu complexo de inferioridade para com Jeanne e seu desejo de ser desejada. Ela aceita que seu ódio nunca cessará e ela sempre será uma Vingadora, não importa quantas vidas ela salve. No entanto, apesar de tudo isso, ela diz que responderá à convocação de Ritsuka. No entanto, ela começa a lutar contra o grupo por vingança por eles terem derrotado suas falsificações. Depois de ser derrotada, ela diz que se divertiu. Ela revela que seu eu futuro formará um vínculo com Ritsuka enquanto seu eu atual desaparecerá. Ela assume que seu eu futuro não terá memórias de ser um Espírito Heróico falsificado, então o atual queria criar pelo menos uma memória. Ela diz a Ritsuka para assumir a responsabilidade por seu futuro eu e se despede deles antes de desaparecer.
Salomon: The Grand Time Temple
Jeanne Alter está entre os Servos do "evento especial" ajudando a Caldéia contra os Pilares do Deus Demônio.
Shinjuku: The Malignant Quarantined Demonic Realm
Jeanne Alter estabelece seu próprio território em Shinjuku após sua convocação após formar uma trégua com Artoria Alter para se deixarem em paz. Em algum ponto, ela foi gravemente ferida por Baal disfarçada de James Moriarty, forçando-a a se retirar para o esgoto. Mais tarde, ela tenta incinerar o verdadeiro Moriarty quando ele se intromete em seu território. Ela é mais tarde atacada por EMIYA Alter sob as ordens de Baal, irritada por ele ter transformado uma espada em uma arma moderna. Ela então liberta La Grondement Du Haine em uma tentativa de destruí-lo, mas para sua irritação, ele usou um escudo para bloqueá-lo e escapar. Tendo se esforçado demais com aquele ataque, ela desmaia e espera para desaparecer. Ela se pergunta se alguém vai roubá-la e jogá-la no rio ou contaminá-la enquanto ela desaparece. No entanto, ela é salva pela chegada de Ritsuka, Moriarty e Artoria Alter. Depois de se insultar, Jeanne Alter pergunta por que ela veio, uma vez que eles tinham trégua para se deixarem em paz. Artoria Alter responde que não é mais o caso e se gaba de ter um Mestre, segundo a crença de Jeanne Alter. Ela assume que seu Mestre é totalmente incompetente até que Ritsuka se apresente como dito Mestre. Ela pede a Ritsuka para deixá-la se juntar a eles, alegando que ela é uma Serva melhor do que Artoria Alter ou Moriarty. Ela falha em detalhes de como ela é melhor do que eles quando os inimigos chegam em cena, tendo sido atraída pelo cheiro de seu Nobre Fantasma. Após a batalha, ela pergunta a Mash por que ela não os está ajudando como um Shielder. Mash responde que ela está atualmente em licença de serviçal devido a certas circunstâncias, o que decepciona Jeanne Alter, já que Mash é seu último bastião de defesa. Ela se lembra de Mash se recusando a soltar seu escudo enquanto segurava as lágrimas de medo. Por causa disso, ela assume que Mash é um ser humano melhor do que ela, já que ela realmente sente medo. Artoria Alter a acusa de tentar roubar Mash, explicando que ela é um de seus cavaleiros já que Galahad a está possuindo. Jeanne Alter conta que ela pode fazer o que quiser, já que Mash não é Galahad. Ela então tenta incinerar Moriarty, assumindo que foi ele quem a feriu tão gravemente. Ela pára quando Ritsuka diz que pode confiar em Moriarty, pois foi outro ele quem a atacou. Mas, como os outros, ela não pode confiar nele. Mesmo assim, ela permite que ele os acompanhe quando Da Vinci diz que Moriarty arriscou a vida para proteger Ritsuka. Ela se irrita por Artoria Alter não permitir que ela os acompanhe, dizendo que ela tem os mesmos direitos que Moriarty. Ela então nota as roupas de Artoria Alter e pergunta por que ela as escolheu. Artoria Alter responde que um bom criado sempre se veste de acordo com sua localização. Em resposta, Jeanne Alter revistou as ruínas de uma boutique próxima sob o pretexto de que era suspeita. Ela retorna e cerca os outros e Hessian Lobo com as chamas de seu Nobre Phantasm no sinal de Moriarty para impedir a fuga de Hessian Lobo. No entanto, o grupo não consegue matá-lo e ele escapa. Jeanne Alter e Artoria Alter percebem que Moriarty pretende ter como alvo o Fantasma da Ópera e Christine Daaé em seguida. Eles então se preparam para lutar entre si até que Moriarty convença a atrasar até que Phantom e Christine estejam mortos.
Após o retorno do grupo ao esconderijo de Artoria Alter, Jeanne Alter expressa sua repulsa por ele e por Cavall II. Ela espera que Ritsuka dê sua opinião sobre sua nova roupa, embora esteja desapontada com a resposta. Depois de um telefonema de Edmond Dantès, o grupo descobre que o outro Moriarty é o líder de seu inimigo, a Aliança Fantasma do Demônio. Isso exacerba ainda mais a desconfiança de Jeanne Alter e Artoria Alter em relação a seu próprio Moriarty. Em resposta, Moriarty diz que eles devem derrotar Phantom para que ele possa ganhar sua confiança. Ele avisa que eles seriam mortos se atacassem Phantom diretamente, com o que Jeanne Alter e Artoria Alter concordam. Ele explica que eles seriam severamente superados em número pelos 200 Coloraturas estacionados em Kabukicho se eles atacassem diretamente. Ele, Jeanne Alter e Artoria Alter lembram de ter destruído algumas Coloraturas antes, mas Moriarty revela que eles reabastecem seus números com 36 horas. Moriarty explica que as coloraturas atribuem a patrulha de Kabukicho que também sequestram pessoas regularmente. Jeanne Alter adora que Artoria Alter reconheça que Excalibur Morgan está sendo inútil em destruir Kabukicho quando Moriarty revela que a energia mágica de Shinjuku comparável à Idade dos Deuses a reduziria significativamente. Os dois quase entrando em uma briga quando Artoria Alter zombeteiramente implica que Jeanne Alter não se sairia muito melhor. Moriarty então pede que tragam para ele uma Coloratura, que ele usará para observar Kabukicho. Depois de deixar o esconderijo, Jeanne Alter afirma que se Moriarty os traísse, seria em um momento crucial. O grupo então percebe que Coloratura está sequestrando pessoas, então eles entram para capturar uma. Após capturar uma Coloratura e ajudar a fuga do povo, o grupo retorna ao esconderijo. Lá é revelado que as Coloraturas são construídas a partir de humanos, com sua carne e nervos sendo colocados nas bonecas. Depois de afirmar que os humanos uma vez transformados em Coloraturas não podem ser salvos, Moriarty revela que equipou a Coloratura com uma bomba. O dito Coloratura será devolvido com os outros quando eles retornarem a Kabukicho em seus intervalos regulares, e então sua bomba será acionada. A explosão causará confusão entre as Coloraturas, que o grupo usará como uma oportunidade para matar Phantom e Christine. Jeanne Alter concorda com o plano, pois o Colortura não é mais verdadeiramente humano. Ela até os acha piores do que o espírito maligno e coisas do gênero, já que pelo menos esses têm vestígios de suas personalidades originais, ao contrário dos Coloraturas. Depois que Moriarty termina de manipular a Coloratura, e dá o detonador para Ritsuka, o grupo segue para Kabukicho.
