Tipo de mulher questionário

Participaram mais de 52 mil mulheres e mais de 17 mil homens, com mais de 18 anos, de todas as regiões do Brasil. A idade média dos homens que responderam ao questionário é de 31,9 anos ... da Criança e da Mulher – PNDS 2006 – Questionário da Mulher CEBRAP – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento DECIT – Departamento de Ciência e Tecnologia / MS Abril 2008. 1 faz parte de um programa mundial de Demografia e Saúde PESQUISA NACIONAL DE DEMOGRAFIA E SAÚDE DA CRIANÇA E DA MULHER - 2006 Gestão de Negócio e Meio Ambiente / UFF- Rua Passo da Patria, 156 / 329 – A, Caixa Postal: 100.175 – CEP: 24001-970 – Niterói / RJ – (21) 2711 6390 – [email protected] RESUMO Este artigo discorre sobre um modelo de questionário de avaliação de perfil de saúde,. Title: QUESTIONÁRIO BÁSICO PARA INVESTIGAÇÃO DE Author: Rangel Gustavo Reale Last modified by: d559570 Created Date: 6/22/2006 12:49:00 PM Company O meu tipo de mulher faz supermercado, passeata, aborto clandestino e morre de septicemia. Para piorar as coisas, na opinião dos especialistas em excomungados, vai parar direto no inferno. Tenho uma linha direta com Deus, acredite. Ele me disse que a vida é que é um inferno; os homens, uma legião de demônios. 3. Ingestão Média de Água por dia Menos que 0,5l Entre 0,5 a 1,0l Entre 1,0 a 1,5l Entre 1,5 a 2,0l Mais de 2,0l 4. Funcionamento Intestinal Todos os dias e várias vezes ao dia Todos os dias e uma vez por dia Dia sim, dia não Mais de 2 dias sem evacuar 5. Em busca de concretizar tal intento, tendo em vista a natureza do fenômeno em estudo, um dos instrumentos que servirá de coleta de dados será o questionário. Antes de colocar tal recurso em prática, o pesquisador terá de adotar alguns procedimentos, considerados essenciais à efetiva realização da proposta a qual se dispõe. Sem mais cerimônias, vamos ao questionário! Quiz qual tipo de mulher você é ? E aí, qual foi o resultado final no Quiz? Compartilhar com as amigas nas redes sociais e deixe nos comentários abaixo o seu resultado! Lembrando que cada mulher é única no seu jeito e modo de agir, então sempre escolha ser você, pelo que você simplesmente ... Se quiser inverter os papéis e descobrir quão bem a pessoa A conhece a pessoa B, basta atualizar o questionário e trocar de lugar. E lembrem-se: sem brigas! ... endereço de IP, tipo de ... Este questionário tem como objetivo contribuir na avaliação dos fatores de risco pelo Sistema de Justiça para os encaminhamentos relacionados aos casos de violência doméstica contra a mulher, em contexto de relações entre parceiros íntimos, atuais e anteriores. É MUITO IMPORTANTE que você possa respondê-lo, para

O grupo de pesquisa do qual faço parte está trabalhando em um projeto que busca entender como é ser mulher no Brasil. Você pode nos ajudar?

2020.08.14 02:52 whoareyougirl O grupo de pesquisa do qual faço parte está trabalhando em um projeto que busca entender como é ser mulher no Brasil. Você pode nos ajudar?

Oi, pessoal. Primeiramente, não sei se esse tipo de post é permitido aqui, mas como o projeto está sendo divulgado em vários canais de comunicação (desde redes sociais até jornais locais), creio que não infrinja qualquer regra sobre exposição de pessoas comuns.
Faço parte de um grupo PET (Programa de Educação Tutorial - acredito que muitos aqui saibam do que se trata) vinculado ao curso de Letras da UFRGS. Estamos coletando relatos de mulheres brasileiras para um projeto chamado Svetlana (em homenagem à Svetlana Alexijevich).
Nessa fase do nosso projeto, gostaríamos que você preenchesse esse formulário, que deve tomar no máximo 20 minutos do seu tempo e pode ser feito de forma anônima. As respostas fornecidas por vocês (sempre respeitando a identidade de quem respondeu ao questionário) serão utilizadas, então, como dados para a construção de um artigo científico (ou similar).
Vou deixar aqui embaixo um pequeno "release" que elaboramos sobre o projeto, além de uma matéria sobre ele no jornal da nossa universidade.
Agradeço desde já a todos que puderem nos ajudar, seja respondendo o questionário ou indicando-o para pessoas que conhecem! :)
Release:
Svetlana Aleksiévitch é uma das mais conhecidas escritoras de História Oral, ganhadora do prêmio Nobel de Literatura de 2015. Em uma de suas principais obras, Svetlana apresenta o testemunho de mulheres que lutaram e participaram da Segunda Guerra Mundial.
A História, em todos seus aspectos, costuma privilegiar acontecimentos e figuras masculinas para desenvolver suas narrativas. Contudo, as mulheres estiveram e estão presentes em todos os períodos, sendo líderes de família, chefes de estado, influenciadoras e atuando como as trabalhadoras que põem o mundo a funcionar. Porém, a maioria dessas mulheres foi apagada da História em detrimento de outros, ou simplesmente não tiveram suas vozes ouvidas.
Por isso, principalmente em épocas em que os direitos das mulheres ainda são contestados, suas vozes devem e precisam ser escutadas e representadas. A história oral representa a voz do cotidiano.
Reportagem
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2020.06.14 03:41 Rubens322 9 Maneiras de Estimular a Sua Libido de Forma Totalmente Natural

9 Maneiras de Estimular a Sua Libido de Forma Totalmente Natural
caso o seu tempo no colchão, juntamente com o seu parceiro, não seja tudo o que gostaria que fosse, leve o coração à letra.

disfunção sexual masculina!
Ter um encontro com a sua companheira - para se lembrar de todas as razões pelas quais gosta de todas as diferenças e para relaxar ao ser comido e jantado - pode ser uma abordagem excelente para estimular a sua libido, diz Anita Sadaty, MD, uma ginecologista holística em Roslyn, grande maçã.

