Boa idade para namorar

Existe idade certa para começar a namorar? O grande amor da sua vida deve aparecer entre os 27 e 35 anos, diz pesquisadora. Saiba mais sobre o assunto. Os adolescentes devem, acima de tudo, receber o apoio dos familiares e ter uma boa conversa entre eles. Tenho 38 anos e penso exatamente igual. O seu amor sobreviveu ao tempo. Por força da enorme variedade de tipos de pessoas, acredito que nenhuma idade pode ser eleita. Existe, sim, a idade ideal para cada pessoa, mas não uma única para todo mundo. Seria o mesmo que impor o manequim 42 para todos. Para uns ia ficar apertado ou folgado; para outros, o tamanho ideal. Namorar só por namorar é bobagem. Normalmente adolescentes querem namorar porque se sentem atraídos a alguém e querem dar beijos. Isso é egoísta. Você apenas quer usar essa pessoa para satisfazer seus desejos ou quer conhecer melhor, amar, servir, ser companheiro? Namoro Cristão [1] – Qual a idade certa para começar a namorar?? A melhor idade para namorar é a partir dos 18 anos, tanto o moço como a moça, e por que? ... Você tem apenas 13 anos e essa idade não é boa pra contrair um namoro. Espere um pouco mais, dedique-se ao estudo, procure ajudar seus pais em casa, no momento certo as coisas começam a acontecer. Então você terá mais maturidade para lhe dar ... Você pode estar se perguntando se já tem idade suficiente para ter um namorado ou começar a se relacionar. Não existe uma resposta fácil que seja adequada para todo mundo, pois você pode ter pais mais rígidos ou uma educação cultural ou religiosa diferente. É necessário fazer algumas perguntas para si mesma e pedir conselhos de pessoas em quem confia para decidir quando é a hora ... Idade certa para namorar. A resposta poderia ser daquelas complicadas, cheias de “se”, e inúmeras recomendações, mas… não é. Muitos amiguinhos de infância, já namoram, à sua maneira, sem que os pais se deem conta disso. A idade certa para namorar . Doze anos! É uma boa idade!' Quinze anos! Já estou muito velha!' Mas, qual é a idade certa para namorar? Responda as perguntas abaixo e você saberá, na hora, se está na idade certa. 1ª. ? Qual é o seu propósito ao namorar? R. _____

Posso a me tornar um incel

2020.08.24 05:33 marcel22bala Posso a me tornar um incel

Texto grande a vista ...
Há algumas semanas , caiu a minha ficha do porque eu não ter muitas amigas e acho que isso deve pelo fato de que toda vez que eu tinha o intuito de conversar com uma garota era porque tinha segundas intenções ( namoro , sexo ) , isso me deixou devastado até porque umas das boas amizades que cultivo muito , proveio destes interesses...
Eu me desenvolvi num ambiente muito masculino , era todo dia bricando com os meus primos , os garotos da rua e na escola tbm . No meu circulo social não havia uma garota , eu não as a via como alguém que você fazia amizade mas sim alguém para namorar . Eu não achava que era possivel garotos da minha idade conversar com uma garota apenas pra ser amigos , era tudo uma questão de algo a mais .
Isso seguiu até o meu EM , onde graças ao universo eu pude sair da minha bolha de only male friends para garotas também . Mas ai foi tudo muito estranho " como essa garota ta conversando comigo e não quer nada comigo ?? "Ou deu atenção pra mim " sera que ela quer algo comigo ? " . Ao longo do tempo essas perguntas foram recorrentes . E nas elucidações que eu tive ainda no EM é que o motivo de eu ter vergonha pra conversar com garotas é que eu queria algo a mais ( quando eu tento transparecer algo que não sinto de vdd uma hora acaba saindo pela culatra ) , quando eu era legal , gentil com elas - com as garotas que eu tava interessado - era sempre pra ter algo em troca ( namoro ...) .
Acho engraçado , você deve ter pensado agora " vish é daqueles altos proclamados "niceguys". Sim , reconheço que fui um , mas não aqueles que vc vê no niceguys , mas aquele que reconhecia que estava sendo legal pra ter algo em troca ( n , eu não xingava mulher na net apesar de que participava de grupos de shitpost , que esse tipo de coisa era recorrente ) , mas no fundo , bem lá no fundo eu sabia que era simplesmente uma fucking OBRIGAÇÃO ser gentil , educado com as pessoas em geral !
Anteontem e ontem vi dois videos da ContraPoints que falava sobre homens e incel e caralho me senti mal pra porra de achar que eu posso chegar no nivel de um incel fudido . Isso me deixou desesperado
Namoral só queria poder tefazer amizades com garotas sem que essa nóia de segundas intenções aparecesse . Uns pode achar normal mas quando a luz da segunda intenção acende pra toda garota que tu comprimenta , conversa acho que isso é algo anormal . Atualmente estou tentando mudar ...
Obrigado , se leram até aqui ! Tenha um bom ( quando estiverem lendo isso aq )
submitted by marcel22bala to desabafos [link] [comments]


2020.08.17 21:15 Pleasant_Flow_6803 Estou Feliz, agora. Desabafo em forma de AmA

Prelúdio
Faz alguns meses que conversando aqui e no brasil tenho pensando em uma forma de retornar a comunidade o tanto que eu ganho lendo e respondendo posts. No entanto não curto falar muito sobre a vida privada, é muito fácil juntar algumas peças e perder a privacidade na internet.
Em alguns desses posts pude dividir histórias com pessoas passando por um momento difícil, e mesmo com alguns pedidos para falar mais sobre, sentia esse problema da privacidade para aprofundar em algumas respostas.
Tive então ideia de fazer um Ask me Anything(AmA) por aqui(mods, ta valendo?) em formato de desabafo. Obviamente essa é uma conta nova, descartavel.
Meu desabafo
Eu uso nosso subreddit como uma forma de elevar minha empatia. Sempre tive muito dificuldade com empatizar com pessoas em situações distantes a minha realidade. Quando entrei aqui a ano atrás consegui em poucos dias ja melhorar muito no meu dia a dia. Nunca fui indelicado com ninguém(eu espero) mas na minha cabeça sempre via os problemas como muito fáceis de resolver e parecia que as pessoas gostavam de passar trabalho.
Depois de ir na terapia(com essa meta de melhoria da empatia), consegui abrir a mente e os olhos. Por motivos diversos, o ser humano não consegue sair de dentro do problema e ver as coisas de forma desconstruída. Quando se está de fora, sem o peso de tomar uma decisão, tudo tende a ser mais fácil. É preciso ter empatia para ver isso.
Sobre Mim
Minha conta oficial no reddit é de 2013, mas tenho usado mais nos últimos 5 anos.
Tenho 36 anos, casado, dois filhos de 8 e 3 anos.
Minha esposa e eu estamos felizes, e a pandemia teve um efeito positivo, estamos mais próximos do que nunca(seja no aspecto de parceria, amizade ou seja no sexual).
Nos conhecemos jovens ainda, começamos a namorar aos 21 anos(sou alguns meses mais velho).
Tive bons privilégios familiares na minha criação. Família com amor e uma certa estabilidade financeira(pai bancario, mãe professora). Até os 18 anos, sempre morei no interior(cidade de 10k habitantes), ou seja por um lado tinha computador já aos 10 anos, mas demorei a ter internet(comparando com pessoas da mesma idade morando em capitais) e só fui ao cinema em raras ocasiões na infância(vi Jurassic Park no cinema);
Pelo pai bancario, nos mudamos umas 3x entre meus 8 e 14 anos.
Sai de casa com 20 anos pra ir pra capital do estado, desde então pago minhas próprias contas.
Ja morei em 3 capitais de estado no Brasil.
Minha 1a viagem internacional foi em 2013, desde então fiz mais 5 viagens internacionais longas.
Ja perdi amigo idiota em troca de virar amigo da namorada dele que ele destratava, hoje é nossa amiga de coração.
Já perdi um grande amigo por EU ser babaca com ele, hoje nos falamos, mas nunca mais tivemos a mesma relação(é uma das razões por buscar ter mais empatia).
Quase morri atropelado por um ônibus, fui salvo por um anjo até hoje desconhecido pra mim.
Gosto de jogar, e tenho conseguido em média jogar quase todo dia, mantendo uma bom balanço dando atenção pra família e para o trabalho.
Tenho uma renda muito boa, mas como bom classe média brasileiro, vivo em voltas com bons e maus momentos financeiros(estou trabalhando para melhorar)
Já chorei por achar que nunca ia ter uma companheira, muito menos uma família.
Ask me anything
Acredito que abri varias possiveis tópicos, que posso com a tranquilidade do anonimato, responder qualquer coisa que queiram saber. Muito coisa devo ter esquecido de pontuar, fiquem a vontade para trazer qualquer assunto.
Como é balancear familia, casamento, jogar no pc e trabalhar? Consigo dormir?
O trabalho me realiza? Já demiti pessoas? Ja fui demitido?
Sexo 1 vez por mês ou todo dia? Rola orgasmo para os dois? fazemos anal?
Ja passei fome?
Qualquer pergunta está valendo, farei um o máximo possível para dar uma resposta verdadeira a respeito da minha vida, e com profundidade para realmente ajudar.
Regras
Vocês já sabem que no Brasil a única regra, é não há regras.
Bom, eu só peço para serem verdadeiros em suas perguntas. Pergunte algo que vai te ajudar.
Eu vou responder tudo, tudo mesmo. Mas ficarei muito feliz em saber que além de uma curiosidade sua, a pergunta esta relacionada a um problema, uma situação complicada e você precisa de um ponto de vista diferente, distante do teu cenário.
Fiquem bem!
submitted by Pleasant_Flow_6803 to desabafos [link] [comments]


2020.08.12 15:44 sairennorebi Fui a babaca por contar a história de como eu e meu marido nos conhecemos? #Turmafeira