Colocando o Coloratura armado com os outros, Moriarty ordena que Artoria Alter e Jeanne Alter tomem suas posições. Dez minutos depois, a bomba é detonada por Moriarty em vez de Ritsuka após ver sua determinação em fazê-lo. A explosão resultante espalha as Coloraturas, então Artoria Alter e Jeanne Alter se movem para destruí-los. Eles são mais tarde chamados por Mash para ajudar Ritsuka e Moriarty contra EMIYA Alter, mas eles estão ocupados lidando com as Coloraturas ainda ativas. Eles chegam justamente quando EMIYA Alter recua graças à intervenção de Hassan do Braço Amaldiçoado, desapontado por seus ataques mal errados. Jeanne Alter pergunta quem é o Braço Amaldiçoado e se pergunta se ele é um inimigo, mas Mash diz que ele é um aliado. Juntamente com Cursed Arm, o grupo foge de Kabukicho e retorna para o esconderijo.
De volta ao esconderijo, o grupo relaxa após sua missão bem-sucedida. Porém, logo revelou que Hassan é um membro disfarçado da Aliança do Demônio Fantasma, Yan Qing. Ele toma Ritsuka como refém, mas Artoria Alter e Jeanne Alter chegam para detê-lo. Ele se esquiva de seus ataques e foge enquanto Artoria Alter o persegue em sua motocicleta, com Jeanne Alter a seguindo. Infelizmente, eles não são capazes de resgatar devido ao atraso dos soldados Hornet e do Rei Lear convocado por Yan Qing. Jeanne Alter e Artoria Alter mais tarde Moriarty por permitir que Ritsuka fosse sequestrada.
Felizmente, Ritsuka é resgatado da base da Phantom Demon Alliance, Barrel Tower, por Sherlock Holmes. Jeanne Alter e Artoria Alter expressam imediatamente sua preocupação e alívio ao retornarem. Voltando ao esconderijo, Jeanne Alter chama Sherlock de peso morto quando ele se apresenta como um Conjurador impróprio para combate. No entanto, ela o agradece por salvar Ritsuka. Ela diz a ele para ir embora, mas ele diz que não pode. Ela acaba brigando com Artoria Alter novamente quando o primeiro avisa Ritsuka contra ser muito gentil com Moriarty. Depois de saber do Nome Verdadeiro de Moriarty, sua desconfiança dele aumenta ainda mais; Jeanne Alter o compara às raposas que aparecem nos contos de moralidade. Sherlock então explica como o objetivo da Aliança de destruir o planeta é possível sem utilizar forças externas, fazendo o que Thomas Edison e o Rei Leão tentaram fazer. Sem entender o que os outros querem dizer, Jeanne Alter exige saber o que Edison e o Rei Leão tentam fazer. Mash primeiro explica que o Rei Leão tentou usar Rhongomyniad para preservar uma parte da humanidade e destruir o resto enquanto a Incineração da Humanidade estava ocorrendo. Jeanne Alter chama o Rei Leão de idiota pela trama, dizendo que ela deveria ter se permitido morrer com todos os outros. Ela então expressa seu ódio por reis que tentam resolver as coisas por si próprios e reis que simplesmente desistem. Mash então explica que Edison procurou preservar a América separando-a da linha do tempo. Da Vinci percebe e revela que Shinjuku está em uma linha do tempo abatida. Apesar de ser informado de que não terá efeitos adversos na história, Ritsuka decide salvar Shinjuku de qualquer maneira. Sherlock então revela o método pelo qual o maligno Moriarty usará para destruir o planeta. O malvado Moriarty planeja usar os poderes do Fantasma com o qual se fundiu, Der Freischutz, para carregar um meteorito na Torre do Barril e, em seguida, dispará-lo no núcleo do planeta como uma bala mágica para destruir o planeta. Jeanne Alter está aborrecida porque Moriarty acabou de perceber que ele foi fundido com Der Freischutz o fez um Arqueiro e o deixou disparar balas e mísseis de um caixão que ele nunca carregou em vida. Ironicamente, ela acha que o plano da Aliança para destruir o planeta é ainda pior do que quando ela tentou destruir a França. Ela e Artoria Alter concordam com a decisão de Sherlock de eliminar Yan Qing, achando sua habilidade de transformação problemática. O grupo então sai para roubar roupas para o propósito do plano de Sherlock e Moriarty. Depois de derrotar alguns bandidos e suas Coloraturas hackeadas, Ritsuka, Artoria Alter e Jeanne Alter trocam de roupa.