Essa é uma das muitas abordagens naturais que os especialistas dizem que você pode melhorar o seu estilo de vida sexual.

associado: remédio sexual: O que mulheres e homens devem entender

Os motivos médicos podem estar na origem de problemas sexuais ou de desinteresse
De direcção, pode haver um motivo científico para que o seu estilo de vida sexual esteja a marcar passo. Diabetes, problemas de tiróide, a maioria dos cancros e problemas cardíacos podem diminuir a preferência sexual. Problemas nervosos, endometriose ou outros problemas podem fazer com que as relações sexuais sejam dolorosas para as mulheres. E medicamentos seguros - como alguns para stress sanguíneo, melancolia, tensão, ou mesmo começar a gerir - podem, adicionalmente, inibir a escolha.

relacionados: Desconstruindo a pressão da relação sexual: O que a sua libido diz aproximadamente a sua aptidão

É por isso que é vital fazer um check-up clínico caso esteja a sentir sinais e sintomas que afetem o seu estilo de vida sexual e que a sua situação seja bem tratada. pode ainda perguntar ao seu médico se é viável mudar o seu remédio para algo sem um efeito secundário sexual.

1. Faça da entrada na disposição para o sexo uma prioridade

Ocasionalmente, ter maiores e melhores relações sexuais exige realmente que se limpe o seu horário. "É difícil estar com disposição quando se tem 1.000.000 coisas na lista de afazeres e não há muito tempo para o fazer", diz o Dr. Sadaty.

Programar relações sexuais pode parecer pouco romântico, mas você posicionou o máximo dos seus planos importantes no seu calendário, então por que não sexo? É excelente marcar tempo suficiente para fazer algo relaxante primeiro, em vez de saltar diretamente para a cama, considerando o facto de as raparigas, especialmente, precisarem de se descontrair mais cedo do que a sua libido, diz Sadaty.

2. pinturas sobre os teus pensamentos e palavras A tua mente para uma relação sexual mais elevada

Caso a sua mente esteja a correr um ciclo de comentários sobre os motivos que escolheu pelo caminho - sobre a forma como se deve sentir responsável pelas relações sexuais ou talvez que o seu quadro seja simplesmente demasiado gordo ou feio ou, gentilmente, qualquer coisa - é altura de o antecipar no seu caminho. reconhecer o conceito enquanto ele parece e mudá-lo para um conceito mais útil.

Isto facilita a sua existência sexual porque, como meta-avaliação publicada na revista internacional de psicologia clínica e da saúde encontrada, os seres humanos com atitudes extra abertas sobre o sexo são mais capazes de descobrir a sua sexualidade com a sua culpa. (1)

3. Não negligencie o uso de Lubrificantes para uma melhor relação sexual

o sexo pode ser extra agradável no caso de carregar um lubrificante, que reduz a fricção e a irritação e, consequentemente, a dor, dizem os ginecologistas. pode comprar um lubrificante de boa reputação na farmácia ou utilizar um óleo doméstico como o óleo de coco (certifique-se de utilizar um preservativo sem látex no caso de fazer bricolage devido ao facto de estes óleos poderem danificar o látex).
Não tente cobrir a sua necessidade de um lubrificante do seu cúmplice. Torne-o parte do seu habitual sexual e divirta-se com ele.

4. Passe o seu corpo para melhorar a sua vida sexual.

pode não assumir que o treino que faz para o seu coração e massa muscular é vital para o sexo exacto, no entanto tenha em conta que o sangue flui tanto nos seus genitais como no seu coração coronário.
Os homens com disfunção eréctil (DE), por exemplo, podem de vez em quando reverter este problema com um modo de vida saudável que inclua exercício, de acordo com um exame publicado no Diário do Remédio Sexual. (2) Mesmo nos homens que necessitam de medicação para a DE, os investigadores descobriram que os ajustamentos de um estilo de vida saudável aumentam provavelmente as vantagens.
  1. Dormir o suficiente para o sexo correcto
O sono é outra coisa do estilo de vida que afecta a libido. Um dos motivos é que a secreção hormonal é gerida através do relógio interno do organismo, e os estilos de sono provavelmente ajudam o quadro a decidir enquanto se lançam hormonas positivas associadas à relação sexual.

Tanto para as mulheres como para os homens, sentir-se desgastado quando se entra na cama zaps alguma coisa de libido pode ter tido até momentos de antecedência.

Além disso, para os homens, dormir o suficiente pode aumentar o nível de testosterona (um nível decrescente pode estar associado a disfunção sexual), em linha com uma avaliação publicada dentro dos estudos mentais da revista. (3)

associado: Porque não tens agora relações sexuais extremamente boas, e a forma como podes alternar Isso

6. exercício Mindfulness - e Yoga - para apostas

pode parecer que o sexo é o exercício final da atenção, e mesmo como o orgasmo é bastante (provavelmente ninguém fez a sua lista de mercearias ou deliberou um documento de trabalho nesse segundo), pode distrair-se através de pensamentos aleatórios no tempo que leva até esse orgasmo.

Manter a sua atenção no que está a fazer e a sentir é uma forma poderosa de aumentar o seu prazer. Num exame feito por investigadores canadianos, publicado em Novembro de 2016 nos ficheiros de conduta sexual, as mulheres afectadas por disfunções sexuais relacionadas com tensões aumentaram significativamente a sua capacidade de resposta sexual depois de terem sido educadas em consciência. (quatro)

Da mesma forma, a prática do yoga em quadro mental pode ajudar a sua libido. Enquanto a uma coleção de 40 mulheres foi dito para praticar uma hora de yoga por dia, a sua classificação média num questionário de características sexuais para preferência, excitação, lubrificação, orgasmo, dor mais baixa e prazer geral aumentou, de acordo com a investigação publicada dentro da revista de Remédio Sexual. (cinco) As posturas de yoga que faziam eram posturas primárias que se acreditava que melhoravam o tónus muscular pélvico, lançavam articulações da anca apertadas, e melhoravam o temperamento, observadas com a ajuda de actividades físicas respiratórias e estratégias de relaxamento.