Oi Luba, editores, possível convidado virtual, gatas, papelões sobreviventes e turma que está a ver, quero muito participar por que preciso saber se eu fui a babaca na história.
Bom Luba, eu tinha uns 18 anos na época e minha amiga a mesma idade que eu, vamos chama-la de Karla para não expor. Nós éramos melhores amigas desde crianças. Somos da mesma igreja e, após eu ter um término com meu ex namorado entrei pra um dos grupos que tinha na minha igreja que ela participava. Assim que eu entrei reparei em um rapaz que também fazia parte e logo eu dei uma desculpa para pegar o número dele e começamos a conversar cada vez mais, vamos chamar ele de Carlos. Um tempo depois que estávamos conversando comecei a gostar dele e como eu e a Karla éramos melhores amigas eu fui contar pra ela. Quando contei ela disse que também gostava dele mas que não tinha tido coragem de chegar nele. A questão é que a Karla realmente é mais tímida que eu, mas ela conhecia ele antes de mim e não tinha me falado nada. O clima ficou meio tenso por um tempo e eu até pensei em me afastar do Carlos, afinal não queria perder a amizade dela, mas um tempo depois, quando as coisas estavam começando a ficar mais normais, Calos veio me falar que o melhor amigo dele estava gostando da Karla, vamos chama-lo de Tiago e que queria saber como chegar nela. (Ps. Carlos descobriu que eu e a Karla estávamos gostando dele pela mãe do Tiago, ela era líder desse grupo da igreja que participávamos.) Tiago também era muito tímido então não tinha muita coragem de chegar na Karla mas com algumas dicas ele conseguiu e os dois se aproximaram. Eu e o Carlos começamos a namorar e pouco tempo depois a Karla e o Tiago também, o que era bem legal por que saíamos juntos e éramos um grupo de melhores amigos. Tenho que deixar claro também que Tiago, com o passar do tempo começou a dar sinais de ser meio babaca com a Karla, como fazer ela sair de um emprego que ela estava ganhando muito bem pra ir pra outro que ela ganharia salário mínimo só porque no primeiro ela tinha que ir super arrumada pro trabalho (era corretora de imóveis), isso por que ela ainda está não era formada e tinha que pagar sua própria faculdade por que os pais dela não tinha condição, enquanto ele era formado e não trabalhava e ficava o dia todo em casa jogando.
Passaram-se anos nesse meio termo e Carlos e eu começamos um relacionamento a distância por que ele foi estudar medicina em outro país, e mesmo assim continuávamos juntos e com uma relação muito boa. No último ano, eu já tinha 22 anos, estava nas férias e Carlos estava comigo e fomos no aniversário da irmã de Tiago (ela era muito minha amiga e do Carlos também) e tinha outra amiga nossa lá, vamos chama-la de Larissa, ela veio me contar que tinha começado um relacionamento e que tinha começado meio errado e que tinha sido muito complicado e que estava com medo de por ter começado errado dar tudo errado (detalhe eu estava noiva do Carlos nesse dia e já estávamos próximo do casamento). Com ela me contando isso resolvi contar pra ela como foi o começo do meu relacionamento com o Carlos e como foi difícil porque eu tinha uma amiga que gostava dele, mas eu troquei todos os nomes e não expus ninguém, para mostrar pra ela que as vezes começa difícil como forma de provação pra ver o quanto as pessoas se gostam mesmo, mas que no final podia dar certo. O problema foi que a Karla e o Tiago estava perto e eu não vi, ela escutou tudo e ficou muito puta comigo. Fiquei sabendo depois que o Tiago tinha brigado muito com ela, falando que ele tinha sido o resto, que na verdade ela queria ter ficado com o Carlos (eles já tinham mais de 3 anos de namoro), sendo que ele sempre soube do começo da história, até por que foi a mãe dele que contou tudo pro Carlos. Resumindo ela ficou muito brava comigo e hoje não olha nem na minha cara, detalhe, eles eram nossos padrinhos de casamento e depois disso tivemos que achar outro casal às pressas por que estava perto do casamento. Durante a briga eu disse pra ela que ela estava deixando o Tiago decidir tudo da vida dela inclusive quem ela seria amiga e por isso ela estaria se afastando de mim, mas ela diz que eu inventei toda aquela história e que ela nunca tinha gostado do Carlos, sendo que tem outros amigos nossos que viveram esse momento conosco e sabem que é tudo verdade.
Atualmente estou casada com o Carlos e estamos vivendo muito feliz com ele no Peru (onde ele faz medicina). Ela continua o relacionamento com o Tiago e até onde eu sei ele está morando em outra cidade mas ainda controla cada movimento dela, não deixando ela ter amigos que ele não queira e nem fazer nada que ele não deixe. A mãe dela (muito amiga da minha mãe) detesta o Tiago e tudo que ele tem feito com a filha dela, que antes era uma menina feliz e alegre, agora vivia triste e chorando.
Então, eu fui a babaca por ter contado a história de como eu e meu marido nos conhecemos para uma amiga?
submitted by sairennorebi to u/sairennorebi [link] [comments]


2020.07.16 16:26 fobygrassman ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE

ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE Conheça coroas, MILF's, e Mulheres Maduras brasileiras reais em menos de 2 horas, garantido!
Como Pegar Uma Coroa no Brasil Escrito por uma coroa verdadeira casadas
Quero namorar com uma coroa casada! Como eu namoro com uma coroa? Quais são os melhores sites de namoro de coroas? MILFs e coroas são a mesma coisa?
Não sei dizer quantas vezes já ouvi esta pergunta como especialista em namoro.
Originalmente minha resposta foi simples, pesquise no google sites de namoro de coroas e se compromete com um casal que você goste.
No entanto, há um grande problema com sites de namoro de coroas que afirmam ser focado em torno de mulheres maduras, MILFs, e coroas que estão buscando um homem mais jovem (referido como um "boytoy" ou "filhote".....
Eles não funcionam! E aqui estão 4 razões para isso: Não se preocupe, eu também lhe direi a melhor maneira de garantir um encontro com uma coroa casada ;)
  1. Não há coroas suficientes para dar conta Isto sobre isso, pumas são uma das categorias mais populares de pornografia. Em 2018 foi mostrado que "milf" foi a terceira coisa mais procurada em sites pornográficos. Cada jovem tem uma fantasia de mulher mais velha, mas quantas mulheres mais velhas você acha que estão assistindo a esses vídeos?
  2. A competição é grande! Para cada 1 coroa há 10-20 homens jovens tentando chamar sua atenção. Suas caixas de entrada estão cheias de mensagens não lidas. Minha tia é uma coroa autoproclamada, ela se inscreveu para um site de namoro de coroas uma vez, depois de obter +100 mensagens em seu primeiro dia ela nunca voltou. Então, se você é um cara jovem à procura de uma coroa você vai encontrar alguma competição séria. Pegando sua atenção é quase impossível e mesmo se você conseguir não há nenhuma garantia que ela vai estar interessada.
  3. Coroas não precisam do site Como eu mencionei antes, coroas são muito procuradas. Elas podem gritar pela janela e conseguir uma fila de caras. As coroas são mais propensas a namorar ou dormir com alguém que elas conhecem pessoalmente, elas são da antiga assim. Então, boa sorte competindo com o seu piscineiro, jardineiro, ou filho de amigos enquanto você é apenas um cara da internet
  4. Você precisa estar entre 24-29 para ter uma chance Já existe uma quantidade gigantesca de competição, mas a situação piora. Se você não está entre 24-29 você está em uma desvantagem séria. Uma pesquisa recente de coroas determinou que a idade ideal para um boytoy é 26 anos e a faixa etária média que elas poderiam até mesmo CONSIDERAR está entre 24-29. Há obviamente umas exceções mas são uma porcentagem pequena de um grupo já pequeno.
Disse a verdade sobre sites de encontros de coroas, mas provavelmente ainda está perguntando; OK, eu concordo que os sites de namoro de coroas são um desperdício de tempo, mas o que eu faço em vez disso?
Bem, você está com sorte porque há um pequeno truque muitas vezes negligenciado para aqueles que procuram coroas, sites de infidelidade! Isso mesmo, sites de traição são ótimos para encontrar coroas.
Estão aqui 6 razões porque os sites de traição ganham de sites de coroas para encontrar mulheres maduras:
  1. A grande maioria das mulheres lá são casadas, o que significa que a idade média é de cerca de 37-38 anos, a idade de coroa ideal!
  2. Você está competindo com caras mais velhos Esta é uma vantagem em tantas maneiras. Em primeiro lugar, você vai se destacar de todos os outros caras devido à sua juventude e condicionamento físico. Imagine uma coroa gostosa procurando através de homens perto dela e vendo foto após foto de caras velhos, fora de forma. Homens como seus maridos, que não as satisfazem.... Aí eles vêm através de seu perfil! Você é jovem, você está em forma (especialmente em comparação), e você está confiante. As chances de ela escrever a você é muito maior do que as chances de uma MILF se quer RESPONDER a você em um site de coroa.
  3. Elas não estão à procura de relacionamentos Elas estão em um site de traiçao de casado por isso está muito implícito que elas querem discrição e um relacionamento principalmente sexual. Isto significa que além da primeira ou segunda reunião você é basicamente o seu peguete.
  4. Você pode se destacar com uma foto de perfil! Em sites de traição a maioria dos usuários não tem uma imagem de perfil público de seu rosto. O que é típico é uma foto de corpo como seu retrato público do perfil e então fotos reveladoras em sua galeria privada. Podem compartilhar e revogar o acesso a esta galeria com sua própria discrição com quem quer que elas querem. Entretanto já que você provávelmente solteiro você pode criar um perfil com uma foto pública que inclua sua cara. Isso vai fazer você se destacar 100x vezes mais. As chances são que as mensagens virão antes mesmo de você precisar se apresentar.
  5. Elas etsão solitárias e insatisfeitas com seus maridos. Elas estão em site de infidelidade porque carece atenção de seus maridos. Normalmente, o marido começa a tratá-las como mãe/esposa e já não como um ser sexual. Esta é a sua oportunidade de dizer que elas ainda são sexy e ainda muito desejáveis e acredite que elas precisam/querem ouvir isso desesperadamente.
  6. Elas estão prontas para explorar sexualmente. Estas mulheres estão casadas há anos e o pouco sexo que têm com os seus maridos tornou-se mecânico e "baunilha". Elas estão prontos para apimentar as coisas e são maduras o suficiente para tentar novas experiências sexuais como: BDSM, ménage à trois, dominatrix, etc.
Ok, agora você provavelmente está pensando, "OK, você me convenceu de que os sites de infidelidade são 100x melhores para pegar coroas, mas como eu faço para realmente encontrar uma coroa?" Não se preocupe, siga estas 7 dicas e você vai aumentar drasticamente suas chances de encontrar uma coroa ou MILF em um site de casos.
7 Dicas Para Pegar Coroas Nota: algumas destas dicas são para o uso em sites de traição e algumas são dicas gerais
  1. Mencione a discrição no seu perfil e na sua primeira mensagem. Estas coroas são casados e estão à procura de parceiros casados porque isso garante que ambas as partes serão o mais discreto possível. Assumindo que você não é casado ou comprometido elas vão precisar de segurança de que você é discreto e confiável imediatamente. Considere escrever algo em seu perfil que diz:
"A discreção é muito importante para mim. Eu estou procurando somente parceiras discretas que são mutuamente respeitosas". 2. Mostra que não vai pôr em risco o seu casamento A outra preocupação que as coroas casadas que procuram homens têm é que você homens mais jovens são rápidos para se apaixonar e podem representar uma ameaça ao seu casamento no futuro. Elas não querem estar em uma posição onde você está exigindo que elas se divorciem de seu marido para que ambos possam estar juntos. Elas estão em sites de traição porque elas NÃO querem se divorciar. Assim o que eu recomendo é pôr algo assim no seu perfil e/ou primeira mensagem:
"Não olhando para mudar seu status ou meu, apenas olhando para ver se eu posso encontrar uma boa conexão com limites claramente definidos". 3. Você está disponível! Uma das coisas mais difíceis de se ter um caso é a disponibilidade. Se ambas as partes estão em relacionamentos é muito, muito difícil encontrar um momento em que AMBOS podem fugir de seus cônjuges sem levantar suspeitas. Mesmo quando você concorda sobre um tempo e um lugar, algo pode surgir e um de vocês pode não ser capaz de ir. A boa notícia é que você pode trabalhar em torno de sua programação. Este é um grande bônus então deixe que ela saiba disso! Ela pode nem mesmo perceber o quanto problema programação é se esta é a sua primeira vez traindo. Diga que já que você é solteiro você pode encontrá-la sempre e onde é melhor para ela.
  1. Mostre a ela que você respeita limites. Na verdade, diga a ela que você está ansioso para ouvi-los. Novamente, coroas casadas precisam de discrição e a melhor maneira de ser discreto é estabelecer limites. Pergunte a ela se há alguma regra de discrição que ela precise que você siga. Muitas vezes, são coisas como "não me escreva entre 18h e 23h", "use palavras em código para que se alguém ver as mensagens parecerão inocentes" etc. Tudo isso permite que ela saiba que você está falando sério sobre sua discrição.
  2. Elogie ela! As coroas estão em sites de infidelidade porque seus maridos não as tratam mais como mulheres atraentes e desejáveis. Se elas têm filhos, mesmo que sejam MILFs, é provável que seus maridos as vejam como mães mais do que amantes agora. Elas estão desesperadas por validação que ainda são sensuais e desejáveis e, vindo de um homem mais jovem, isso significa ainda mais!
  3. Acho que você é jovem demais para mim / não é jovem demais para mim? Espere que essa pergunta surja muito. Não se preocupe - este é um bom sinal! Se ela está dizendo / perguntando isso é porque ela está lhe dando a oportunidade de refutar. Se ela realmente se sentisse assim, não responderia a você. Mas agora você está em uma posição crítica; como você responde a isso determinará se você consegue um encontro / relacionamento. Lembre-se de que ela não está falando sério, está testando você. Prepare uma resposta bem pensada a isso com antecedência. Eu acho que este é um bom começo:
“Você realmente se sente assim ;)?” Esta é uma maneira divertida de ir direto ao ponto" "Eu realmente não vejo as coisas dessa maneira. Estou procurando por características como maturidade, confiança, discrição e abertura. Mulheres mais maduras têm mais desses traços e você é incrivelmente sexy." 7. Elas vão pensar que você é imaturo. Imediatamente elas assumirão que você é jovem, excitado e imaturo. Você precisa refutar isso imediatamente. Inicie suas mensagens o mais maduro e profissional possível. Releia suas mensagens e verifique se a ortografia e gramática são 100%. À medida que a conversa continua, você pode se tornar cada vez mais brincalhão, mas a primeira impressão dela precisa ser que você é maduro e inteligente, e não um garoto idiota.
Então aí está, minha opinião extensa e bem pesquisada sobre: Por que sites de coroa não funcionam Onde você pode encontrar coroas REAIS Como você pode maximizar suas chances de entrar em um relacionamento causal com uma coroa Se você leu este artigo e realmente implementar essas dicas, estará dez passos à frente da concorrência e estará no caminho de namorar coroas, MILFs e mulheres maduras.
Ah, e antes que eu esqueça, a pergunta "MILFs e coroas são a mesma coisa?"
A resposta é não. MILF: MILF significa ‘Mãe que eu gostaria de comer’ em inglês. São mulheres com filhos que você acha sexy, só isso.
Coroas (ou cougars em inglês): as coroas são mais velhas, atraentes, mulheres que estão "rondando" explicitamente por homens mais jovens!
O Brasil é um país de trair coroas casadas! Uma em cada dez mulheres casadas encontrou alguém mais de 10 anos mais novo! 8% das mulheres têm encontros casuais com homens muito mais jovens. A maior diferença de idade média entre coroas casadas e amantes é de cinco a dez anos 57% dos homens tiveram um caso com uma coroa casada O estudo constatou que oito por cento das mulheres casadas tiveram um caso com um homem mais jovem Mulheres maduras também são muito atraentes para homens casados. 61% dos homens casados ​​no Brasil têm um caso extraconjugal com uma mulher mais velha. 25% dos homens casados ​​namoraram uma mulher entre cinco e dez anos mais velha. O apetite sexual das mulheres aumenta com a idade, enquanto os homens tendem a atingir o pico em seus vinte e poucos anos. Isso poderia explicar a tendência crescente de coroas casadas em busca de homens. Casados ​​com homens podem ver um declínio escasso no desejo sexual e coroas casadas, eles estão ficando cada vez mais frustrados. Eles agora optam por conhecer um cara que é mais jovem, simplesmente porque sua libido é mais semelhante.
submitted by fobygrassman to coroas [link] [comments]