Agora usando vestidos, Ritsuka, Artoria Alter e Jeanne Alter entram em uma festa organizada por Yan Qing. Jeanne Alter, insultada, compara Artoria Alter a uma boneca de cera em seu vestido, enquanto Artoria Alter a compara a uma bruxa de verdade em seu vestido. No entanto, os dois compartilham a alegria de ver Ritsuka claramente desconfortável com seu disfarce. Jeanne Alter os segura enquanto Artoria Alter tira fotos deles com o telefone com câmera que ela tirou de um transeunte e os carrega para o servidor de Chaldea. Ela então se pergunta quando Yan Qing vai aparecer, expressando seu ódio por seu vestido. Depois de ver Artoria Alter dançar com Ritsuka, ela afirma não se importar com a dança e fica irritada que Artoria Alter tenha passado por instinto. Um convidado da festa tenta convidá-la para dançar, mas sua carranca o afasta. Agora que perdeu a paciência, ela agora quer queimar todo o prédio. Yan Qing então aparece diante dos convidados disfarçados de Artoria Alter. Ele eventualmente toma conhecimento dela e ordena que os Hornets ataquem. Juntamente com Moriarty, o grupo derrotou o Hornets seguido por Romeu e Julieta. Mais Hornets então aparecem, com Yan Qing sendo disfarçado como um deles. Ritsuka tira o vestido deles para chocá-lo a se revelar como parte do plano de Moriarty. Yan Qing revela seu verdadeiro nome e luta contra o grupo. Sentindo que vai perder, Yan Qing ativa uma bomba sob o prédio para derrubá-lo, fazendo com que o grupo escape. Depois de matar Yan Qing, Moriarty pondera se o orgulho é necessário para viver. Jeanne Alter responde que o orgulho não tem valor para ela como uma farsa. Ela fica confusa quando Artoria Alter a chama de panda gigante por não se orgulhar. O grupo então se prepara para partir quando são encontrados por Hessian Lobo.
Confrontado por Hessian Lob, o grupo vê que ele foi fundido com outro Fantasma, o Homem Invisível, como indica sua invisibilidade. Sua classe então muda de Cavaleiro para Vingador, e instantaneamente atinge Ritsuka já que eles são os únicos humanos por perto. Incapaz de derrotá-lo, o grupo decide quem ficará para trás para segurar Hessian Lobo enquanto o resto foge. Jeanne Alter assume a tarefa para que os outros possam escapar. Ela diz a eles para usarem esse tempo para encontrar uma maneira de derrotar Hessian Lobo permanentemente. Ela rejeita a sugestão de Artoria Alter de escolher alguém de forma justa. Ela chama Ritsuka de patético por não querer sacrificar seus aliados. Ela nega a suposição de Sherlock de que seu desejo de afastar Hessian Lobo é motivado por sua simpatia por ele como um companheiro Vingador. Ela explica que simplesmente odeia vê-lo correndo como um monstro estúpido, acreditando que deveria pelo menos ter um objetivo. Ela decide que vai dar um objetivo, então ela dá um fim real. Antes que os outros saiam, Sherlock diz a ela para cuidar de seus pés, e Artoria Alter confia nela para segurar Hessian Lobo. Enquanto luta contra Hessian Lobo, Jeanne Alter proclama que sabe como ele pensa, já que eles são iguais. Ela diz que o ódio deles nunca desaparecerá, independentemente de quantas pessoas eles matem até o dia da morte. Ela declara que vai tirar Hessian Lobo de sua miséria, dizendo que os sonhos fugazes que eles veem antes da morte são o único consolo para os Vingadores. Eventualmente, porém, Hessian Lobo a fere fatalmente. Ela está irritada, mas não está gostando de sua vingança, mas percebe que não pode mais. Depois de sofrer outro ferimento, ela solta La Grondement Du Haine em um esforço para segurá-lo. Ela explica que as chamas vêm de seu próprio corpo, duvidoso que possa afastá-las. Ela entende que as chamas não vão matá-lo, mas tem certeza de que vão desacelerá-lo por um tempo. Infelizmente, ela finalmente cai depois que Hessian Lobo se feriu novamente. Ela contempla sua natureza como uma farsa, incapaz de compreender verdadeiramente a dor de ser queimada viva. Ela chama Jeanne de idiota por querer vingança depois de ser queimada na fogueira, acreditando que ela era louca por não ter feito isso. Ela continua que o mundo está irremediavelmente escuro, alegando que o máximo que uma pessoa dita boa pode fazer é fechar os olhos. Ela se lembra de como costumava pensar que nunca ajudaria humanos de boa índole como Jeanne, achando-os patéticos e indefesos. Depois de chamar Jeanne de símbolo da humanidade, ela chama Ritsuka de idiota sem consideração por não tê-la convidado para dançar. Ela então se lembra do conselho de Sherlock antes de cair na inconsciência.
Jeanne Alter é capaz de sobreviver escapando em um buraco de homem no último momento, como Sherlock aconselhou. Ela se encontra com Edmond, e eles resgatam William Shakespeare de seu confinamento na Torre do Barril. Ambos tentam atacar Moriarty, que foi revelado como o verdadeiro cérebro para destruir o planeta, mas ele consegue se esquivar de ambos. Jeanne Alter explica como ela sobreviveu e mostra que trouxe Shakespeare para ajudar. Depois que Shakespeare e Hans Christian Andersen convocam os Grandes Detetives para ajudar Ritsuka, o grupo luta contra Moriarty após ele se fortalecer com o Graal. Depois que Moriarty e os outros desaparecem e o asteróide Bennu é destruído, Jeanne Alter diz a Ritsuka para chorar pelos Servos, já que eles estão destinados a desaparecer. Ela grita com EMIYA Alter para não se intrometer na conversa quando ele concorda. Ela então pergunta a ele o que aconteceu com Artoria Alter, se perguntando se ela foi esmagada por Bennu. EMIYA Alter responde que ela foi visitar algum lugar antes de desaparecer, que Ritsuka e Jeanne Alter percebem ser Cavall II. Depois que EMIYA Alter desaparece, ela de repente corta as comunicações com Chaldea. Ela então coloca seu vestido de festa e exige uma dança de Ritsuka. Depois de dançarem, Jeanne Alter se sente satisfeita e começa a desaparecer. Ela diz a Ritsuka que vai praticar mais da próxima vez, esperando que eles façam o mesmo, antes de finalmente desaparecer.
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2020.08.10 00:26 claudiocastagnoli Será que coloquei tudo a perder?