7. Não esquecer as medidas de acupunctura para melhorar as relações sexuais

O histórico exercício de acupunctura em língua chinesa, no qual um praticante localiza estrategicamente agulhas no corpo, também pode embelezar o seu estilo de vida sexual. Equilibrar e relaxar o corpo com acupunctura tem sido usado há muito tempo para melhorar a libido, diz Baljit Khamba, ND, médico naturopata e professor assistente de medicação naturopática na Universidade Bastyr da Califórnia, em San Diego.

Khamba coautor de um estudo publicado dentro da revista de medicamentos alternativos e complementares onde 35 homens e mulheres com disfunção sexual, provavelmente devido aos antidepressivos que têm tomado, foram tratados com 9 sessões de acupunctura. no final, a libido tinha progredido nas mulheres, mesmo quando a erecção, o momento da ejaculação e a capacidade de orgasmo tinham sido mais adequados nos homens. (6)

8. Veja o que alguns Afrodisíacos podem fazer por si

algumas ervas são utilizadas pelas culturas em torno do sector como afrodisíacas. acredita-se que algumas estimulam os nervos nos seus genitais; outras, os graus de crescimento do óxido nítrico, que irá aumentar o fluxo sanguíneo para os genitais, e as substâncias químicas que se sentem mais propícias à sensação na sua mente.

Algumas destas ervas incluem ginseng, Cordyceps, gingko biloba, e muira puama em língua chinesa.

As drogarias e as lojas de produtos alimentares saudáveis comercializam de vez em quando produtos para a saúde sexual que são uma combinação de ervas e suplementos dietéticos, incluindo o aminoácido L-arginina. Um olhar sobre este tipo de mercadoria, ArginMax para mulheres, transformado em publicado na revista de sexo e remédio conjugal. (7) Determinou que mais de dois terços das raparigas que tomam este produto - que incorpora ginseng, ginkgo biloba, damiana, nutrientes, minerais e L-arginina - declararam um crescimento na escolha sexual e no deleite sexual universal.

9. Masturbar ou Auto-estimular para uma melhor relação sexual

Ao usar a experiência em si mesmo, você pode chegar mais alto e perceber o que o satisfaz sexualmente - fatos que você poderia então entregar ao seu parceiro.

relacionados: A verdade aproximadamente oito Mitos de Masturbação e Auto-estimulação

Para as mulheres, a masturbação também pode ter outros benefícios. A secura vaginal e a dor podem ser reduzidas enquanto se passa tempo a estimular-se.

É por isso que os terapeutas sexuais propõem frequentemente a masturbação como uma ferramenta para as mulheres que têm dificuldade em atingir o orgasmo. pode ser necessário adicionar um vibrador para uma estimulação mais adequada.
#saúdesexual #libido
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2020.03.30 16:38 rafastry Não consigo manter uma conversa com mulheres

Então, tenho 25 anos e até hoje é difícil para mim manter uma conversa com mulheres, principalmente desconhecidas, tipo, até tento puxar algum assunto que a gente tenha em comum, começo até bem, relaxado, a conversa flui, mas pouco tempo depois não sei o que dá, o assunto morre e eu não faço mais ideia do que fazer, daí acaba virando aquele questionário chato até o desinteresse total.
Até converso bastante com meus amigos e algumas amigas também, mas em questão de flertar é muito difícil manter o assunto, isso se já desde o começo o assunto não for nulo, como não ter nada em comum, seja em gosto musicais, séries, etc. Enfim, não sei se é falta de iniciativa minha, demoro um pouco a sexualizar a conversa, tento criar mais intimidade antes de jogar alguma cantada ou algo mais direto, não sei, podem me falar como que vocês conversam com alguém que chamou sua atenção? Ou no que puderem ajudar, obrigado!
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2019.06.10 13:10 hanoisky A Rapariga de Antes, de J. P. Delaney

SINOPSE
«Por favor, faça uma lista de todos os bens que considera essenciais na sua vida.»
O pedido parece estranho, até intrusivo. É a primeira pergunta de um questionário de candidatura a uma casa perfeita, a casa dos sonhos de qualquer um, acessível a muito poucos. Para as duas mulheres que respondem ao questionário, as consequências são devastadoras.
EMMA: A tentar recuperar do final traumático de um relacionamento, Emma procura um novo lugar para viver. Mas nenhum dos apartamentos que vê é acessível ou suficientemente seguro. Até que conhece a casa que fica no n.º 1 de Folgate Street. É uma obra-prima da arquitectura: desenho minimalista, pedra clara, muita luz e tectos altos. Mas existem regras. O arquitecto que projectou a casa mantém o controlo total sobre os inquilinos: não são permitidos livros, almofadas, fotografias ou objectos pessoais de qualquer tipo. O espaço está destinado a transformar o seu ocupante, e é precisamente o que faz…
JANE:Depois de uma tragédia pessoal, Jane precisa de um novo começo. Quando encontra o n.º 1 de Folgate Street, é instantaneamente atraída para o espaço —e para o seu sedutor, mas distante e enigmático, criador. É uma casa espectacular. Elegante, minimalista. Tudo nela é bom gosto e serenidade. Exactamente o lugar que Jane procurava para começar do zero e ser feliz. Depois de se mudar, Jane sabe da morte inesperada do inquilino anterior, uma mulher semelhante a Jane em idade e aparência. Enquanto tenta descobrir o que realmente aconteceu, Jane repete involuntariamente os mesmos padrões, faz as mesmas escolhas e experimenta o mesmo terror que A Rapariga de Antes.
Epub
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2019.01.04 14:40 mrBatata O wage gap continua a ser um mito: revisited