2020.06.10 05:39 allydunno Completamente perdida no vazio.

Aviso: desabafo muito grande e desorganizado cronologicamente e até ortograficamente. Sei que já exclui esse post várias vezes e coloquei novamente, peço perdão.
Não tenho tanto a reclamar da minha vida apesar de não querer ela, ela nunca foi extremamente ruim, tive os brinquedos que queria e de início uma família reunida. A memória mais vivida que tenho é do bullying. Entrei em uma escola aos 11 anos e foi lá que tudo começou a desandar. Fiz um grupo de amigas inicialmente que no fim eram tudo menos minhas amigas de verdade. A minha "melhor amiga" nesse grupo sempre teve problemas psicológicos (tinha problemas com a aparência dela) e sempre tentei ajudar apesar de ser bem ingênua na época mas, acho que não fiz o suficiente ou talvez não tenha sido uma amiga boa o suficiente. Ela dizia na minha cara que me odiava, me fez sentir mal muitas vezes mas ainda sim eu sentia compaixão e empatia por ela, não por pena mas sim porque eu a considerava minha amiga de verdade. Ela chegou a quase me enforcar um dia na escola, e depois passei a entender que talvez ela me odiasse de verdade. Um dia disse que se ela morresse a culpa seria minha e até hoje eu simplesmente não consigo esquecer isso. Não quero pintar ela como a vilã pois sei que ela estava lidando com conflitos internos mas ainda sim, a forma como fui quebrada e estraçalhada nessa amizade é irreversível. Sofri bullying por outras garotas na escola, minhas outras duas amigas desse grupo me humilharam algumas vezes e foi nessa escola que fui literalmente um objeto para satisfação alheia, não importa o quanto aquelas pessoas me machucassem eu ainda estaria ali por elas firme e forte. Eu passei a me arrastar para ir a essa escola, tomava remédios de ansiedade porque toda vez que eu via aquelas pessoas eu ficava extremamente ansiosa (tive problemas físicos com isso), nunca contei nada a minha mãe e para minha vó porque nunca achei que fosse importante. Inclusive gostei de um garoto (perto do meu último ano nessa escola, passei 4 anos lá) mas hoje em dia me pergunto se gostei dele de verdade ou se senti isso porque todos falavam que a gente dava certo junto, e bem, eu queria agradar todo mundo né?...
Aos 15 anos fui para outra escola começar o ensino médio, de início foi incrível uma das melhores coisas, perdi grande parte da minha timidez e parei de tomar remédios para ansiedade. Comecei a gostar de outro menino e com ele tive meu primeiro namoro e meu primeiro beijo, no começo foi mágico mas depois tudo começou a desandar. Ele queria me forçar a fazer sexo/a ter desejos sexuais, me criticava por não conseguir demonstrar meus sentimentos e afirmava que eu não o amava por causa disso tudo. Me destruiu psicologicamente pois me fez perceber o quão fraca e covarde eu sou. Foi nesse mesmo ano que me machuquei pela primeira vez. Novamente, achei que não era importante então não contei a ninguém.
No mesmo ano comecei a gostar de um garoto, um garoto que me amava de verdade, um garoto que teve uma decepção amorosa anterior e que se tornou meu melhor amigo. Em pouco tempo a gente se aproximou, demais. Beijei ele mas decidi acabar tudo antes de começar porque tive medo, medo de machucar ele assim como eu me machuco, medo de não demonstrar sentimentos e ele se decepcionar, medo de perder tudo. Ele se afastou e parou de falar comigo para sempre, até mudou de escola, me senti a pior pessoa do mundo e me sinto até hoje. Novamente não achei importante, fiquei calada
No ano seguinte, no meu segundo ano do ensino médio, comecei a namorar um garoto que todos falaram que não valia nada mas eu precisava desesperadamente de alguém para me ouvir, me abraçar e ele pelo menos disse que faria isso, mas nunca o fez. Lembro até hoje do dia que tive uma crise na escola (por causa de uma briga familiar) e ele ficou do meu lado olhando o celular o tempo inteiro, me senti uma ridícula por estar chorando e sendo uma namorada ridícula e fraca. Ele também insista na questão do sexo e até chegamos a fazer certas coisas nada muito além mas fiz apenas para agradar, não me sinto bem até hoje com isso. Novamente, fiquei calada.
No final do mesmo ano, tive outro relacionamento, fomos amigos de início mas logo começamos a namorar, de início foi bom -como sempre- mas conforme o tempo foi passando tudo piorou. Ele também insistiu na questão do sexo e bem, foi nesse relacionamento que sofri com estupro e diversos outros toques que me incomodaram. Certos toques eu simplesmente deixei porque ele gostava então achei melhor, melhor para ele mesmo eu não me sentindo nada confortável. No estupro, não tinha muita força para entender e minha mente se tornou um clarão mas impedi ele de ir bem além porque sei que ele iria. Estou com esse menino até hoje porque não consigo terminar, tenho medo, medo de machucar ele parece ridículo mas é verdade, me tornei dependente emocionalmente e mesmo querendo muito terminar não consigo fazer isso, agora irá demorar mais ainda com a quarentena. Enfim, não achei nada disso importante suficiente para falar então fiquei quieta.
Houveram outras coisas no meio desses anos, no meu último ano do fundamental meu pai se separou da minha mãe e nunca mais apareceu, não fala comigo, tentou tirar a casa que eu, minha mãe e meu irmão moramos, passou a viver com a nova família dele, não teve coragem de falar comigo nem para dizer que minha avó paterna havia falecido (isso aconteceu no finalzinho do ano passado).
Meu irmão (quando ainda eramos pequenos provavelmente uns 10 anos e ele uns 15) parou de falar comigo, talvez por raiva, tristeza, não tenho a mínima ideia hoje em dia só trocamos diálogos simples porque moramos na mesma casa, ele e minha mãe brigam várias vezes e parecem dois estranhos entre si ao invés de mãe e filho. Sinto falta dele e das conversas que tínhamos, do abraço dele, das risadas, dos momentos que tivemos mas hoje em dia ele está bem diferente, se tornou muito ganancioso e egoísta. Acho que não tive muita sorte com homens na minha vida sinceramente kkkk
Minha mãe e minha avó são os únicos motivos para eu continuar vivendo aqui, sei que as duas não suportariam viver sem mim então continuo aqui. Minha vó sempre se apoiou em mim e minha mãe também então não seria justo simplesmente fazer elas sofrerem por minha causa.
Me tornei um mar de angústia e desespero, me perdi de mim mesma, olho para o espelho e não sei quem está la mas sei que não tenho orgulho dessa pessoa. Sinto saudades da minha infância quando tudo era diferente, hoje em dia, me tornei destruída, sinto um grande vazio no meu peito. Já senti tristeza por mim, vazio, angústia, até mesmo ódio hoje em dia não sinto nada, sinto um grande vazio num imenso mar de solidão, angústia e silêncio. Não acho meus problemas importantes suficientes por isso nunca falo, acho que outras pessoas sofrem bem mais então não devo ficar falando sobre coisas fúteis como as minhas, falei aqui porque não conheço ninguém, ninguém me conhece e vocês serão como as pessoas que vejo na rua, prestarei atenção mas não nos veremos novamente por isso é mais fácil falar. Sinto essas coisas a muito tempo, desde pequena nunca contei nada para ninguém, talvez tenha sido influência do meu pai porque ele sempre foi uma pessoa fria então talvez me tornei assim também. Me acho um monstro por não conseguir sentir as coisas, faço praticamente tudo porque os outros querem me ver fazer ou gostam, usei diversas vezes roupas para agradar os outros, penteados para agradar os outros, enfim... Me perdi de verdade, não consigo mais organizar meus pensamentos porque tudo está se tornando um borrão. Sou extremamente racional então não irei tentar nada sério, apesar de pensar, me seguro aos meus pensamentos sãos. Talvez futuramente eu procure um psicólogo quando for maior de idade, assim não tenho que dar justificativas para minha mãe não estou preparada para contar tudo isso agora. Aos 17 anos me sinto extremamente perdida, não sei se irei conseguir amar alguém de verdade, não sei quem sou mais tenho apenas leves resquícios meus nesse borrão que eu vejo no espelho, não consigo falar o que sinto, sinto compaixão por todos menos por mim mesma, perdi minha humanidade comigo e não consigo mais encontrar, me sinto um objeto para satisfação alheia. Enfim, essa é só uma parte dos meus pensamentos desorganizados, nunca fui boa para escrever sobre isso mesmo, esse é meu desabafo sobre quase tudo.
Obrigada por ler, se estiver sentindo algo parecido comigo, pare um momento e olhe para o céu: olhar para as estrelas e sentir o vento gelado me ajuda às vezes, espero que te ajude também. ❤️
submitted by allydunno to desabafos [link] [comments]


2020.04.26 17:21 EduardoFelic Sem dinheiro, casar mesmo assim?