Olá amigos, espero que tenham tido um ótimo domingo e um dia dos pais tranquilo. Venho aqui hoje para pedir uma opinião a respeito de algo que vem me deixando muito angustiado. Contextualizando, tenho 24 anos de idade, sou homem, moro há 10 meses sozinho em uma cidade que não é a minha de origem e que ainda conheço pouca gente. Pra entender os conceitos e causas do que vou contar, é preciso contextualizar a minha situação enquanto ser humano. Eu sempre fui obeso, desde a adolescência. Por mais que isso teve um impacto sobre mim durante toda a minha vida até aqui, eu nunca sofri muito em relação a ações de outras pessoas, como bullying. Acredito que pelo fato de ser bem alto, o que disfarça um pouco os 40kgs acima do peso em que cheguei no segundo mês de quarentena. O fato de ser obeso fez com que eu me tornasse uma pessoa muito tímida, desenvolvesse fobia social e fizesse com que eu não tivesse uma iniciação amorosa, digamos assim, como a maioria das pessoas. Beijei pela primeira vez aos 19 anos de idade, perdi a virgindade aos 22, etc. Eu nunca passei pelo processo de conquista nessas situações, sempre foi algo combinado antes e mecânico, utilizando geralmente o Tinder com um perfil anônimo procurando sexo. O motivo é simples, me sinto muito inseguro e tímido para desenvolver uma relação normal com uma pessoa nesse sentido, fico muito nervoso e quando tentei, diversas coisas aconteceram, como me dar um branco terrível e eu perder todo e qualquer assunto que eu teria com uma pessoa que eu conversava quase todos os dias pela internet. Eu sou uma boa pessoa, sou uma pessoa criativa, carinhosa, atenciosa, eu modéstia parte sempre agradei as poucas meninas que chegaram a ficar comigo, pq sempre pesquisei e estudei muito sobre o que fazer pra satisfazer uma pessoa da melhor maneira possível. Uma dessas garotas, das 3 que ficaram comigo na vida, foi inclusive o mais próximo que tive de um relacionamento, que só não rendeu pq me mudei de cidade na época. Eu nunca fiquei com ninguém, no sentido de sair com uma pessoa e durante esse encontro desenvolver uma atração e terminar o encontro com um beijo ou uma noite juntos. Isso me doía, mas agora anda doendo mais, e explico o motivo.
Logo ao me mudar para esta cidade no último ano, conheci uma garota maravilhosa. Sei o quanto isso pode parecer clichê, mas eu nunca conheci ninguém igual a ela. E só de pensar na personalidade, em todo o carinho que ela me entregou desde o início, eu me emociono enquanto escrevo meu relato. O fato é que do início de 2020 pra cá nos aproximamos MUITO, mas acabamos conseguindo sair apenas duas vezes antes da quarentena começar. Foram dois rolês incríveis que me lembro sempre com certa nostalgia. Depois desse segundo rolê, começamos a nos aproximar de maneira afetiva, e é aí que minha insegurança e inexperiência começa a afetar tudo. Estávamos muito próximos, falávamos de coisas que queríamos fazer, éramos muito carinhosos um com o outro, ela foi a primeira a dizer que me amava, o que me deixou muito feliz. Estávamos muito bem, mas eu estava com medo de estar entendendo as coisas da forma errada, e como já havia sofrido com isso antes, resolvi perguntar. Resumindo, ela disse que se interessava em ter uma amizade colorida comigo. Eu disse que tudo bem, eu também queria isso (por mais que por dentro já soubesse que estava apaixonado). Depois dessa nossa conversa, conversamos posteriormente mais uma vez sobre isso, confirmando o nosso status, mas com o tempo deu uma leve esfriada, o que é normal devido à quarentena. Mas a minha mente insegura ficava sempre buscando confirmações, e sei que isso pode ter afastado ela. Marcamos um encontro em minha casa nas últimas semanas, depois de ficarmos afastados desde março. Eu fiquei MUITO empolgado, fiz de tudo pra recebê-la da melhor maneira possível, deixei minha casa arrumada, cheirosa, comprei uma roupa nova pra usar, fui ao barbeiro, usei meu melhor perfume e recebi ela. Bom, foi muito legal, fizemos várias coisas, mas não rolou nada. Mesmo com ela dando um sinal com um comentário sobre a minha cama logo na chegada. As coisas foram ficando tensas, eu estava tenso, não rolou NADA. E aí volta a questão da inexperiência de nunca ter chegado a essa situação, de ter de criar um clima pras coisas acontecerem, por sempre ter tido apenas relações mecânicas. Ela foi embora depois de passar o dia todo comigo, fiquei frustrado, e como bom inseguro, resolvi comentar com ela na noite do mesmo dia. Disse que achei que iria rolar alguma coisa mas que eu estava um pouco tenso. E ela quebrou meu coração dizendo que não queria mais. Que me ama, mas não quer isso.
Uma semana antes estávamos trocando memes sobre beijo, duas ou três semanas antes estávamos insinuando atos de carinho. Assim que ela chegou na minha casa fez um comentário que soou como um sinal. E ali, ela disse que não queria isso. 🥺 Sei que provavelmente estraguei tudo com minha ineficácia em relação a deixá-la a vontade pra ficar comigo. Nós estamos bem (mas o assunto ficar nunca mais voltou a pauta), já estamos marcando dela vir outra vez nos próximos dias pra comermos algo. Mas agora pergunto a vocês meus amigos e amigas, da forma mais humilde possível: está tudo perdido mesmo? Como posso tentar reverter essa situação?
Obrigado por tudo ❤️
(Obs: estou fazendo terapia pra tratar essas questões pessoais)
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2020.08.09 14:16 ImindR Não vejo nada de bom na introversão.

Bom, eu não sei como começar isso aqui mas já digo que não vai ser algo muito fácil de entender, até porque nem eu mesmo me entendo, então, para quem for ler, apenas peço que tente me entender da melhor forma possível.
O motivo desse desabafo é achar alguém ou algo que possa me ajudar a entender o jeito que eu sou para que eu tente de alguma forma melhorar.
Enfim, tenho 17 anos, e a pouco tempo descobri que sou introvetido, isso depois de uma grande e recente lista de pesquisa e testes de personalidades que eu realizei pela internet, eu como minha mãe e irmaõs, sempre achamos que eu só era tímido e anti-social, mas procurei me informar melhor agora devido a uma serie de eventos que me vieram questionar o por que eu sou assim.
Eu sempre me achei bem normal do jeito que eu era, só achava mesmo que eu era tímido e que certos comportamentos viam por causa da timidez em si, não por causa de algo mais abrangente como a introversão.