Ok no meu último post houve algumas críticas com argumentos bastante sólidos os quais não me foi possível responder atempadamente especialmente por que fui ler os artigos associados. Achei por bem também partilhar com o sub visto que respondendo individualmente ia ser mais moroso e muitos não iam ver pontos contra o meu argumento que partilho em baixo. (Tirei excertos e fiz link das respostas para não ficarmos com uma parede de texto substancialmente maior)
Notas:
(fim das notas)

TL;DR

No post anterior simplifiquei um problema que não é tão linear.
Mas basicamente não encontrei nada que suportasse a ideia de discriminação ACTIVA contra o sexo feminino, contudo o wage gap nos casos em que depois de ajustado ainda existe pode ser explicado pela maternidade e decisões que a antecedem.
A tarefa de ter um filho influencia as escolhas e tempo gasto no trabalho, à medida que a mulher envelhece a wage gap volta a reduzir novamente. Em bastante suma https://youtu.be/13XU4fMlN3w

TL;DR2

Ver ultimo paragrafo #Reflexões

 

Intro

Antes de mais importa esclarecer que tanto o título deste post como o do anterior são propositadamente click-baity em que apesar de ter havido muita gente a ler o meu texto na íntegra houve muitos outros que pouco ou nada leram. Escrevi este post porque acho importante mostrar outros argumentos que não se alinhem com o meu ponto de vista, ou até de outros, especialmente num mar de desinformação e tempo e atenção limitados. O título transmite que o wage gap é inexistente a verdade é um pouco mais complexa como alguns utilizadores apontaram e bem. Eu pelo que li nesta segunda passagem fiquei com uma ideia mais clara do que é que pode estar a acontecer e falo dela no final.
No meu post original centrei o meu argumento em que ajustando para várias variáveis o wage gap começa a desaparecer. Apesar de isto ser verdade não representa a imagem completa mas dá uma ideia de que a frase “as mulheres não recebem o mesmo que os homens” é muito provavelmente falsa. E este era o ponto em que me devia ter apoiado, porque para além disto ser ilegal nos países em que o “Wage Gap” está em vogue, não há (pelo que já li) provas de que isto seja verdade CONTUDO existem outros fatores que a podem tornar verdade. Um deles foi apontado no post gilded do u/davidpinho (em que apresento um excerto)
Tu não leste as tuas próprias fontes, isso é certo. Por exemplo, no artigo sobre diferenças sobre produtividade diz: [...] Uma explicação plausível para a discriminação, se bem que ainda não provada:
This age path suggests that the pay gap between men and women without children but of childbearing age is due to statistical discrimination: if productivity falls with motherhood but employers cannot lower wages when women give birth, then employers may offer lower wages to productive women in anticipation of motherhood
Em que Statistical discrimination significa:
Statistical discrimination is an economic theory of racial or gender inequality which results when economic agents (consumers, workers, employers, etc.) have imperfect information about individuals they interact with. According to this theory, inequality may exist and persist between demographic groups even when economic agents are rational and non-prejudiced.
Isto é uma possibilidade, que falo mais à frente. Os empregadores têm certamente a oportunidade de o fazer. E como indicas:
”Se este tipo de discriminação é aceitável ou não, isso já é outra discussão.”
Deixo também os pontos da conclusão do u/davidpinho que também são bastante pertinentes:
  • Isto é só um estudo, não se pode olhar só para um. A grande maioria dos estudos encontra a mesma coisa: há diferenças de salários depois de controlar por outros fatores, se bem que a diferença é relativamente pequena.
  • Quero fonte para "Em muitos ajustes é a mulher que ganha mais do que o homem pelo mesmo trabalho e com a mesma formação". Não é isso que a maioria da literatura parece mostrar e não deste fonte específica para isso.
Não encontro a que me referia por memória(colocarei se encontrar) sei que já a li há mais de 2 anos. Entretanto:
  • Não podemos assumir automaticamente que há discriminação só porque há uma 'gap' que continua a existir. Pode haver outros fatores que causam as diferenças salariais, mas...
  • ...também não podemos automaticamente assumir que a discriminação não existe só porque a 'gap' desaparece depois de ajustes. Isto acontece porque, por exemplo, é possível que as mulheres tenham mais empregos part-time por serem discriminadas quando tentam arranjar empregos a tempo inteiro.
  • Existindo diferença salarial, é possível que a discriminação seja "racional", tal como foi aludido no artigo (a tal "discriminação estatística"). Se este tipo de discriminação é aceitável ou não, isso já é outra discussão. Isto é para dizer que a discriminação pode existir sem que os empregadores estejam a deitar dinheiro fora, as duas coisas não são mutuamente exclusivas.
  • Conclusão: isto é um assunto complicado e ainda nada está definitivamente explicado, para de mandar bitaites sobre coisas que não leste.
(Sim, não li na íntegra antes de escrever o texto leio várias coisas ao longo do ano é me quase impossível voltar a encontrar o que quero utilizar para justificar o meu ponto o artigo tinha pontos contra e a favor de ambos os argumentos, daí é que o diálogo é bastante importante na minha opinião, graças ao meu post anterior tomei conhecimento de outros pontos de vista que desconhecia. Um “bitaite” não é apenas uma afirmação sem sentido é uma afirmação de uma interpretação da realidade do observador. Não vou deixar de ter uma opinião se não sei todos os factos, contudo admito que a maneira que escrevi o meu post não foi a melhor e transmitiu uma ideia errada)
Algo que me apercebi com o post anterior e uma das razões que estou a fazer este é que isto é um problema que parece bastante simples mas na verdade é bastante mais complexo e envolve várias áreas (economia, política, gestão, biologia, cultura, psicologia (preferências pessoais)) como uma crise financeira este é um problema que não se resolve com um “dá-se mais dinheiro”. E isto é em parte o que irrita mais nesta situação que não é exclusiva ao “wage gap”, tendemos agora mais do que nunca a pegar em assuntos complexos e simplificá-los a um absurdo que deixa de ter sentido e descarrila completamente o debate. Existe também bastante “desinformação” sobre todo o tipo de assuntos (p.e: a própria Forbes fala contra e a favor do wage gap a vox também) e existe também quem espalha e lucra com contra informação (um dos exemplos mais famosos vem da industria de carvão nos EUA a emitir “estudos” que desprovam o efeito estufa e o aquecimento global).
Recomendo verem este curto vídeo sobre este mesmo tema chamado de “cigarros, slots e outras coisas não viciantes”.
 