Antes mesmo de chegar aos dias atuais acredito que seja necessário voltar no tempo para que você entenda a situação por completo, prometo ser bem objetivo. No ano de 2012 a igreja onde frequentava fez um evento com outras congregações, eu era do ministério de louvor e normalmente chegava mais cedo para testar os equipamentos de som. Certo dia chegou a igreja da minha namorada e foram até este evento, foi neste momento em que conheci a mulher mais incrível do mundo.
Começamos a conversar e eramos apenas duas crianças, eu tinha apenas 14 e ela 12 anos de idade. Peguei o número dela depois do evento e alguns dias depois vários SMS e ligações. Pois é, já tinha WhatsApp e outros mensageiros entretanto mandar mensagens de texto era o melhor a fazer para manter contato, diga-se de passagem.
Passaram algumas semanas, meses e nos estávamos cada vez mais próximos, ela mora em uma cidade vizinha e tinha um empecilho além da distância e que foram importantes para testar nossos sentimentos e tenho muita a agradecer a eles. Se você pensou os pais dela, acertou! Eram super protetores e conversadores nos costumes, até respeitei isto por um tempo mas meu coração falava mais alto e eu queria e ainda quero muito ter aquela princesa cada vez mais perto, segundo os pais dela o primeiro passo antes do relacionamento era necessário concluir os estudos e isto é muito válido, além disto não tinha um emprego.
Passou 1, 2 anos e eu já estava gostando muito dela, pela primeira vez estava sentindo algo muito forte por alguém, em determinado dia resolvi ver ela e foi muito intenso, eu de fato queria namorar aquela menina, mas, tinha um problema, como eu havia dito antes, os pais. Eles não queriam aprovar e só deixariam eu namorar com ela quando aquele anjinho completasse 18 anos, ela tinha apenas 14, imagina a situação. Este tempo me ensinou muita coisa, tive que estudar, trabalhar não tinha tempo a perder, desejo dar uma vida boa a ela e também a minha família, estes objetivos me fizeram caminhar até aqui e acredito que me levarão ainda mais adiante.
De qualquer forma quis me aproximar da família e acabaram deixando a gente namorar antes do tempo estimado. Resumindo a história eu esperei sim por ela, por vários anos e digo que não me arrependo de absolutamente nada. Agora já estamos quase noivando e vem um novo desafio, não temos dinheiro suficiente para iniciar a vida, eu sempre fui o cara que gosta de controlar projetos, gosto de planejamentos e fazer as coisas acontecerem mas acontece que este está muito difícil para nós. Infelizmente ela não consegue trabalho, as poucas vendas que faz ou pequenos serviços ainda não são necessários para bater nossa meta, eu trabalho em uma indústria e o pouco que ganho pago todas as contas daqui de casa, sendo assim, quase não me sobra nada para poupar, por mais que seja "mão de vaca" aprendi a investir desde cedo para este propósito (casamento e aposentadoria), mas mesmo assim é muito complicado. O pior de tudo é saber o que fazer e não ter tempo, normalmente minha rotina é sempre ocupada (trabalho e estudos) e fica complicado vender algo, fazer alguns extras ou algo do tipo. Até montei uma vakinha na Internet mas está difícil. Pretendemos nos casar em menos de 1 ano, acredito que se deu certo vamos conseguir superar mais este desafio.
submitted by EduardoFelic to desabafos [link] [comments]


2020.03.16 03:20 Geralment Vale a pena ser uma boa pessoa?

Bem... O título é autoexplicativo, mas não sei se as respostas dessa pergunta podem me aliviar desse conflito existencial em que passo.
Eu chamava meus amigos todo final de semana para jogar RPG aqui em casa, nós comíamos, bebíamos e eles falavam mal de uma pessoa em particular. Alguns dias atrás eles fizeram uma festa, chamaram a pessoa que eles falam mal, mas não me chamaram. E agora perguntam quando que vai ser o RPG aqui na MINHA casa.
Um conhecido meu pagou a faculdade de medicina para a esposa, ela terminou o curso e se divorciou dele, alguns meses depois ela declarou estar em relacionamento sério com outro cara. Eu sei que o ex-esposo era um cara bacana, ele sofre bastante com isso agora, arrependido. E eu nem sei o que dizer agora, ''pelo menos você foi uma boa pessoa, um bom esposo''?
Outro conhecido meu, da minha idade (20 anos), ele tem uma namorada, ele a ajuda a estudar, eu vejo ele dar o maior amor à ela, o maior apoio em tudo. Eu saio com a namorada dele e uns colegas pra uma pizzaria e ela solta a seguinte frase: ''Eu queria apenas que Fulano brigasse comigo, eu tento fazer ciúmes a ele, e ele não faz nada.'' Alguns meses depois, ela traiu ele em público, abertamente, mas ele a perdoou e continuaram juntos. Nunca o perguntei se vale a pena, e confesso que fiquei tão arrasado quanto ele, foi algo humilhante.
Eu fui uma pessoa totalmente merda anos passados, e as pessoas gostavam de mim, me queriam por perto, eu conheci uma guria e começamos a namorar, eu tentei melhorar como pessoa por ela, namoramos uns 6 meses mas quando terminamos, eu sofri 10. Confesso que não sou uma boa pessoa, mas eu me esforço pra ser uma, talvez não tenham sido 10 meses... talvez sejam 4 anos desde aquele ponto em que me autoquestiono: ''O que eu fiz de errado? Em que eu posso melhorar?''.
E recentemente todos os dias passo a me perguntar: ''Vale a pena ser uma boa pessoa?''
submitted by Geralment to desabafos [link] [comments]


2020.01.29 23:16 jw_mentions /r/brasil - "Eu não quero mais ser testemunha de Jeová, porém o medo de perder minha mãe me impede de sair"

I am a bot! Please send NotListeningItsABook a private message with any comments or feedback on how I work.
EDIT: As of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020, the post is at [193pts10c]

About Post:

--- --- Notes
Submission Eu não quero mais ser testemunha de Jeová, porém o medo de perder minha mãe me impede de sair
Comments Eu não quero mais ser testemunha de Jeová, porém o medo de perder minha mãe me impede de sair
Author blu3shell
Subreddit /brasil
Posted On Tue Jan 28 15:25:07 UTC 2020
Score 193 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Total Comments 71

Post Body:

TL;DR
Tenho 20 anos de idade e fui criado neste grupo religioso. Por causa das regras da religião, perdi muitos momentos de diversão como festas de aniversário, namorar na escola, ter amizades com não-TJs e passei a maior parte do meu tempo da minha vida confinado em casa, afinal para as TJs o "mundo" afora é um lugar horrível e imoral.

Pouco antes de fazer 19 anos, eu comecei a questionar algumas politicas da religião, e uma das regras é não ler qualquer informação negativa da religião, e por isso investiguei de cabo a rabo a religião e conclui que deveria sair de lá.

Durante este tempo, eu já me posicionei duas vezes pros meus pais que queria sair, porem enfrentei uma tortura psicológica terrível. Pq se uma pessoa que decide sair das TJs, terá seus laços cortados com a família, ou seja, se encontrar meus pais na rua, eles terão que fingir que não me conhecem.

Minha mãe começava a chorar como se estivesse em luto, e meu pai não parava de me irritar com seus argumentos tentando provar que estou na religião verdadeira, pois acham que serão os unicos a serem salvos num futuro apocalipse, me convencendo com textos bíblicos aleatórios, e não me deixava em paz, por isso decidi que a melhor solução seria encontrar um emprego e vazar.

Além disso eu me considero gay, mesmo eu sendo virgem, e nunca ter beijado ninguém, comecei a assistir pornografia com 12 anos e até hoje vejo pelo menos uma vez por dia.

Acabei de concluir a faculdade como tecnólogo. Espero poder arrumar um emprego, e poder ser livre de dogmas religiosos. E além disso, experimentar um beijo pela primeira vez

Related Comments (10):

--- --- Notes
Author mccmrg
Posted On Wed Jan 29 00:57:18 UTC 2020
Score 4 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
Eu tava vendo o sub de exJW aqui no reddit e tem inúmeras coisas q eles n podem fazer, dá uma olhada
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 17:26:12 UTC 2020
Score 3 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:49:07 UTC 2020
Score 3 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author detinn
Posted On Wed Jan 29 02:51:56 UTC 2020
Score 2 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
/exjw
Boa leitura.
Tenho pena de quem nasce em família dessa religião.
Força!
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:44:55 UTC 2020
Score 10 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 1
Body link
O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:45:03 UTC 2020
Score 0 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:45:11 UTC 2020
Score 0 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:45:35 UTC 2020
Score 0 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
--- --- Notes
Author DeepNavyBlue
Posted On Tue Jan 28 15:43:41 UTC 2020
Score 47 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
Tem vários depoimentos tanto aqui no Reddit de exJW quanto em fóruns de ex-TJ. Dando dicas de como sair e/ou ao mesmo tempo estar ali. Também existem milhares de depoimentos sobre quem rompe de vez.
Da umas pesquisadas, quem sabe você consiga conciliar, ou nao...
--- --- Notes
Author Kiloku
Posted On Tue Jan 28 16:58:03 UTC 2020
Score 5 as of Thu Jan 30 15:24:13 UTC 2020
Conversation Size 0
Body link
O pessoal do /exjw/ talvez possa te aconselhar
submitted by jw_mentions to jw_mentions [link] [comments]