Para quem está boiando e não sabe o'que estou falando é fácil, pegue todo conceito que você possui de extrovertido (que é uma palavra que conhecem bem diferente do introvertido) e inverte, bom, é basicamente isso, introversão consiste em viver mais dentro do que fora, pensando mais do que falando, planejando mais do que fazendo, sobrevivendo mais do que vivendo.
Muitos dizem que possui inúmeras vantagens em ser introvertido, que pessoas assim mudaram o mundo, e, realmente mudaram, eu não nego isso isso de jeito nenhum, porém essas pessoas tinham um grande diferencial de mim, o fato de eles se aceitarem do jeito que eram.
Eu após ler todo conceito de introversão e ver que simplesmente todo comportamento, ações, reações se aplicavam totalmente ao que eu era, eu entrei num estagio da minha vida que eu não sei mais quem eu sou, não sei o'que devo fazer, não sei a quem recorrer, e isso só anda me trazendo duvidas que estão aos poucos me matando.
Eu não entendo nenhuma das vantagens que dizem que possuem os introvertidos, como uma verdadeira vantagem, para mim são apenas tentativa das pessoas transformarem um comportamento totalmente generico em algo que pareça uma grande vantagem quando na verdade qualquer pessoa pode ser aquilo se ela realmente quiser, um bom exemplo disso é quando dizem que introvertidos são bons ouvintes, e sim, nos realmente somos, mas não por que nos vamos te ouvir e ter realmente algo importante a dizer, mas sim por que a maioria de nós simplesmente ou não diz nada após ouvir alguém falando, ou estão muito ocupados pensando no que dizer que não percebem o tempo passando e no final acabam que não dizem nada, que é o meu caso.
Eu desenvolvi depressão por conta desse comportamento introvertido, sofri bulliyng, perdi amizades, chances de ter algum relacionamento, e diversas outras coisas.
E isso, além de muitas outras coisas só dificultam mais o meu dia-dia, aqui vai uma lista das minhas maiores dificuldades:
- Eu me importo demais com o'que acham de mim e isso me limita a ser quem eu sou, por isso sou muito mais aberto na internet do que fora dela.
- Tenho extrema dificuldade em me expressar, muitas vezes tenho dificuldade até em dizer "eu te amo" para alguém que realmente amo por medo de parecer estranho, até enquanto escrevo isso sinto que não estou me expressando da maneira certa.
- Eu não sei usar muito bem as palavras e muitas das vezes em me embolo na hora de me expressar, por isso acabo planejando o'que dizer, o'que muitas vezes da errado pois isso não passa de uma tentativa de tentar controlar o'que vai acontecer e como as pessoas vão reagir, e bom, todos inclusive eu, sabemos que isso é impossivel e mesmo sendo totalmente coinsciente disso, eu continuando planejando o'que falar em TODOS os tipos de situações para não me embolar no que digo e a pessoa me entender errado.
- Eu não sei manter uma conversa, sinto que simplesmente tudo o'que digo é vago e não deixa espaço paras as pessoas responderem, por mais que o'que eu diga as vezes seja engraçado é sempre vago, a pessoa ri e pronto, resumindo, sinto que não tenho papo pra manter algo fluido com alguém.
- Me sinto burro, não só em matérias escolares, mas também na forma de lidar com situações que muitas vezes são TOTALMENTE normais.
Isso são apenas descrições bem vagas de minhas maiores dificuldades e bom isso tudo se aplica a certas coisas que andam acontecendo na minha vida.
Um bom exemplo é uma garota que conheci do Ceara, conheci ela de uma maneira bem estranha mas enfim, essa garota é a causa de umas das minhas maiores duvidas internas ultimamente pois, é o tipo de pessoa extremamente extrovertida, o oposto total de mim, e bom, o'que eu tenho com ela é basicamente, eu gosto dela e ela de mim (sim, ela gosta de mim, mesmo eu tendo dado essa triste descrição sobre mim anteriormente), e bom essa garota, desde que eu falei isso pra ela, e ela pra mim, ela tem me ligado todos os dias desde 2 de abril que foi o dia que eu a disse isso e ela me disse que era reciproco, o problema nisso tudo é a insegurança que eu SEMPRE tenho antes de atender a ligação dela, eu sempre tento planejar o meu dia todo, pois eu não dizer não pra ela, e ela quer muitas vezes me ligar o dia todo, então invento desculpas pra tentar minimizar isso, mas mesmo assim eu passo muitas vezes, 5, 6 horas falando com ela.
E bom, eu não sei por que ela ainda me liga, eu fico calado 50% do tempo por que eu simplesmente não sei conversar, eu não sei falar sobre o dia, minha vida não tem nada de muito interessante no passado por conta da introversão, eu tenho muita sorte que ela fala muito e as vezes eu acho algo pra falar no meio de tanta coisa.
Muitas vezes eu só queria entender o por que eu ser assim, eu não sei se é algo genetico, se é alguma doença que eu ainda não descobri, mas, em tudo que eu faço que seja contra a introversão, como por exemplo, ficar perto das pessoas, é como se minha mente jogasse contra mim, eu me sinto extremamente exausto, eu quero estar ali, mas é como se eu também não quisesse, e isso é uma das poucas coisas que me estressam no dia.
Eu tenho medo de não conseguir viver a vida que eu quero por causa da introversão, como vou fazer amigos, como vou me relacionar com alguém, sabe, eu sei que isso não é bem o necessario para se ter sucesso na vida, porém é o'que eu quero, mas a dúvida que eu tenho sobre mim, a merda da dúvida que eu tenho todos os dias quando me olho no espelho, e me pergunto quem eu vou ser naquele dia.
As vezes sinto que sou um livro de 17 páginas e todas elas estão em branco, sinto que sou desinteressante, dificilmente tenho história para contar, e, eu não sei como resolver isso, não sei nem se tem como resolver, só sei que isso já tomou conta da minha vida o suficiente.
Se você leu até aqui e não entendeu, eu te entendo totalmente, só peço que tente um pouco mais, e, se tiver algo para falar, por favor fale, eu sinto que realmente preciso de ajudar seja la de quem for.
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2020.08.05 23:15 altovaliriano Sangue de Basilisco: De Harrenhal a Winterfell

Durante sua estadia forçada em Harrenhal, acaba sob a chefia de um homem chamado Wesse que “à sua maneira pequena e empertigada, Weese era quase tão assustador quanto Sor Gregor” (ACOK, Arya VII).