Todos concordamos no entanto (salvo algumas exceções não devidamente fundamentadas) é que quando se ajusta para vários fatores a “gap” começa a desaparecer.
Em quase todos os artigos que li não vi mencionado é haja qualquer regra que se aplique irá a mesma mudar alguma coisa?
Talvez olhar para soluções para o que vemos como um problema nos possa mostrar de onde ele realmente vem. Vamos assumir então cenários EXTREMOS para termos uma ideia geral para onde as coisas inclinam.
Primeiro cenário:
  • Todas as empresas são obrigadas a ter quotas de sexos
As empresas vão se sentir pressionadas para balançarem produtividade com números, para além de que seria inconstitucional despedir o excesso de homens ou mulheres (sim há empresas com mais mulheres que homens).
Uma empresa de obras por exemplo; imaginemos que têm 100 empregados dos quais 5 são mulheres essa empresa seria agora forçada a contratar 90 mulheres para manter o balanço.
Estas empresas vão querer mulheres que tenham conhecimento de bricolage e construção que consigam transportar e mover cargas pesadas, vamos assumir que a própria empresa nem se importa de oferecer a formação. Existem algumas mulheres fortes que conseguem ser tão produtivas fisicamente como um homem mas quantas é que existem numa população de 10 milhões? Certamente que não estão distribuídas igualmente pelo país. E dessas quantas é que querem trabalhar em obras? A empresa pode forçar os homens a fazer o trabalho forçado e deixar as mulheres fazer o mais fácil mas durante quanto tempo é que isso é sustentável? Uma empresa destas tem de alocar vários empregados para vários locais e certos trabalhos são mais exigentes fisicamente do que outros. A empresa também pode ter as mulheres “encostadas na box” apenas para manter a quota mas isso não só é queimar dinheiro como ia rapidamente tornar-se num pesadelo de discriminação.
Vamos agora ver por exemplo um cabeleireiro; imaginemos que têm 5 mulheres este salão tem agora de contratar 5 homens para lá trabalharem. O salão vai querer contratar gays para manter um ambiente convidativo para mulheres (um cabeleireiro para muitas mulheres(>40 maioritariamente) é como um “fórum” onde podem interagir com outras mulheres, especialmente fora das cidades) Com >1% da população sendo homossexual não vai ser nada fácil para estes negócios encontrarem homens que consigam OU QUEIRAM ser cabeleireiros.
Mas em ambos os casos estas são as menores preocupações que as empresas enfrentam, os custos passam a ser um problema bastante sério. As empresas vão demorar e gastar bastante a treinar os novos empregados e quando os tiverem treinados não vai haver contratos externos/compras/serviços suficientes para ter todos eles a trabalharem logo vão ter de aumentar os preços, ou seja todas as empresas aumentam os preços (isto assumindo que todas as empresas conseguem encontrar pessoas para preencher o trabalho) Quero ver como é que depois convencemos a união europeia a nos dar mais euros para combater a inflação criada. Nem sequer mencionei os trabalhos que requerem formação avançada tipo medicina ou aviação em que as capacidades e não o sexo é que importam.
Segundo cenário:
  • Paga-se mais às mulheres do que aos homens, para fechar o “gap”
Primeiro não sei como é que vão conseguir fazer passar isto pelo tribunal constitucional. Uma solução possível era os homens fazerem menos horas. Isto ia ser no mínimo anedótico. Mas assumamos que passava a acontecer o que é que aconteceria?
Se as empresas tiverem de pagar mais às mulheres para diminuir a “diferença” os homens vão procurar outras formas de fazer mais dinheiro e/ou não se vão dedicar tanto à vida profissional porque não existe um incentivo para isso
Algo que todos sabemos mas parece que nos esquecemos uma parte do que leva homens a seguir empregos bem pagos é que podem usar o dinheiro e podestatus na estratégia sexual (antes de descartarem esta ideia como ridícula pensem em quantas e quais mulheres existem que estão a fim de suportar o parceiro monetariamente? E dessas quais é que querem viver com um homem com um status inferior ao delas?)
A estratégia sexual, na minha opinião, influencia provavelmente mais do que pensamos. Infelizmente não consegui encontrar literatura sobre isto a não ser livros e não estatística.

 