2020.01.09 18:40 2_latenow Aquelas de filme que ninguém acredita

E ai galera, tudo certo?
Tenho que começar falando que a história que vou contar parece impossível, inimaginável de acontecer na vida real e inacreditável também, então tire suas conclusões e acreditando ou não, essa é a minha verdade.
Quando minha avó tinha 13 anos, meu avô começou a "cortejá-la" e com 15 (ele com 19) começaram a namorar e dois anos depois casaram. Os dois se conheceram em uma rádio famosa da minha cidade na época deles e nessa mesma rádio trabalhava uma mulher que hoje é jornalista em uma rede de TV famosa (lembrem dela), uma coisa engraçada, ela deu em cima do meu avô quando namorava minha avó e foi perguntar pra ela o que ela queria com o João Carlos (nome artístico dele), alegando que o mesmo era seu namorado.
Meu avô era branco dos olhos azuis e minha avó era considerada negra pela família. Ele foi deserdado pela por se casar com minha avó e então sem ajuda de custo alguma (como muitos casais fazem), começou sua vida junto de minha amada veia, perguntou até se ela o aceitaria mesmo assim e pasmem, ela aceitou (minha avó nada interesseira). Antes minha ela não tivesse aceitado nada, pois mal ela sabia que a grande merda iria acontecer depois que ele morresse.
Anos se passaram ele teve o primeiro filho, (que talvez não seja filho de nenhum dos dois, seja adotado, mas isso é história pra outro desabafo) começou a ganhar dinheiro, construiu uma casa de madeira e tudo, depois de tempos tiveram mais dois filhos e uma vida bem estruturada, ele construiu uma casa de praia pra ela, comprou uma lanchonete no nome dela e da minha mãe, comprou uma empresa para os meus tios e tava tudo bem, todos trabalhando, todos tinham seus carros e todos ganhando seu dinheiro (minha família era o famoso meme "eu tenho pq mereci". Até que ele decidiu em um dia vender tudo de todos, o que mais afetou foi a lanchonete da minha vó, pois ela amava o que ela fazia e ele conseguiu vender sem permissão, como? Ele tinha a costa quente e conseguia fazer tudo o que queria, quando queria.
Eles tinham uma vida boa, nunca faltou comida, roupa, nada para ninguém. Nesse tempo eu nasci, nasci em berço de outro, como muitos diziam. Eu era extremamente mimada, ganhava de roupas a brinquedos quase toda a semana, até que ele faleceu. O cara morreu quando eu tinha 3 anos de idade, todo mundo ficou abalado e pensando que nada poderia ser pior que ele morrer, deixando 3 filhos dependentes dele, umas esposa mais dependete ainda e uma criança que não sabia nem cagar no pinico direito, até ai tudo bem.
No dia seguinte foram ver os preparativos para enterro, comprar lote em cemitério e etc, entretando o dinheiro do meu avô havia sumido completamente, todo o dinheiro, documentos, ações de banco, absolutamente tudo, mas minha avó tentou tranquilizar todo mundo, pois ela tinha uma poupança que nunca tinha mexido então o dinheiro daria pra sustentar tudo até geral conseguir um bom emprego (até então eles só trabalhavam pro meu avô). O que ela não sabia é que ele tinha pego esse dinheiro também, como? Ele conseguiu falsificar a assinatura dela e o banco não conferiu merda nenhuma.
Da noite para o dia nossa família ficou pobre, se ter dinheiro pra comprar comida, uma noite eu levantei com fome e comi arroz puro pq era o que tinha. Geral lá de casa deixava de comer pra me dar, eles fizeram conta em frutaria, a gente sobrivevia de sexta básica e assim conseguimos nos levantar. Galera conseguiu trampo, voltamos a ficar bem de novo, não como antes, mas melhor do que passar fome e assim foi indo até que eles decidiram vender a casa, burrice pq a gente não pagaria aluguel e passaria a pagar. Era uma casa de 24 peças onde eu nao precisava sair para brincar ou fazer qualquer coisa do tipo e hoje moramos em uma casa de 2 quartos, um médio outros pequeno, sala, cozinha, banheiro e garagem onde meu tio dorme, sim meu tio dorme na garagem.
Um tempo atrás, alguns conhecidos antigos nos encontraram na rua e falaram a seguinte frase "nossa, vocês devem estar bem de vida com o hotel que o fulano deixou pra vocês", partir dai minha avó decidiu ver onde estava tudo, "contratou" advogado para achar tudo. Ah, acho que não contei que quando minha avó foi ver bagulho de penção, ela não conseguiu, pois o nome do meu avô não constava como casado com ela. Voltando, ela fez de tudo pra achar e semana passada tivemos uma resposta: ta com a mulher da rádio que eu disse pra lembrar... uma parte só, a outra pelo jeito ta em uma cidade aqui perto com uma mulher que alega ser filha dele.
Ou seja, meu avô era um grande babaca, que traiu minha avó com a mulher da rádio e com mais alguma pra ter uma suposta filha, deixou todo o dinheiro dele pra elas, sem pensar que a gente poderia precisar e ferrou com todo mundo, menos comigo pq sou nova e consigo me carregar com minhas pernas.
Hoje meu tio (o que dorme fora de casa, na garagem) precisa de duas cirurgias e está esperando pelo SUS, talvez daqui um ano saia e minha avó tem cancer com metastase pro rim. Então é isso ai galera, eu to muito puta da vida, de mãos atadas vendo minha família sofrer. Hoje mesmo a mulher tava na televisão e minha avó veio chorar comigo, pq não aguenta ver a cara dela.
submitted by 2_latenow to desabafos [link] [comments]


2019.10.12 02:50 Gamerxl55 Analisando o comportamento das pessoas nos dias de hoje.

Boa noite. Sou um universitário cursando Geofísica aqui na minha cidade. Tenho 19 anos e ainda estou no meu primeiro ano na faculdade, mas até agora nesse ano para mim, deve ter acontecido mais coisa do que nos outros 18 anos da minha vida, sendo as minhas primeiras lembranças como pessoa de no máximo 11 anos atrás. Eu gostaria de colocar aqui nesse post os meus pensamentos acerca de vários assuntos envolvendo relacionamentos, amizades, faculdade, problemas psicológicos e confiança. Já que eu sei que minha análise de cada um ficará enorme, dividirei em outros posts cada um desses assuntos se esse post aqui ficar popular e vocês quererem. Espero que vocês que está começando a ler, leia até o final do texto, que espero que não seja gigantesco.
Eu me considero uma pessoa muito observadora, que analisa muito várias coisas para ter um julgamento, ou simplesmente um entendimento sobre o assunto, ou sobre uma pessoa, ou sobre temas quaisquer. Quase como um "overthink" para muita coisa na minha vida. E eu já viajei muito por esse subreddit aqui, vendo centenas de pessoas desabafando, e esses desabafos ajudaram a construir a ideia que espero expressar bem aqui.
Neste primeiro post vou falar sobre relacionamentos, já que nesse ano tive o que eu consideraria como o meu primeiro relacionamento sério, sendo que antes disso eu só havia ficado com duas garotas, nada sério. Nunca fui uma pessoa de vários amigos, tive no máximo 3 ou 4 que eu confiava de fato na minha época do colégio, era um pouco introvertido, me importava e ainda me importo muito com o que as pessoas pensavam sobre mim, tinha medo de passar vergonha entre outras coisas. Só que a partir desse ano, já que eu entraria para a faculdade, eu decidi mudar e ser alguém mais extrovertido, ter mais amigos, novos amigos, achar um relacionamento e etc (a parte das amizades explicarei em outro post). Enfim, e não é que no primeiro semestre da faculdade eu encontrei uma garota, quase que na segunda semana de aulas nós nos apaixonamos e nossa, vocês sabem o que paixão é né, tudo parece perfeito, parece que tudo de ruim que existia deixou de existir naquele momento, é um sentimento lindo. No entanto, como nem tudo são flores a paixão acabou e nem 2 meses depois nós terminamos. Nossa eu fiquei destruído, embora eu também tenha concordado em terminar, aquilo me destruiu muito e infelizmente eu deixo que me destrua até hoje. Enfim, não estou aqui para falar sobre o meu relacionamento e sim para falar sobre relacionamentos no geral.
Nós, jovens, temos uma concepção de relacionamentos muito superficial. Desde que entendemos o conceito de relacionamento através de filmes, séries, desenhos, colocamos ele como um objetivo a ser alcançado, ainda mais na fase adolescente e jovem adulta. Eu sei como é, todos queremos alguém em quem confiar, alguém para nos confortar em momentos difíceis, alguém para beijarmos, entre outras coisas. O problema é, somos muito novos. E por sermos novos não entendemos como outras pessoas "funcionam". Como no início dos relacionamentos, como escrevi antes, é a paixão, tudo é perfeito, tudo faz sentido, achamos que o relacionamento vai ser para sempre daquele jeito, até que vem a primeira porrada. E essa primeira porrada muitas vezes vem de um dos lados do relacionamento. Há vários exemplos de "porradas" sendo a principal que: As pessoas mudam. Eu sempre fui e continuo sendo um adepto da ideia de que as pessoas na verdade não mudam, elas simplesmente não mostram quem completamente são. Mas para facilitar o entendimento aqui vamos supor essa ideia de que as pessoas mudam.
E isso faz muito sentido. Você com 15, 16 anos não é a mesma pessoa quando você está com 19, 20. A cabeça do adolescente é a que mais muda no mínimo de tempo possível. Então por exemplo, se você começou a namorar com 16, 17, 18 anos, há uma grande probabilidade de que esse relacionamento não vá durar muito. Claro que há exceções, tem gente sortuda que consegue achar uma pessoa e ficar pelo resto da vida. Mas a grande maioria esmagadora das vezes, não dura. Um dos lados se torna possessivo, manipulador, trai (ainda mais em nós jovens que o hormônios correm a mil), e muita das vezes esses relacionamentos se tornam abusivos. Sem falar dos relacionamentos que acabam porque um dos lados vai para outra cidade, outro estado e vamos todos concordar em uma coisa né, relacionamentos a distância quase nunca funcionam.
Eu acho que o principal problema dos relacionamentos hoje em dia é que nós procuramos alguém para suprir nossas necessidades emocionais. E quando fazemos isso, acabamos por criar relacionamentos superficiais, suscetíveis a terminar a qualquer momento porquê não conhecemos o suficiente da outra pessoa. Queremos simplesmente ficar bem e nesse processo egoísta ficamos simplesmente com a primeira pessoa que aparece e supra essas necessidades. E isso cria o que é chamado de "Fish Love", que é um conceito que eu vi nesse vídeo: https://youtu.be/AVjRuM7Rong . No vídeo o rabino fala exatamente isso que eu descrevi antes, que normalmente dois jovens ficam juntos porque um supre as demandas emocionais do outro. O problema é que isso não é amor verdadeiro. Vejam o vídeo e tirem a suas conclusões.
Enfim, ficou um pouco grande o texto, mas espero que vocês tenham lido até aqui. Não me entendam mal, eu quero um relacionamento e apoio relacionamentos não importa a idade. Mas temos que ter cuidado com quem nos relacionamos. Essas pessoas podem causar um dano irreparável nas nossas vidas. É isso. Se vocês querem uma análise dos outros assuntos, comentei aí que eu faço.
submitted by Gamerxl55 to desabafos [link] [comments]


2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
submitted by echimenes to desabafos [link] [comments]


2019.03.13 19:46 lizziehope Igreja Assembleia de Deus e o mistério da voz roubada.