Wesse era um capataz cruel e controlador que sempre era acompanhado por uma cadela feia e malhada que era quase tão má como ele, segundo Arya. A cadela de Weese era violenta e chegou a arrancar “um grande bocado da barriga da perna” (ACOK, Arya VII) de um servente quando Weese atiçou o animal para cima dele.
Entretanto, por mais feroz que fosse a cadela, Weese a criara desde filhote e estava claro até mesmo para Arya que “só uma magia negra qualquer poderia fazer que o animal se voltasse contra ele” (ACOK, Arya IX). Esta opinião parece ser dividida pelas pessoas que presenciaram a morte de Weese:
Uma dúzia de pessoas chegou lá antes dela, embora nenhuma se aproximasse muito. Arya abriu caminho entre elas, contorcendo-se. Weese estava estatelado nas pedras, com a garganta transformada numa ruína vermelha, olhos abertos, sem ver, na direção de uma escarpa de nuvens cinzentas. A feia cadela malhada estava em pé sobre seu peito, bebendo o sangue que saía pulsando do seu pescoço, e de quando em quando arrancando um pedaço de carne da cara do morto.
Por fim, alguém trouxe uma besta e matou a cadela enquanto esta se entretinha com uma das orelhas de Weese.
Que coisa maldita – ouviu um homem dizer. – Ele tinha aquela cadela desde filhote.
Este lugar está amaldiçoado – disse o homem com a besta.
É o fantasma de Harren, é o que é – lamentou-se a governanta Amabel. – Não durmo aqui nem mais uma noite, juro.
Arya ergueu o olhar do homem e do seu cão, ambos mortos. Jaqen H’ghar estava encostado na parede da Torre dos Lamentos. Quando a viu olhando, ergueu uma mão e pousou casualmente dois dedos no rosto.
(ACOK, Arya VIII)
Arya estava tão impressionada em ver a transformação da cadela, que questionou Jaqen na primeira oportunidade que teve. Infelizmente, o fato de Jaqen ter adivinhado sua identidade a impressionou o suficiente para ela deixar a questão de Weese de lado.
Como fez com que o cão matasse Weese? Conjurou Rorge e Dentadas do inferno? Jaqen H’ghar é o seu nome verdadeiro?
Alguns homens têm muitos nomes. Doninha. Arry. Arya.
(ACOK, Arya IX)
Felizmente, Arya sutilmente lembra deste episódio quando esta aprendendo sobre venenos com a Garota Abamdonada na Casa do Preto e Branco, e assim o leitor obtém sua resposta sobre o metódo empregado por Jaqen.
Esta pasta está temperada com sangue de basilisco. Dá um aroma saboroso à carne cozida, mas, se for comida, produz uma loucura violenta, tanto em animais como nos homens. Um rato atacará um leão depois de provar sangue de basilisco.
Arya mordeu o lábio.
E isso funciona em cães?
Em qualquer animal de sangue quente
(AFFC, Gata dos Canais)
Pois bem, existe nas Crônicas outro personagem conhecido por ser um torturador e ter cães treinados para atacar outras pessoas.
[…] Ramsay adorava soltar suas garotas para que latissem nas trilhas, atrás de alguma presa fresca.
(Fedor II)
Os melhores lugares, perto do estrado, estavam ocupados pelos favoritos de Ramsay, os Rapazes do Bastardo. Ben Ossos, o velho que mantinha os amados cães de caça de sua senhoria.
(Fedor I)
Os cães se juntaram ao redor deles, mordendo e rosnando para os estranhos. As garotas do Bastardo, Fedor pensou, antes de se lembrar que nunca, nunca, nunca deveria usar essa palavra na presença de Ramsay.
(Fedor II)
Quando se refere a “presas”, sabemos que Fedor fala em seres humanos. Mulheres, em específico.
Ben Ossos, que gostava mais das cadelas do que do seu mestre, contara a Fedor que todas recebiam seus nomes de garotas camponesas que Ramsay havia caçado, estuprado e matado quando ainda era um bastardo, andando com o primeiro Fedor.
Mas só aquelas que lhe proporcionaram um bom esporte. As que choraram e imploraram e não correram não conseguiram voltar como cadelas. – A próxima ninhada a chegar aos canis de Forte do Pavor incluiria uma Kyra, ele não duvidava.
Entretanto, quanto a estas cadelas, Martin foi ainda mais específico dizendo que as Garotas do Bastardo foram criadas para atacar lobos, com ênfase no lobo dos filhos de Ned Stark.
Ele as treina para matar até lobos – Ben Ossos confidenciara. Fedor não disse nada. Sabia quais lobos as garotas foram feitas para matar, mas não queria assistir às garotas lutando por um dedo seu cortado fora.
(Fedor III)
Os lobinhos do Stark estão mortos – disse Ramsay, despejando mais cerveja em sua caneca – e permanecerão mortos. Deixe que eles mostrem suas caras feias, e minhas garotas rasgarão os lobos deles em pedaços. Quanto mais cedo aparecerem, mais cedo os matarei de novo.
(Fedor III)
Somando todos estes fatores (Stark, mulher e lobo) vemos que as cadelas de Ramsay foram preparadas por GRRM como antagonistas naturais de Arya e Nymeria. Caso esta garota venha a retornar ao Norte, Ramsay usar suas cadelas contra a “menina sem rosto” e warg parecerá apenas uma convergência das pistas que GRRM deixou na trama…
… assim como não pareceria gratuito que Arya usasse sangue de basilisco para fazer com que as cadelas atacassem o próprio mestre, virando o feitiço contra o feitceiro, em um assassinato digno de um homem sem rosto.
Muitos leitores sugerem que o encontro entre Arya e Ramsay ocorreria após Jeyne Poole chegar a Braavos (assumindo que ela não ficaria em Castelo Negro agora que Jon está morto) e procurar a Casa do Preto e Branco para conseguir uma morte pacífica (depois de todos os traumas sofridos), de modo que Arya ficaria sabendo de toda a farsa envolvendo seu nome. Assim, Arya assumiria a identidade de Jeyne Poole e retornaria a Westeros para liquidar Ramsay.
Essa teoria tem diversos benefícios e ainda o número de coincidências poderia ser ainda maior, fazendo com que o retorno de Arya a Westeros fosse mais satisfativo do que problemático. Vejam bem, Jeyne Poole poderia encomendar a morte Ramsay aos homens sem rosto, dando sua própria vida como pagamento.