Outro ponto apontado por u/salazarcadositio oi a minha falta de objetividade quando digo que o wage gap é um mito e em que se me estou a referir às falas do "clássico 78 cêntimos do dólar" em que providencia este artigo do washington post.
Ou caso estivesse a dizer que o wage gap era mesmo um mito e não existia de forma nenhuma, em que mencionou o post do u/gattaca_now e que expande:
Sendo uma diferença entre dois valores estatísticos, o wage gap é real e existe. Podes é discordar acerca das razões pela qual ele existe e se são justas ou não, mas a diferença estatística existe, é factual.
A média salarial dos homens é mais elevada que a média salarial das mulheres. Este parece ser um problema comum a discussões de assuntos mais ou menos sérios. Não se define bem do que se está a falar à partida e depois tens pessoas a falar um para o outro mas de coisas diferentes. Já começas a ter muitos exemplos disso nos comentários.
Mas isto é uma discussão importante de se ter. Pelo que vejo do teu post acho que estás a dizer que a noção de wage gap não existe como a ideia de que "para o mesmo trabalho uma mulher recebe 78 cêntimos de dolar de um homem" o que eu concordo em grande parte. Mas aceitas que existem diferenças salariais e que estas advêm de questões culturais e biológicas.
A questão de combater o wage gap, quando abordada de forma séria e para lá do soundbite dos "78 centimos", é essa mesma, que para lá do soundbite dos "78 centimos". As questões culturais que fazem com que assim seja e se elas são legitimas ou se devem ser mudadas.
As horas de trabalho que falas, os tipos de carreiras que predominam mais num sexo do que no outro, e as responsabilidades familiares que as mulheres assumem. São essas as questões culturais que se devem discutir neste assunto.
Muitas vezes este assunto acabe em: "devem existir igualdade de oportunidades entre os sexos mas não igualdade de resultados". E que no panorama geral das sociedades ocidentais isso já se verifica. Eu concordo com a premissa mas discordo que já lá tenhamos chegado.
Alguns exemplos: * As mulheres ainda são quem a maioria do trabalho domestico num contexto familiar. Fonte.
  • Ainda existem fortes estereótipos e expectativas associadas com ambos os sexos que afunilam cada um para certos campos Fonte
  • As mulheres continuam a ser prejudicadas a longo prazo pelo facto de terem filhos Fonte
Todos estes fatores influenciam o tal wage gap que existe. Podemos discutir como sociedade se são fatores que devemos ou não mudar. Se são ou não coisas que se devem deixar á escolha pessoal de cada um com as consequências que isso trará para a sociedade. Essa é a verdadeira discussão a ter neste assunto.
Concordo!
Mas tudo isto não tem em conta a parte mais importante: as diferenças biológicas entre os sexos. Mais concretamente diferenças neurológicas, que são uma surpresa para muitos. Esta explica bem porque é que as mulheres preferem trabalhar com pessoas e os homens com coisas.
Isto está longe de ser aceite como facto. Se tiveres uma fonte gostaria de ler mas nunca vi nada que fosse capaz de ligar a biologia a esses efeitos sociais de forma conclusiva.
Tenho sim apesar de que provavelmente não deveria ter dito a primeira parte.
Com esta merda de querermos ser todos iguais estamos completamente a ignorar as nossas limitações biológicas e culturais e em muitos casos a danificar o progresso que tanto queremos fazer.
Concordo que a discussão precisa de ser melhor mas "esta merda de querermos todos ser iguais" continua no meu ponto de vista a ser um objetivo nobre e bom para a sociedade. As limitações culturais estão nas nossas mãos mudar e as biológicas não parecem ser de todo impedimento para que o façamos.
O “querermos ser todos iguais” é mais o queremos igualdade de resultado ou mais privilégios de forma egoísta.

 

O u/rui278 e outros também apontaram e bem para a questão biológica de Inato ou Adquirido E, isto é, algo que só saberemos em 2066 quando o estudo de Peter B. Neubauer for publicado. Mas por algumas fugas de registros censurados(=redacted) parece que a biologia afecta mais do que o ambiente. Esse psicólogo tem alguns trabalhos bastante interessantes sobre desenvolvimento btw. Entrei novamente numa tangente.
[...]Ou seja, o wage gap não é um problema in of itself, é uma consequencia dos vários problemas de base na nossa sociedade que puxam os homem e mulher para terem posições diferentes na sociedade. Em teoria deveria ser +/- equiprovavel encontrar homens e mulheres na mesma posição (o único fator relevante que diferencia entre homens e mulheres é mesmo as licenças de natalidade, mas lá está, também há uma pressão grande para serem os 6 meses gastos pela mulher, quando splits do tempo deveriam ser perfeitamente normais e também ajudariam a fazer com que isso fosse menos fator).
Eu muito antes disto tudo concordaria contigo na primeira parte (no final estamos de acordo), deveria ser natural encontrar homens e mulheres igualmente distribuídos mas se avaliarmos a nível de estratégia não faz muito sentido. Imagina que éramos todos hermafroditas ou seja podíamos escolher fecundar ou ter bebés; ok aqui era tudo definitivamente igual. Então o que teria mais peso neste cenário? A gestação. Iria requerer bastantes cuidados da pessoa que decidisse dar à luz. Portanto interessa-me várias coisas:
  • evitar situações de risco ao máximo
  • ter um parceiro que me pudesse suportar
  • ter um maior controlo sobre o meu futuro
  • e não ter compromissos
Estas são as regras para ter uma estratégia bem-sucedida quantas menos tiver mais precária se torna a minha posição. Agora isto também depende bastante do parceiro que escolher se ele não se comprometer fico na merda e pior do que estava porque agora tenho um parasita dentro de mim. E na vida real vemos isto todos os dias, as mulheres decidem com quem ter sexo (ou não) e os homens decidem com quem se comprometer. As nossas diferenças biológicas (PELO MENOS SEXUAIS) influenciam as nossas decisões e comportamentos. Claro que isto é oversimplified mas acho que dá para dar uma imagem de porque é que acho que esse é o caso.

 