Tinha nenhuma idade, quando estava no púlpito com meu pastor, ele me apresentou à igreja. Era grande as promessas que essa igreja cantou em meus ouvidos, eram altas as vozes de luxúria e inveja. Queria poder ensinar coisas, mas eu não tinha o suficiente para ver. Infelizmente, vendi minha alma para o inimigo deles, para ver se tinha como sair daquele mar tenebroso e mesmo assim eles não paravam de bater na porta. Era um estupro divino, já que na bíblia diz que Jesus bateria na porta e se eu não o deixasse entrar, boom, ele me deixaria em paz. Porém até hoje, não tenho paz nele. Só um cansaço em tanta inveja que talvez quem controla ele tem de mim. Sim, tudo começou no Lucas. Um telefone sem fio em que eu disse: "Passa pro Lucas que eu gosto dele", ou se ele queria me namorar. Lembro de quando ele disse que a única negra bonita era a Cinthia. Depois passou para o Davi, tive sonhos estranhos e pensei que era um sinal. Chorei vendo ele beijar a Renata, não minha irmã, outra menina. Eles se beijavam enquanto meu sorvete se derretia. E eu encarava, sem saber o porque. Doía, Mas queria deixar doer. Pensei e comecei a tentar ser como ela e outra menina, Rebecca, que também gostava dele. Tanto faz, eles não me deixam em paz mesmo. Ela estava ensinando a fazer abdominais para a Larissa, disse a ela: "Não da para emagrecer só assim, abdominal define, não gasta tanta caloria". Então ela disse: "Você é magra? Eu faço isso todos os dias, Eu sei como fazer" A Larissa ficou quieta então, Mas eu lembro de um sorriso estranho em ambos os lábios. Deitei e fui sonhar outro sonho esquisito de lágrimas e inveja. Voltando ao Davi, em um belo dia Eu e a Larissa estávamos conversando bastante e eu revelei que gostava dele. Ela contou para todos, não estava acostumada ainda, então fiquei confusa, Mas esperançosa, talvez, acreditava que eles eram minha família, eles pudessem aceitar isso. Eu era a café com leite. Era triste, me sentia lombada por eles, porque ele parecia gostar da Joyce, enquanto me usava de brinquedo para fazer ela rir. Saindo dele, apaixonei meu coração por vários outros rostos. O Levi foi um deles. Lembro de quando estávamos em um ônibus ou metrô, ou barco, algo estava ali. Talvez não era ele de fato, já que ele estava interessado na Rebeca, ou em mim, tanto faz. Talvez ele só quisesse mesmo é rir comigo secretamente, assim como os outros dias. Tentei caçar amigos, orei para ter, tentei matar meus amigos, tentei achar uma família, tentei me matar por causa da minha, tentei abandonar a igreja, Mas ela continua caçando bruxas. Sim, Eu sou uma bruxa. Aceitem. Que bom que fugirei e, sem saber escrever, vou varrer vocês de minhas memórias. O rancor por não ter dinheiro, ou o rancor por suas mãos sujas em meu dinheiro? Sua mão, Eu não limpo. Sua mão está suja de sangue. Suas irmãs deveriam estudar historia. Invés de ler esse livro velho e achar que sabe mais que eu. Rasgo esse livro como vocês rasgam véus. Rasgo esse véu e mostro meu dedo. Desrespeito, vocês nunca tiveram lealdade comigo. "Elias, um dia eu posso solar?" "SÉRIO? VOCÊ QUER? SERIA MUITO BOM" Tentei ensaiar uma musica, Mas ele nunca me deu uma para ensaiar. Quem deu foi minha irmã, porque ela achou que talvez seria aquela. Eles, no fim, nunca me deixaram. Foi engraçado quando a Solange escolheu a Julia, que tem uma voz feia, muito. Muito mesmo. Para cantar. Foi tipo um desacato para minha própria luxuria. Eu já achava minha voz um lixo a muito tempo, desde que o pastor que Ismael tinha falado que eu ia gravar meu álbum no dia 32 de Fevereiro, quando eu era criança. Sim, daí eu fui atrás de alguém para gravar meu CD. Não sabia que era uma piada na epoca. Engraçado quando esqueci a letra da música, olhei para minha irmã buscando reconforto e ela riu de mim. Todos começaram a rir, Mas eu entendia que era porque eram adolescentes e crianças são idiotas. Era uma igreja bem cheia. Voltando a tempos bons, como quando riam de meu cabelo e me chamavam de Mãe natureza, eu podia sentir algumas coisas entranhas. Era como se eu realmente me comunicasse com elas, Mas ao mesmo tempo, era como se fosse Deus entre nós. Que pena que o Deus delas era tão maldoso. Tinha um the voice. Que bom que eu me inscrevi para cantar nele, só meninas haviam ido, sentaram nas cadeiras para virar e escolher as melhores. Nunca cantei tão mal na minha vida, mas eu ao menos tinha uma esperança que minha voz talvez seria boa o suficiente para apenas uma cadeira. Foi engraçado ver a Solange fingindo dó e choro enquanto segurava o riso e pedia para pelo menos uma pessoa virar. Por que eu tinha que cantar até o final? Eu não sei, não sei se posso cantar. Com certeza, mesmo com uma voz horrível, eu faço músicas mais agradáveis. Sinto um calafrio com vocês gritando para que eu me cale. Sinto uma dor no peito de ver tudo isso. Gostaria de entrar novamente e devora-los. Um por um. Cada peça. Cada jogo. Cada fantasma. Eu seria a melhor e mais maníaca. O meu plano está em pratica. Aceitem a mim e nunca mais verão deus. Deixem eu ir e nunca mais ouvirão minha voz novamente.
submitted by lizziehope to u/lizziehope [link] [comments]


2018.11.17 07:47 Gnar_cya Como a idade vem nos alcançando e nossa busca por algo aumenta só pra tentar fazer algo produtivo ou importante ou apenas preencher um pedaço que falta na nossa alma

Queria ouvir historias das pessoas de 18-20 anos, sobre qual a coisa que elas mais querem concretizar ou realizar até os 23-25 anos de idade e como vem sendo para os mesmos.
Eu de um tempo pra cá, com toda a minha procrastinação, preguiça e tédio, decidi que já estava na hora de mudar isso tudo e fazer as coisas realmente funcionarem, pois eu já tinha completado meus 18 anos e não tinha nenhum feito de que eu me orgulhasse, eu nem sequer me formei no colegial por ter vadiado a minha adolescência toda em, festas, rolês e as vezes que eu matava aula pra ir ao cinema com meus amigos, naquele tempo eu não ligava muito pra quase nada (Adolescência) e nem pensava sobre como isso me atrasaria pra muitas coisas quando eu ficasse mais velho. Eu literalmente não tive nenhuma ajuda dos meus pais (conselhos) e eles não me reprimiam por matar aula, beber e fumar, eles realmente sabiam de tudo isso e quando eles se divorciaram, eu simplesmente parei de frequentar a escola por ter ficado bastante triste e deprimido, eu mal levantava da minha cama e passava todos os dias deitado no meu quarto, mas depois de um tempo eu consegui superar tudo isso e voltar pra escola. Acabei me formando no colegial com 19 anos de idade, faltando apenas 4 meses pra completar 20. Eu sempre fui muito solitário por ser tímido e não dar tanto valor as minhas amizades, eu era bem solitário e não tinha namorada, e namorar era uma coisa que eu já tinha desistido de vez. E não eu não sou feio e nem trato as garotas mal, meu único problema é, não conseguir me apaixonar tão fácil, eu estava sozinho por que eu não tinha achado nenhuma garota que me fizesse sentir feliz ou especial e, quando eu conseguia me apaixonar por alguma garota, no fim ela não sentia nada por mim e isso me deixava bastante frustrado comigo mesmo, eu não consigo ser feliz sem ter alguma pessoa pra amar, sem ter alguém que me faça pensar em não fazer algumas coisas pelo meu próprio bem, alguém que cuide de mim e que me deixe cuidar dela, as vezes penso que a vida só é boa quando se vive ela a dois, quando se tem alguém para amar, quando se tem alguém esperando você chegar em casa com um grande sorriso no rosto. Hoje eu tenho 25 anos, tenho o trabalho que eu quero pois estudei muito pra conseguir exerce-lo, eu tenho tudo que eu quero na verdade, mas por que ainda sinto como se faltasse um pedaço em mim? Isso me tira o sono quando vou dormir, fico pensando quando vou achar uma pessoa que me faça completo e preencha o pedaço que falta em mim. Pois eu conheci uma garota a 2 semanas, nós conversamos bastante, eu realmente gosto dela, acho que estou apaixonado, sinto falta dela pois não nos falamos a 2 dias. Por quê sera que a cada 2 horas essa garota me vem nos pensamentos e bagunça todos eles? Talvez seja essa garota, ou talvez também dê errado igual todas as outras vezes. A coisa que eu mais quero na vida é, poder me apaixonar, poder construir uma família, poder cuidar dos meus filhos, poder ensinar tudo que aprendi a eles. Bem la no fundo todos queremos amar e ser amados, tenho certeza de que o amor é a coisa mais importante da vida. E vocês? o que vocês querem fazer, conquistar, construir até seus 25 anos de idade?
submitted by Gnar_cya to brasil [link] [comments]


2018.09.12 21:14 seth_br Todos ao meu redor evoluem e eu não

Bom eu sou um adolescente do segundo do médio e não venho aqui falar que tenho depressão ou que vou me matar por qualquer motivo besta como todos da minha idade fazem. Pois bem como já disse estou no segundo do médio e uma coisa que não estou conseguindo lhe dar é todos os meus amigos ao meu redor conseguindo evoluir em certos aspectos, um deles conseguiu muito melhorar suas notas e eu praticamente não consigo nunca tirar uma nota boa sem ir pra recuperação mesmo estudando, outros começaram a namorar para pelo menos ter alguma pessoa especial com quem dividir as coisas e para se divertir no final de semana e não ficar enfiado no quarto na frente do computador como eu fico. Eu realmente me sinto muito desmotivado com isso por que praticamente nada muda por mais que eu estude mais e tente mudar meu comportamento na sala. Tenho medo de isso causar alguma atrocidade grande dentro de mim e perder totalmente a vontade de ir para a escola e sim eu sei o quão importante é ter o ensino médio parar o mercado de trabalho mas de qualquer jeito isso pode vir acontecer... Só isso mesmo
submitted by seth_br to brasil [link] [comments]


2018.08.13 02:19 -belledejour- O que fazer para finalmente me sentir viva?

Antes de tudo, esse é meu primeiro post no Reddit e mal sei mexer no site, então peço desculpas por eventuais erros (ou pela encheção de saco). Acho que só criei essa conta porque vejo aqui muitos desabafos e muitas pessoas dispostas a ajudar quem precisa. Bem, desde que me entendo por gente, me sinto muito só. Sempre fui uma menina muito calada e retraída, tinha muito medo de tudo. Conforme o tempo foi passando, percebi que minhas colegas de turma (as únicas que eu tinha contato, não conhecia mais ninguém fora da escola que fosse da minha idade) começaram a se interessar pelos meninos e eles correspondiam, e era algo muito natural pra elas. Elas foram crescendo, começaram a sair, a beijar, namorar, ir em festas. E eu continuava a mesma menina calada e retraída que tinha medo de tudo. Eu tentava dizer a mim mesma "besteira, no Ensino Médio isso muda". Meu Ensino Médio foi a pior época da minha vida. Foi onde descobri que tinha depressão e ansiedade. Pelo menos 90% da minha turma eram pessoas egoístas, arrogantes, antipáticas e mal educadas, e estudavam juntos desde criança. A verdade é que saí de uma escola pequena onde estudei toda a minha vida pra estudar num colégio considerado grande e tradicional, e pela primeira vez na minha vida, me vi sozinha no meio desse tipo de gente. Tinha dias que eu só abria a boca para dar bom dia aos professores, porque ninguém falava comigo. Muitos desses dias eu registrava num diário que tenho até hoje. Enfim. Eu via que o tempo ia passando e eu não fazia amigos, nenhum garoto se interessava por mim, ninguém ao menos percebia que eu estava ali. Pensei que duraria só o primeiro ano, e depois só o segundo, e quando chegou o terceiro, achei que na faculdade tudo ia melhorar. A faculdade não chegou. Estou fazendo o possível pra que chegue, estudando pra passar numa faculdade federal ou em uma particular boa, mesmo que não seja o que eu realmente quero (eu tenho outro sonho, mas sinto que esse papo de "sonhos são possíveis" não cabe pra mim). Já é a terceira vez que tento passar no vestibular e não espero nada desse ano, sinceramente. Me sinto inútil e fraca demais pra conseguir qualquer coisa. Atualmente, eu não tenho um só amigo. Nunca me senti importante, desejada ou querida. Há dois anos, desde que saí da escola, não saio de casa (pra não exagerar, saio para fazer exames rotineiros, resolver coisas sobre documentos, comemorar o aniversário de alguém da família, essas coisas). Todos os dias eu faço as mesmas coisas, como um robô, num total marasmo. Mal tenho vontade de estudar. Não posso sair sozinha, meus pais nunca deixaram. Minha mãe diz que é perigoso e que eu só vou sair da casa dela depois de casada. A última vez que conversei com alguém pelo WhatsApp foi há umas duas semanas e acho que isso mostra bem o tanto de amigos que eu tenho. Nunca beijei ou tive qualquer contato físico com um garoto. Ninguém se demonstrou interessado por mim até hoje. Também nunca saí sozinha e nunca fui convidada para ir em festas (só quando eu era criança mesmo). Gastei toda a minha infância trancada em casa, no computador ou na TV. Perdi toda a minha adolescência presa no quarto chorando pelas coisas que faziam comigo no colégio. E sei que estou perdendo minha juventude também. Mês que vem, faço 19 anos. O que farei no meu aniversário? Vou ao shopping com meus pais, como todo ano. Só de pensar que as meninas da minha idade estão viajando sozinhas, fazendo farra com os amigos, entrando na faculdade, namorando, me dá uma vontade tão grande de morrer. Ou sair correndo. Já pensei em suicídio várias vezes. A primeira vez, que eu me lembre, eu tinha uns 9 anos. No Ensino Médio, eu pensava todos os dias. Mas morrer agora não vale mais a pena. Meus pais sabem que eu me sinto triste (só não sabem que eu tenho depressão, e Deus me livre se descobrirem). Eles fazem o possível pra me verem feliz mas são evangélicos muito conservadores e a solução de todos os meus problemas se baseia em passear com eles e voltar para a igreja (coisa que não quero por enquanto). Já pedi à minha mãe que marcasse pra mim uma consulta com um psicólogo, e ela disse que o melhor psicólogo é Deus. Um dia desses, pra verem a que ponto cheguei, chorei depois de assistir ao filme "Rio, Verão e Amor" de 1966 (outro motivo pra eu não ter amigos, gosto muito de coisas que ninguém gosta). Alguns atores/personagens tem a minha idade e isso foi o estopim pra me fazer perceber que minha vida é uma total monotonia e poderia ser muito melhor. Mas eu me sinto perdida, de mãos atadas. Eu não sei o que fazer pra conseguir tomar as rédeas da minha vida e finalmente, me sentir viva. Eu preciso urgentemente viver. Enfim, esse texto não teve nexo algum porque eu fui escrevendo o que vinha à cabeça. Já me sinto uma idiota por ter escrito tudo isso e ter me exposto. Mas me sinto mais leve, então acho que valeu.
submitted by -belledejour- to desabafos [link] [comments]