Como Arya seria a pessoa mais indicada para representar alguém disfarçado como sendo ela, além de nunca ter conhecido Ramsay na vida, ela seria o agente perfeito para a Casa do Preto e Branco enviar para cumprir a tarefa. O único empecilho poderia ser o grau de treinamento que a garota teria alcançado.
Entretanto, a julgar pelas mortes que sabemos que Arya tem executado até o momento, sabemos que ela está cultivando duas especialidades muito necessárias para executar o plano que GRRM está desenhando contra Ramsay, quais sejam, sedução submissa (TWOW, Mercy) e estratégias complexas de envenenamento (ADWD, A garotinha feia).
Mas, alguém poderia perguntar, por que seria necessário veneno para que as cadelas atacassem Ramsay? Elas não seriam ferozes o suficiente para que, em circunstâncias específicas, as cadelas se virassem contra o próprio dono? Bem, alguns poderia arguir que, assim como ocorreu com Weese, seria necessário que as cadelas de Ramsay necessitassem de um incentivo muito forte para se virarem contra seu dono de uma vida inteira.
Na séria da HBO, o papel de providenciar que os cães devorassem Ramsay coube a Sansa, pois os roteiristas fundiram as histórias de Jeyne Poole com a dela, especificamente a partir do 5º livro. O “empurrão extra” foi os cães terem sido privados de comida por 7 dias. Na cena, Ramsay estava amarrado, ferido e coberto de sangue, o que atraiu os animais para fora de seus canis e desencadeou o ataque.
No fim, este seria outro método razoável de executar a morte de Ramsay sem o emprego do sangue de basilisco. E por isso alguns (como o site Drunkenwookie) afirmam que o sangue de basilisco não seria usado nas cadelas de Ramsay, mas nos lobos da matilha de Arya nas Terras Fluviais, que seriam usados para atacar as gêmeas. Entretanto, essa tese tem problemas, justamente porque sabemos que os lobos da matilha de Nymeria não temem humanos há muito tempo:
Nas redondezas do Olho de Deus, as matilhas tornaram-se mais ousadas do que se tem registro. Ovelhas, vacas, cães, não importa, matam o que bem quiserem, e não têm medo dos homens.
(ACOK, Arya II)
Os lobos tornaram-se terríveis nos últimos tempos. Há lugares onde um homem sozinho faria bem em encontrar uma árvore para dormir. Ao longo de toda a vida, a maior alcateia que vi tinha menos de uma dúzia de lobos, mas a grande alcateia que percorre agora o Tridente chega a centenas.
(AFFC, Brienne V)
Perderam todo o medo do homem. Alcateias atacaram nossa coluna logística durante a viagem desde as Gêmeas. Nossos arqueiros tiveram de encher de flechas uma dúzia antes de os outros fugirem.
(AFFC, Jaime IV)
No dia seguinte, Sor Dermot da Mata de Chuva regressou ao castelo de mãos vazias. Quando lhe perguntaram o que encontrara, respondeu: – Lobos. Milhares dos malditos bichos – tinha perdido dois sentinelas para os lobos. Tinham saltado da escuridão para atacá-los. – Homens armados revestidos de cota de malha e couro fervido, e mesmo assim as feras não tiveram medo deles. Antes de morrer, Jate disse que a alcateia era liderada por uma loba de tamanho monstruoso. Um lobo gigante, a julgar por suas palavras. Os lobos também penetraram em nossas linhas de cavalos. Os malditos bastardos mataram meu baio preferido.
(AFFC, Jaime VII)
Desse modo, a explicação para que Arya prefira o sangue de basilisco a deixar as cadelas de Ramsay sem comida por sete dias seja simplesmente que Arya não tenha sete dias à disposição para realizar uma vingança lenta e excruciante, sendo necessário mortes mais rápidas.
O que vocês acham?
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2020.08.02 14:10 machinkkoo Bandeira lgbt foi um fracasso.

Um pouco de contexto:
Minha mãe e eu não temos uma relação boa, muito pelo contrário. A nossa relação é horrível e eu já estou trabalhando nisso com terapia.
Eu sai do armário como bissexual em fevereiro, no meu aniversário. Data horrível, né? Mas esse foi o dia que me senti confiante para dizer a verdade. Ela ja sabia, já que eu vinha dando indícios há um tempo.
O que aconteceu:
Meses depois, eu comprei mini bandeiras lgbt. Coloquei elas no meu quarto, apenas 2 delas. Ontem minha mãe entrou no meu quarto achando que eu estava dormindo, diz pra si mesma: “Que porra é essa?”, se referindo as bandeiras.
Hoje eu acordei cedo, então quando ela veio para o meu quarto como sempre e me disse: “Que merda é essa?” e arrancou as bandeirinhas de onde estavam, jogando elas na minha cama com agressividade. Em seguida disse “É melhor você não ter comprado isso com meu dinheiro.”, então fechou a porta agressivamente. Quando ela saiu, fiz força para não chorar.
Não sei como reagir a isso. Eu sou uma garota menor de idade com depressão e ansiedade que se ofende por qualquer coisa(trabalhando nisso). Não sei como lidar com esse tipo de coisa. Não irei me calar, tenho orgulho da minha sexualidade. Mas qual o melhor jeito de falar sobre isso?
TLDR: Meses após eu sair do armário eu compro bandeirinhas lgbt. Minha mãe arrancou elas da parede e eu quero chorar.
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2020.08.02 13:46 machinkkoo Bandeira lgbt foi um fracasso

Um pouco de contexto:
Minha mãe e eu não temos uma relação boa, muito pelo contrário. A nossa relação é horrível e eu já estou trabalhando nisso com terapia.
Eu sai do armário como bissexual em fevereiro, no meu aniversário. Data horrível, né? Mas esse foi o dia que me senti confiante para dizer a verdade. Ela ja sabia, já que eu vinha dando indícios há um tempo.
O que aconteceu:
Meses depois, eu comprei mini bandeiras lgbt. Coloquei elas no meu quarto, apenas 2 delas. Ontem minha mãe entrou no meu quarto achando que eu estava dormindo, diz pra si mesma: “Que porra é essa?”, se referindo as bandeiras.