Quanto ao [comentário]() da u/grilledpotato90 :
Antes de mais, peço desculpa pela formatação, pois estou a escrever no telemóvel. Segundo esta estatística da OCDE (https://stats.oecd.org/index.aspx?queryid=54757) as mulheres portuguesas, no total, trabalham mais 90 minutos por dia que os homens. O que é que isto tem haver com a Gender Gap? Bem, se analisarmos o total de minutos por dia de unpaid labour, conseguimos observar uma discrepância enorme entre géneros (M 96.3 min/dia e F 328.2 min/dia). Eu acho que é aqui que está a origem e a justificação do Gender Gap. Os homens e as mulheres não dividem por igual (50/50) as tarefas domésticas.
Sim! Concordo, vês que as mulheres passam bastante mais tempo em trabalhos não remunerados (232 minutos ou 3 horas e 52 minutos a mais do que os homens ou 5:28 no total (estamos atrás do méxico em n1 e da índia em n2)) do que os homens (que gastam no total 1h:36m) e que os homens passam 141 minutos (2 horas e 21 minutos) a mais do que as mulheres em trabalhos remunerados. E está presente em TODOS os países nessa fonte. O que sugere que poderá ser mais do que um aspecto cultural.
Mas também vejo discrepâncias especialmente na Suécia, na Dinamarca, na Noruega e na Holanda os Homens trabalhem tanto mais em trabalho pago que acabam no total por trabalhar muito mais tempo que as mulheres, estamos a falar de países bastante balançados a nível de sexo. O que é estranho. Será que os homens estão a compensar por algo? Outra coisa, nós também não conseguimos dizer o que tem mais peso no trabalho não remunerado:
Time spent in unpaid work includes routine housework, shopping, care for household members, child care, adult care, care for non-household members, volunteering, travel related to household activities, and other unpaid activities. Sem querer atirar areia à cara porque é absolutamente garantido que as crianças gastam bastante desse tempo, mas quanto?
Isto é um fenómeno cultural que não está certo.
Não está certo porquê? Queremos obrigar as mães grávidas a fazer a mesmas atividades de não grávida para compensar minutos gastos em trabalho não remunerado? É que 9 meses (na verdade 10 porque são 39.1 semanas) é bastante tempo mesmo excluindo os meses iniciais. Quanto desse tempo está incluido nos minutos da OCDE? Não sabemos.
Certamente que não vamos fazer como aos cavalos marinhos e passar os fetos para o pai acabar a gestação. E depois de nascidos quantas mães é que querem que o bebé passe a maioria do tempo com o pai? Isso é justo para a mãe? Neste ponto também me questiono; é justo para os pai trabalhar mais horas laborais do que a mãe?
Antes da entrada da mulher no mercado de trabalho entendia-se, mas hoje em dia, em que as mulheres trabalham as mesmas horas que os homens nos seus empregos é inadmissível!
Os homens trabalham mais. Em todos os países da fonte. E então qual é o problema se as mulheres trabalharem menos horas no emprego? E aqui acho que está outro ponto importante da discussão. O que é que é justo? Certamente que todos concordamos que tanto as mulheres como os homens têm os mesmos direitos. Mas com direitos vêm responsabilidades, e, a meu ver algumas mulheres, partidos políticos e o movimento “feminista de 3.ª onda” têm usado o wage gap como arma de arremesso para dar mais direitos às mulheres com muito menos responsabilidades, ATENÇÃO que não estou a dizer que todas as mulheres subscrevem a esta ideologia muito menos que as mulheres não têm já responsabilidades e dificuldades suficientes estou a dizer que é tudo muito bonito dito mas são basicamente argumentos de casas de cartas. [E este é um ponto que é difícil de expressar e que pode ser mal compreendido.]
"Porque é que as empresas não contratam mais mulheres, já que lhes pagam menos?" pela mesma razão a que continuam a preferir contratar homens a mulheres.
Mas onde está a prova de tal? Não digo que não possa ser verdade O/A u/TomTomKenobi apontou para uma boa thread no wiki do economy e que também fala disso, faz o ponto de que “cannot assume economic outcomes from a deductive approach alone” algo que fui um pouco culpado de fazer no post anterior.
As mulheres engravidam, os filhos estão doentes e elas depois faltam, etc.
O pai também tem direitos paternais nada obriga a mãe a ser ela exclusivamente a tratar dos putos. E se queremos ser justos neste ponto vamos fazer com que os divórcios dêm a guarda ao pai por defeito em vez de à mãe. Uma grande parte desse problema desvanecia. Se os filhos são um problema tão grande e se como sociedade queremos ser tão igualitários porque é que as mães ficam sempre com a guarda dos filhos? Também não acho justo. Porque é que os Telejornais falam tanto de “wage gap” mas não de guarda paternal ou partilhada? Saí numa tangente mas achei que era pertinente levantar este ponto.
O Gender Gap é real porque devido à fisionomia da mulher e ao seu papel social, esta é sempre vista como uma "liability" para a empresa.
Woah calma lá, o Gender gap é real porque a fisionomia da mulher é X é fazer uma grande ligação. Não digo que não possa ser verdade mas a nível de afirmação é um grande salto.
Até têm menos acessos a promoções devido a esta expetativa social.
Isto não é verdade. Os homens são os que mais trabalham para e pedem promoções, e uma coisa que muitas pessoas acham é que uma promoção é equivalente a ganhar mais dinheiro, uma promoção envolve muitas mais responsabilidades mais horas de trabalho e mais stress coisa que as mulheres não estão para aturar. Menos ainda se ainda não tiveram filhos. O que se pensarmos faz sentido. Se eu não tenho um filho ou família e se o meu corpo vai se degradar ao ponto que já não me é possível ter um no futuro não vou dar um “LEROY JENKINS” no meu emprego e perder a oportunidade de ter descendentes.
E antes que venham com “ah e tal mas as mulheres ganham menos em promoções” segundo o “bureau of economic research” americano apesar de haver uma diferença de 2,2% em promoções que já levava em conta as mulheres escolherem mais trabalhos como assistentes e trabalho administrativo que raramente tem oportunidades de promoção e os homens escolhiam mais trabalhos em áreas em que era possível a promoção, importa notar também que este estudo é de 1995
Uma das fontes de onde tirei o seguinte é bastante tendenciosa e não apresenta os dados em avulso mas chega a pontos pertinentes que convenientemente decidem não endereçar. Algo que também importa notar é que isto é um questionário e é americano. Usei para não dizerem que eu pesquiso por aquilo que me é favorável. Eu encontro discrepâncias e analiso.
Fewer women than men are aiming for the very top. Among senior managers, 60% of women said they want to be a top executive, compared to 72% of men. Women were also more likely to cite stress and pressure as one of the biggest reasons for not wanting to hold top positions.
Contrary to popular belief, women are not leaving their organizations at higher rates than men. In fact, women in leadership are more likely to stay with their companies than men. At the senior vice president level, women are 20% less likely to leave. Women in the C-suite are about half as likely to leave their organizations as men.
Women often start out in line roles (defined as positions with profit-and-loss responsibility and/or focused on core operations), but by the VP level more than half of women hold staff roles (positions in functions that support the organization like legal and IT). Men, on the other hand, are more likely to hold line roles at every level of an organization. This difference poses a potential problem because line roles frequently feed into senior leadership.
There's a common misconception that women who start families are subsequently less ambitious in their careers. But mothers in the survey were 15% more interested in being a top executive than women without children.
Very few people participate in flexibility and career-development programs offered by their organizations. More than 90% of women and men believe taking extended family leave will hurt their position at work.
Se os homens dedicarem o mesmo tempo no trabalho doméstico que as mulheres, deixa de haver este problema!
Eu diria que continuaria a existir, já vimos que há muito mais variáveis a este problema, mas concordo que tornava o trabalho das mães muito mais fácil.
Mas agora não venham para aqui dizer que o Gender Gap é mentira quando em todas as entrevistas de emprego me perguntam quais são os meus planos em relação a casar e a ter filhos!
Aqui acho errado e não sei se não poderás reportar isto a alguém. É completamente desnecessário e ninguém tem um caralho a ver com isso a não seres tu.
O/A u/crouchingvenus escreveu:
[...] os que já são pais focam se em melhorar o estilo de vida da família o que implica focarem-se mais no trabalho.
Não achas que isto é um problema? Porque é que são as mulheres incentivadas a dedicar mais tempo à família e os homens ao trabalho?
Não, não acho. Porque ninguém as está a forçar a isso. Se estivessem a ser forçadas sim achava bastante errado. E ninguém é forçosamente incentivado a fazer nada. Exceto as mulheres a seguirem carreiras STEM (ciência(Science), Tecnologia, Engenharia e Matemática) Não achas que isto é um problema? Especialmente quando o quão mais igualitária é uma sociedade menos as mulheres escolhem estas áreas.
Todo o teu raciocínio só reforça preconceitos de género e valores sociais bafientos. Entra em 2019 please.
Por favor elucida-me como. Eu diria mesmo o oposto, se tivermos dados e entendermos os problemas que enfrentamos e os tentarmos resolver é benéfico para todos não achas?