2017.11.28 02:17 lucius1309 Letícia

Bom Letícia, a gente tá saindo já há uns 4 meses e você fica nesse papinho de que eu não posso começar a namorar, porque você sabe que se isso acontecer, você vai perder seu pau amigo que é muito mais do que um pau amigo. Que é um cara que te escuta e que te dá atenção. Que te ajuda nas horas difíceis. Você também me ajuda muito. Mas o que quero dizer é que, você vai ser mais uma Andréia na minha vida. Andréia ficou 6 meses, SEIS meses comigo e não queria nada sério. Que tipo de pessoa fica mais de 3 meses sem querer nada sério? Porra Letícia, não faz isso.
Às vezes eu tenho vontade de falar com você igual eu falei com Andreia, colocar na parede e falar: "Escuta, a gente vai ficar só fudendo sem compromisso ou vamos ter alguma coisa DE VERDADE?" Mas tenho receio de ouvir a mesma resposta que ouvi dela. Um sonoro "Desculpa, mas não quero namorar você, você não serve pra nada além de sexo." Eu estou com 27 anos, já não tô mais na idade de farrear, eu tô querendo ficar de boa. Sexo casual era bacana até uns anos atrás, agora eu quero algo mais palpável. E você é uma garota bacana pra isso.
Letícia, faz o seguinte: pára de dizer que eu não posso arrumar uma namorada porque senão você vai me perder. Vamos resolver logo essa questão. Se eu estiver namorando com você, eu com certeza não vou arrumar uma namorada. E aí nossa relação vai ser única. Isso deve ser o bastante para nós.
submitted by lucius1309 to desabafos [link] [comments]


2017.11.14 13:59 piolhofedido Pai biológico abandona filha ao descobrir a gravidez... e se faz de vítima agora, quando a garota tem 15

Vamos começar o post assim: sou homem, e o assunto que trato diz respeito à minha família.
Conheci minha esposa há 14 anos, sendo ela à época mãe solteira de uma menina. Começamos a nos relacionar enquanto ela passava por diversas humilhações por parte do pai biológico do bebê, pois o mesmo não reconhecia a paternidade.
Eles eram colegas de trabalho, e tiveram um lance que resultou em gravidez. Quando ela foi contar a ele sobre estar grávida, basicamente o sujeito disse que não havia possibilidade de o filho ser dele. O cara difamou minha esposa para todos na empresa, e isso durou até o contrato de trabalho dela acabar (era estagiária).
O sujeito não deu as caras durante a gravidez. Na verdade, o único "apoio" dado por ele foi quando o mesmo sugeriu que se ela fizesse um aborto, ele pagaria pelas despesas. Ela sofreu muito durante a gravidez e a menina nasceu doente, precisando ficar internada por cerca de 20 dias após nascimento, período no qual o sujeito nem telefonou para saber se a criança estava viva.
Quando comecei a namorar com minha hoje esposa, a menina tinha 1 ano e meio. Foi feito o teste de paternidade (requerido judicialmente), e houve o resultado de 99,99999% de compatibilidade, então houve um pedido de pensão alimentícia. A "pedalada" do cara foi incrível: ele fez acordo com o chefe, pediu as contas e ficou trabalhando sem registro para se dizer desempregado, além de comparecer perante o juiz com uma roupa de trabalho velha e gasta. Em consequência disso, foi determinado um valor irrisório de pensão, o cara pagou por um ano e visitou a garotinha menos de cinco vezes.
Agora, sobre mim. Eu estava presente quando ela falou. Junto com minha esposa, eu ensinei nossa menina a andar de bicicleta, dei conselhos, ajudei com tarefas e trabalhos da escola, nutri, e cuidei por todos estes anos. Ela ficou com sequelas do abandono, e faz terapia psicológica desde os 5 anos de idade... e durante todo esse período, o sujeito nunca deu as caras.
Quando a pequena tinha 3 anos de idade, procuramos um advogado, pois o cara não estava pagando pensão. O advogado disse que sempre poderíamos mandar o cara passar uma temporada no xadrez... mas acabamos optando por não fazer isso (se ele não pagar pensão, ele não vai nos perturbar). Ele é uma pessoa muito manipuladora, e a paz que a ausência dele trazia compensava tudo isso, com o diferencial de que um dia as pensões atrasadas poderiam ser cobradas de uma vez só.
Nos encontramos com ele algumas vezes nesses anos, e ele sempre fugiu desenfreado. Uma vez, estávamos em um supermercado de nossa cidade, eu, minha esposa e nossa filha. O cara nos viu de longe, abandonou o carrinho e fugiu do mercado, deixando pra trás a compra.
Outra vez, vimos o cara comendo um lanche numa lanchonete perto de nossa casa. Ao perceber que estava sendo observado, ele fugiu também.
Bem... agora a guria tem 15 anos. É esperta e bonita, e sempre quis ver o danado do pai. Tentamos na medida do possivel não pintar pra ela um demônio, mas também não escondemos dela a verdade sobre suas origens.
Na semana passada, ela encontrou o cara no Facebook e já chegou intimando. Ele se mostrou simpático, passou o telefone dele e nós passamos a monitorar as conversas.
Basicamente, ele está revertendo sobre nós tudo o que ele fez de errado. Ele diz que nunca voltou por culpa da minha esposa, pois ela "não queria que eles convivessem". Ele faz muitas e muitas perguntas capciosas sobre mim, sobre minha esposa, sobre nossa situação financeira...
Ele pôs os filhos dele para falar com ela pelo Whatsapp também. Ele se diz "disposto" a acolhê-la como filha, mas (não tão) sutilmente, percebemos que ele está manipulando a menina para acreditar que ele é um coitadinho e que minha esposa é a vilã da história.
Ouvir o cara falando essas coisas nos deu náuseas, então marquei um papo com um advogado: se o cara quer ter direitos, então vamos falar sobre DEVERES. Não queremos brigar com ele, apenas assegurar o que é de direito para nossa filha. Para nós, o dinheiro não faz diferença, mas este valor pode bancar uma boa faculdade para ela quando esse dia chegar (e está próximo).
submitted by piolhofedido to desabafos [link] [comments]


2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
submitted by botafora01 to desabafos [link] [comments]


2017.08.09 14:53 piolhofedido Minha mãe morreu e me sinto aliviado

Por favor, Não me interpretem mal.
Minha mãe tinha transtornos mentais graves, mas nunca buscou tratamento. Por boa parte da minha vida adulta, tentei convencê-la (e também a meu pai) sobre o fato de ela precisar de tratamento, mas sempre acabava rechaçado devido ao preconceito.
Se me perguntarem sobre de quais transtornos minha mãe exatamente sofria, serei incapaz de responder, uma vez que ela nunca se tratou. Sei apenas que ela era tremendamente depressiva, paranoica e, por vezes, "via" coisas (esquizofrenia? talvez). Ela provavelmente tinha TOC, pois manifestava diversos "rituais" repetitivos para fazer coisas simples (como trancar e destrancar as portas da casa repetidamente para ter certeza de ter deixado tudo bem fechado).
Para não dizer que a danada não se tratava, ela ia ao neurologista, e este profissional dava a ela medicamentos para ansiedade (ela tomava "Frontal"). Ela ia ao neuro, pois dizia que não conseguia dormir... e nunca a um psiquiatra, pois para ela esse havia o estigma do "médico de loucos" (e ela não era "louca").
Sou filho único, e minha família se resumia a eu e meus pais. Os nossos parentes mais próximos vivem a mais de 500 Km, pois meus pais intencionalmente se isolaram do resto da família. Na verdade, eles se isolaram do mundo todo: a casa onde meu pai hoje vive sozinho mais parece uma prisão. Ele chegou ao extremo de, atendendo a pedidos dela, cobrir todo o quintal com tela de "sombrite" para evitar que os vizinhos vissem claramente o que se passava lá dentro. Desnecessário dizer, a casa se tornou um lugar muito sombrio.
Minha infância foi até tranquila, mas minha adolescência foi um verdadeiro inferno. Como minha mãe tinha medo até da própria sombra, minha vida se resumia a ir de casa para escola e da escola para casa. Eu não podia, por exemplo, fazer trabalhos em grupo com meus colegas de escola. Explicando: eu era bolsista em uma escola particular, e meus colegas tinham um nível social bem acima do nosso. Minha mãe tinha verdadeiro pavor de eu ser (acreditem) assassinado por meus amigos. Ela costumava dizer que "esses riquinhos matam os outros e tudo fica por isso mesmo".
Ela assistia a todos os programas policiais possíveis e inimagináveis, daqueles que mostravam "sangue e tripas". Para ela, o mundo fora da nossa casa era um ambiente claramente hostil e perigoso. Ela tentava me convencer a não ter amigos (afinal, para ela, todas as pessoas "de fora" eram muito, muito más).
Certa vez, uma vizinha me viu com mais dois amigos de escola entrando em uma loja para comprar materiais para um trabalho escolar. Inocentemente, a mulher relatou que nós "parecíamos homenzinhos" (eu deveria ter uns 12 anos). Minha mãe sorriu e depois, quando a mulher saiu, fui castigado (não fisicamente, mas psicologicamente).
Ela me torturava psicologicamente. Por muitas vezes gritava comigo, dizendo que deveria ter me abortado, pois tudo na vida dela tinha azedado depois do meu nascimento. Era muito estranho: ela demonstrava amor e preocupação comigo, mas tinha ressentimentos pelo fato de eu existir.
Com toda essa pressão (e com meu pai ignorando sistematicamente a todos os meus apelos por ajuda), fui crescendo e me tornando um cara bastante estranho (pelo menos aos olhos dos outros). Me tornei uma pessoa extremamente tímida e introvertida, e criei meu próprio mundo baseado na leitura (não enlouqueci por causa dos livros e dos gibis).
Agora vem uma parte interessante: como um adolescente como eu poderia ter uma namorada se a mãe simplesmente não me permitia nem manter uma amizade? Fui perder o BV com 19 anos de idade. Comecei a namorar aos 20, e a pobre garota foi por varias vezes tremendamente humilhada por minha mãe até o ponto de não suportar mais ficar comigo. Minha mãe era neta de estrangeiros, e constantemente xingava e fazia comentários depreciativos sobre a pobre guria na língua dos meus bisavós julgando não ser compreendida.
Todas as garotas de quem eu me aproximei tiveram o mesmo azar, isso até eu conhecer minha esposa, nos meus hoje longínquos 26 anos. Minha mãe fez com ela o mesmo que fez com as anteriores, e até pior (chegou ao cumulo de queimar presentes que minha esposa -- então namorada -- me dava).
Além disso, minha esposa tinha uma filha de outro relacionamento, e isso para minha mãe era simplesmente o fim. Disse que eu era um imbecil por estar disposto a criar "filho dos outros". Como é natural, não suportei e saí de casa (confesso que demorei). Fiquei um bom tempo sem nem falar com minha mãe, pois o dialogo era francamente impossível. Voltamos a conviver apenas quando minha filha nasceu, mas logo precisamos nos afastar novamente: entre outras esquisitices, ela insistia que "dar leite do peito fazia mal", pois minha esposa era magra e seu leite deveria ser "uma água". Quando explicamos que o leite materno era essencial para o desenvolvimento, ela simplesmente disse que iria entrar "na justiça" para tomar a guarda da neta.
Além disso, ela fazia muita diferença entre minha filha e minha enteada, e isso para nós era simplesmente insuportável. Minha filha ganhava dois, três presentes de dia das crianças... e minha enteada não ganhava nem um mísero aperto de mão.
Desta forma, vivemos os últimos anos afastados de minha mãe. Minha esposa, por exemplo, não falava com ela desde 2011 (bem entendido, não foi só pela história do leite).
Minha mãe morreu repentinamente há alguns meses. Não fiquei feliz com sua morte, mas de certa forma, me senti aliviado. Percebi, por exemplo, que meu pai está mudando para melhor a cada dia mais. Conviver com uma pessoa como ela era muito difícil para ele também, mesmo considerando que ele tinha uma certa parcela de culpa pelo fato de nunca tê-la arrastado para um tratamento psiquiátrico.
Sinto que a vida de minha mãe foi desperdiçada. Ela poderia ter aproveitado a vida, poderia ter feito amizades, viajado, amado e se divertido... mas a pobre mulher preferiu se fechar, se isolar...
Obrigado por lerem meu desabafo.
EDIT: Complementei alguns pontos da história que ficaram nebulosos, e fiz as correções ortográficas.
TL/DR: minha mãe tinha problemas psiquiátricos não tratados que tornavam a convivência impossível. Ela faleceu há alguns meses, e subitamente nossa vida em família só melhorou.
submitted by piolhofedido to desabafos [link] [comments]