Hoje eu acordei cedo, então quando ela veio para o meu quarto como sempre e me disse: “Que merda é essa?” e arrancou as bandeirinhas de onde estavam, jogando elas na minha cama com agressividade. Em seguida disse “É melhor você não ter comprado isso com meu dinheiro.”, então fechou a porta agressivamente. Quando ela saiu, fiz força para não chorar.
Não sei como reagir a isso. Eu sou uma garota menor de idade com depressão e ansiedade que se ofende por qualquer coisa(trabalhando nisso). Não sei como lidar com esse tipo de coisa. Não irei me calar, tenho orgulho da minha sexualidade. Mas qual o melhor jeito de falar sobre isso?
TLDR: Meses após eu sair do armário eu compro bandeirinhas lgbt. Minha mãe arrancou elas da parede e eu quero chorar.
edit: muito obrigada por todo o apoio e pra todos que me deram conselho!!! to pensando em falar com ela q me magoou, mas ainda tenho q ver sobre isso. enfim, muito obrigada pela ajuda!!!!
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2020.07.27 19:21 rrnetopantoja Eu não entendo muito bem a minha maneira de amar...

Já namoro com uma garota há um tempo maior do que a duração de muitos casamentos por aí. Começamos a nos envolver no final do ensino médio, hoje eu estou terminando a faculdade e nós ainda estamos juntos, e eu a amo cada dia mais. Ela é minha fiel companheira, dá-me apoio em tudo o que faço, está sempre presente na minha vida, preocupa-se comigo quando eu não lhe mando mensagem e nós sempre temos bons momentos juntos.
Embora eu tenha um forte sentimento por ela, meus pais não lhe são muito simpatizantes. Não concerne diretamente à pessoa dela, na verdade meus pais pouco a conhecem. O motivo da rejeição deles é que a família da minha namorada é um pouco conturbada, além dela meus sogros tiveram outros quatro filhos, meu sogro em especial é um cara que costuma aprontar coisas vergonhosas quando bebe, trair e espancar a mulher é só o que não fica tão feio falar. Acredito que meus pais temem ser a minha namorada uma pessoa dessa estirpe, mas se eles a conhecesse melhor, com certeza pensariam de forma diferente.
Uma vez meu pai mostrou a filha de um amigo dele, disse-me que achava ela muito bonita, e que eu deveria namorar garotas assim. O comentário dele não mexeu comigo, basicamente saiu pela orelha oposta à qual entrou. Sei que ele só quer o melhor para mim, e por isso não ligo muito para essas coisas.
Meu relacionamento foi o primeiro, em tudo. Com ela dei meu primeiro beijo, tive a minha primeira vez, envolvi-me profunda e sentimentalmente, e por isso tudo sempre foi cercado de uma aura de magia que faz com que eu sinta que o que nós vivemos é, de certa forma, especial; ocorre que ao mesmo tempo, eu acredito que por causa de nunca ter me envolvido com outra pessoa, às vezes eu me pego fantasiando com outras garotas, e tão-logo retorno a mim, sinto-me mal por me imaginar traindo a minha namorada.
Para falar a verdade, eu acho que estou me apaixonando pela moça com quem meu pai queria que eu namorasse. Todas as vezes que ela vem até a nossa loja comprar alguma futilidade, eu sempre fujo dela e faço o possível para não manter nenhum contato, nem mesmo visual. Mas de longe não tem como não apreciar a sua beleza, e enquanto ela está por perto, eu fico imaginando uma forma de puxar assunto com ela, mesmo sabendo que é errado. Quando ela se vai, eu fico me sentindo um merda por ter uma namorada tão perfeita e ainda ficar desejando outras garotas.
Ontem tivemos um dia incrível. Saímos juntos com a minha mãe para almoçar fora (meu pai e meus irmãos estão viajando, então fomos apenas nós), passamos a tarde na minha casa, demos banho nos meus cachorros, fizemos merenda, pedi o carro da minha mãe para levá-la para passear e de noite comemos sushi. Depois de um dia tão bom, seria natural que eu me sentisse à vontade para ter uma noite tranquila de sono.
Todavia, depois que me deixei levar pelos braços de Hipnos, uma miragem me fez divagar por todas as horas que antecederam a alvorada. Sonhei que tinha um mal-estar e ia me consultar com um médico que é amigo dos meus pais. Ele dissera-me que eu não tinha mais do que algumas horas de vida, e que nada poderia ser feito, nem mesmo para postergar o inevitável. Em meu sonho, antes mesmo de contar para a minha família, eu ia atrás da dita moça para contar-lhe sobre os meus sentimentos antes que me fosse, porém tardei a lhe encontrar. Quando a vi, disse-lhe tudo o que eu sentia, sem pestanejar; como admirava sua inteligência, as caridades que fazia, seu comportamento, até mesmo o sotaque carregado típico de quem vem de outro estado... Mas ela apenas respondia que ficava lisonjeada pelos meus elogios, mas nada sentia por mim.
Depois de gastar todas as horas que tinha para viver, andava deprimido e sem rumo até que vi minha namorada correndo para mim ao longe. Senti um aperto no peito e desabei na sarjeta, ela pôs a minha cabeça em seu colo e disse que o médico havia contado o ocorrido, e que todos estavam atrás de mim; que ela não sabia como viver sem ter-me ao seu lado, e jurava não se envolver com mais ninguém depois que eu me fosse. Com dores profundas e uma culpa imensa, não consegui nem dizer que a amava antes de acordar. E quando acordei, percebi que talvez houvesse algo de muito errado no que eu estava sentindo, pois em meu sonho eu gastava tudo o que tinha por quem não se importava comigo ao passo que desdenhava de quem mais me queria bem.
Não consegui dormir até o amanhecer, e já depois das 6:00 consegui repousar. Em outro sonho, a moça vinha até a loja dos meus pais e eu fazia de tudo para chamar a sua atenção. Ela me convidava para comer uma pizza e eu, todo derretido, aceitava. Mas antes que a noite chegasse, eu acordava porque tive que vir para a loja ─ dessa vez sem estar sonhando ─ para ajudar a minha mãe. Enquanto eu estou aqui, não consigo lidar com o fato de amar tanto a minha namorada e ao mesmo tempo apresentar indícios tão fortes de estar apaixonado por outra pessoa. E me sinto horrível por causa disso.
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