 

O u/DogsOnWeed também mencionou que os homens terem direito de licença de paternidade também ajudaria a corrigir desigualdades estatisticas.

 

Reflexões

O que conseguimos dar como certo:
  • Ninguém aqui quer que as mulheres sejam discriminadas
  • Queremos igualdades de oportunidade
  • O 77 cents on the dollar vem do Current Population Survey de 2009 do Bureau of Labour Statistics US
  • As mulheres trabalham mais em trabalhos temporários (Várias fontes)
  • Os homens trabalham mais horas extra (Várias Fontes)
  • As mulheres tendem a ocupar trabalhos que pagam menos (Várias fontes)
  • As mulheres tendem a escolher trabalhos que não facilitam a promoção
  • As mulheres ganham mais em trabalhos temporários (entre 1 a 34h) por semana do que homens (Bureau of Labour Statistics US)
  • 25% das mulheres e 12% dos homens trabalham em trabalhos temporários (Bureau of Labour Statistics US)
  • 11% das mulheres e 22% dos homens trabalham mais de 41 horas (Bureau of Labour Statistics US)
  • As mulheres que nunca casaram recebem EM MEDIA 5% menos do que os homens (Bureau of Labour Statistics US)
  • As pessoas que trabalham horas extraordinárias recebem cerca de 5 vezes mais do que as que trabalham em part time.(Bureau of Labour Statistics US)
Algo que descobri a investigar para escrever este post foi que segundo dois papéis da Claudia Goldin (este e este) que me foram referidos por esta peça da Vox
É que o wage gap pode ser explicado pelos custos de ter um filho e as curvas nos gráficos do papel e do vídeo parecem ter uma correlação com o aumento da idade média em que as mulheres têm o primeiro filho (Indicato>Dropdown />Mean age of women at childbirth) e que encaixa bem quando vemos que as mulheres mais ricas do mundo têm mais de 55 anos.

 

Enquanto os comentários anteriores dedicaram lógica, dados e contra argumentação outros simplesmente atiraram este papel do World Economic Forum várias vezes com “oh mas este desprova tudo isso” acho que se lerem apenas a introdução entendem logo porque é que não lhe dei o tempo do dia. E não é um estudo é mais é uma aglomeração de valores que esperam que a distribuição de homens e mulheres seja 50:50 em tudo (excepto em taxas de mortalidade por exemplo) algo que outros users foram rápidos a comentar.
Acho também um bocado triste haver comentários com discussão pertinente serem downvoted porque têm uma visão diferente e foi óbvio pela altura em que os downvotes apareceram que foi uma birra de “isto está contra o que eu acredito” “pumba, downvotes para todos”. Não façam isso, downvotes não mudam opiniões.
   
Fontes:
https://www.theguardian.com/world/2018/jul/23/women-lying-earning-more-than-husbands-us-census
https://www.nytimes.com/2018/07/17/upshot/when-wives-earn-more-than-husbands-neither-like-to-admit-it.html
https://www.vox.com/2018/2/19/17018380/gender-wage-gap-childcare-penalty
https://www.payscale.com/gender-lifetime-earnings-gap
https://www.youtube.com/watch?v=13XU4fMlN3w
https://iwpr.org/wp-content/uploads/wpallimport/files/iwpr-export/publications/C350.pdf
https://web.archive.org/web/20101126032209/https://www.bls.gov/cps/cpswom2009.pdf
https://web.archive.org/web/20181130100719/https://arxiv.org/pdf/1703.04184.pdf
http://siteresources.worldbank.org/INTPAH/Resources/Publications/459843-1195594469249/HealthEquityCh12.pdf
http://cep.lse.ac.uk/pubs/download/dp1156.pdf
https://scholar.harvard.edu/files/goldin/files/goldin_aeapress_2014_1.pdf
http://scholar.harvard.edu/files/goldin/files/dynamics_of_the_gender_gap_for_young_professionals_in_the_financial_and_corporate_sectors.pdf
 
Outros comentários interessantes u/TomTomKenobi com este, u/harlequin90 com este e u/agaeme com [este]() em que menciona este video que não consegui ver porque não tenho netflix
Edit: Formatação (raio do reddit e o novo markdown) e ortografia
Edit2: Adicionei TL;DR
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