2017.07.25 05:29 followil O que fazer com meu marido?

Oi gente. Acabei de criar minha conta agora e ainda não sei nada sobre como funciona. Só preciso urgentemente de um lugar pra desabafar e ouvir opiniões sinceras.
Dia 30 deste mês farei 3 anos de "casamento" e coloco entre aspas pela seguinte razão: não faço sexo com meu marido há 2 anos e meio - praticamente - e não por escolha minha.
O conheci quando tinha 22 e ele 35. Sempre gostei de caras mais velhos por serem mais bem resolvidos e geralmente maduros. Apesar de, como toda pessoa, a beleza de outra pessoa de chamar atenção é sempre a conversa que me ganha. Na.época estava ficando com um colega dele - que só vim descobrir depois - da mesma idade dele mas todo modelinho, gato mesmo porém um porre quando abria a boca.
Enfim, fiquei com ele, começamos a namorar e em 6 meses nos casamos. A religião dele me deixava grilada de como minha família iria reagir porque éramos evangélicos e ele candomblecista. Mas correu tudo bem.
Antes de namoramos, ele me falou que tinha uma disfunção erétil e o tamanho também era precário. Porém desde sempre ele mostrava um desejo bem grande por mim e supria meus desejos com todo o restante do arsenal dele. Para haver penetração era necessário remédios prescritos. Ele já chegou a ter que tomar injeção de testosterona antes de me conhecer e tal.
Enfim, sexo nunca foi um problema. 6 meses depois nos casamos e depois de mais 6 meses acabou sexo. Mas TUDO! Fiquei me sentindo mal a cada vez que tentava algo e o via sair pela tangente. A situação foi piorando por que gosto de sexo, sou uma pessoa sexualmente bem ativa. E faz uma falta danada. Começamos a brigar muito, fiquei me achando um lixo por não despertar mais desejo nele ainda mais com 20 kgganhos. E ele tentando compensar suas faltas com presentes e comida. Ele tinha 150 kg quando nos conhecemos e dizia que parte do problema era o peso. Ele fez a bariátrica , emagreceu bastante mas não fez nenhum tipo de esforço em.procurar novamente.médicos , remédios , nada. Mas do.que adianta conseguir endurecer o pau se ele nem quer transar?
Realmente não sei o que faço. Eu amo ele de todo o coração. Tem varias qualidades. Mas o sexo faz falta demais. Ele não se esforça pra mudar isso porque não quer. Não faz mais nada oque não quer. Não quer me permitir ter sexo com outras pessoas. Já tentei me separar e ir embora diversas vezes e ele implora pra eu não ir. Já perguntei de boa e o colocando contra a parede se era gay e estava me usando pra esconder da família ou sei lá e ele diz que não. Apenas que não sente desejo. Como se antes sentia bastante?
Alguém tem uma luz pra mim?
submitted by followil to desabafos [link] [comments]


2015.12.04 13:46 Riddle0219 [Serious] O que fazer com a minha vida?

Boas portugal. Escrevo isto porque verdadeiramente não sei o que fazer com a minha vida, nem sei como sobreviver minimamente bem, mesmo que tenha alguns objetivos gerais.
Sou um jovem de 21 anos, sexo masculino, fiz a escola e acabei o secundário com média de aproximadamente 17 valores no curso de línguas e Humanidades (Não me lembro do valor certo da média). Após isso, meti-me a tirar o curso de Direito numa pública, no qual já estou à cerca de 4 anos (4ª matrícula).
Fui para o curso porque achei que era uma boa escolha para quem esteve em Humanidades, e achei algumas profissões interessantes. Para quem não sabe, o curso de Direito é daqueles que começa com noções gerais e cadeiras que não são bem do curso (como introdução à economia) e depois progride para cadeiras mais jurídicas, cada vez mais específicas e difíceis. O que me aconteceu e que só reparei à pouco, foi que quanto mais o curso se torna jurídico (ou seja, mais "Direito") menos o suporto, e muitas cadeiras de que gostei, gostei por terem a ver com outras áreas - História do Direito pela parte histórica, Introdução à economia adorei, Direito fiscal pela parte financeira e Penal pela parte criminológica e não tanto legal. Cadeiras de direito privado (como direito civil, etc.) que são super importantes e muitos empregadores olham especificamente para elas e pedem as respetivas notas para escolherem quem contratar (até porque a média pode ser mais alta por causa de cadeiras inúteis, super fáceis que a sobem que todos os cursos tem), eu detesto e tenho, no máximo, um 11 ou 12 e raramente passo à primeira.
Resumindo e concluindo, passei excelentes momentos, sobretudo no primeiro mas também segundo anos de faculdade, até ia tendo algum interesse de vez em quando, ia estudando e fazendo as cadeiras todas, fui à queima, diverti-me, fiz bons amigos e passei bons momentos, mas no terceiro que é considerado o mais difícil e também muito importante porque tem cadeiras fundamentais para muitas profissões relacionadas com Direito e especialmente advocacia (como processo civil, obrigações, processo penal, por aí), desleixei-me, deixei de ir completamente às aulas e reprovei de ano, perdi bolsa porque só completei 40% das cadeiras (4 em 10) que não chega para ter os 36 créditos e renovar a bolsa de estudo.
Basicamente, eu menti aos meus pais à descarada e disse que só reprovei a três cadeiras, e pedi a bolsa entretanto, já sabendo que quando responderem não a vou ter. Os meus pais acham que eu vou acabar o curso e só tive um momento um bocado mau. Entretanto, tenho tentado ir às aulas mas cada vez mais acabo por sair a meio e ir para o café beber um café, estudar o código pois estou a tirar a carta, ler outros livros que não tem nada a ver com Direito ou mesmo jogar no tablet.
Eventualmente eles vão descobrir, e eu estou aqui, com o 12º ano, sem vontade de fazer o curso e com vontade de me tornar independente e trabalhar. NUNCA trabalhei, mesmo em part-time por baixo da mesa, e estou neste momento a fazer o meu CV e irei enviar currículos para sítios onde possa trabalhar (aceito tudo menos trabalhar nas obras porque, verdade seja dita, sou um gajo com pouca força e destreza física).
Para tornar mais fácil o que quero ao certo, aqui estão pontos importantes:
submitted by Riddle0219 to portugal [link] [comments]


Qual é a idade CERTA pra começar a namorar? CRIANÇAS PODEM NAMORAR? COM QUE IDADE VOCÊ PODE NAMORAR ... NAMORAR CEDO É UMA BOA? NOSSA OPINIÃO! QUAL A IDADE CERTA PRA NAMORAR ?  Do Olhar Ao Altar #026 - Qual é a idade certa pra namorar? Como começar um namoro, da forma mais correta QUAL A IDADE CERTA PARA NAMORAR??? - NAMORO CRISTÃO QUAL É A IDADE CERTA PRA NAMORAR ? - YouTube EU TENHO IDADE PARA NAMORAR ? IDADE QUE CADA SIGNO VAI NAMORAR - YouTube

Existe idade certa para namorar? Como saber se já estou ...

  1. Qual é a idade CERTA pra começar a namorar?
  2. CRIANÇAS PODEM NAMORAR? COM QUE IDADE VOCÊ PODE NAMORAR ...
  3. NAMORAR CEDO É UMA BOA? NOSSA OPINIÃO!
  4. QUAL A IDADE CERTA PRA NAMORAR ? Do Olhar Ao Altar
  5. #026 - Qual é a idade certa pra namorar?
  6. Como começar um namoro, da forma mais correta
  7. QUAL A IDADE CERTA PARA NAMORAR??? - NAMORO CRISTÃO
  8. QUAL É A IDADE CERTA PRA NAMORAR ? - YouTube
  9. EU TENHO IDADE PARA NAMORAR ?
  10. IDADE QUE CADA SIGNO VAI NAMORAR - YouTube

Você sabe a idade ideal para se iniciar um relacionamento? Aprenda neste vídeo sobre um tempo ideal para iniciar uma bela jornada até o casamento. Conheça-no... Me Sigam Nas Redes Sociais: 🌈Instagram:https://www.instagram.com/p/BuzZOSGHT8G/?utm_source=ig_share_sheet&igshid=1ch7yeomm093v ⭐Parcerias do canal⭐ 💓Belly C... O vídeo de hoje é um Bate Papo sobre a infância e a adolescência. Falei sobre namoro, com que idade a criança pode começar a namorar, como fazer os pais acei... vVIDEO SOBRE NAMORO https://www.youtube.com/watch?v=Va-8MkUy_qM VIDEO SOBRE NAMORAR AOS 12 ANOS https://www.youtube.com/watch?v=Qtsq5vz8Xr0 CONTATO PARA PARC... Louvores Para Libertar Sua Alma - As Melhores Músicas Gospel Mais Tocadas 2020 Louvores Gospel 886 watching Live now Maquiagem para pálpebra caída e pálpebra gordinha - Duration: 27:24. Veja agora meu novo clipe: https://bit.ly/2KTnR3N Inscreva-se no meu canal: https://bit.ly/2KYS3Hy Será que existe idade certa para começar a namorar? Vamos falar um pouco sobre isso, alguns ... Deconstructing White Privilege with Dr. Robin DiAngelo - Duration: 20:02. General Commission on Religion and Race of The UMC 115,505 views Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Eclesiastes 3:1 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem ... Olá amores, aqui converso um pouco com vocês em relação a namoro! Se gostou clique no GOSTEI, INSCREVA-SE NO CANAL e COMPARTILHA ♥♥ Post no blog: em breve. I... Fala galerinha abençoada, todo mundo de boa todo mundo na paz? Hoje estamos trazendo um tema muito confuso entre os jovens cristãos que realmente querem ter um namoro santo e puro perante o ...